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Fortaleza
NOTÍCIA

Dois estupros registrados em 2016 no Conjunto Ceará tiveram envolvimento de flanelinhas

Os criminosos atuavam nas proximidades do polo de lazer do Conjunto Ceará, em Fortaleza

22:34 | 10/09/2019

Dois estupros registrados no ano de 2016, no bairro Conjunto Ceará, tiveram o envolvimento de flanelinhas que atuavam no polo de lazer da região. Com o desfecho divulgado nesta terça-feira, 10, do sequestro e o estupro de uma mulher, que ocorreu também no ano de 2016, o preso identificado como Francisco George Gonçalves Lobo, de 29 anos, flanelinha, foi preso no cumprimento do mandado de prisão.

George é suspeito de ser o mentor do estupro, pois ele teria rendido com uma faca uma representante comercial de 30 anos. O flanelinha a levou para uma espécie de cracolândia e a dopou. Três homens teriam participado do crime, sendo dois comprovados por meio de exames. Os três criminosos do estupro que aconteceu em dezembro, conforme o delegado Carlos Alexandre, são moradores do Conjunto Ceará. 

Em junho de 2016, também no Conjunto Ceará, um homem conhecido como "Caipora" foi preso no bairro suspeito de estuprar uma jovem, em um terreno que fica nas proximidades do polo de lazer da região. Ele rendeu a mulher com uma tesoura e a levou para um matagal. Após o estupro, o homem ainda cortou o cabelo da mulher. "Caipora" é usuário de drogas e respondia a vários crimes. Ele confessou ser o autor do estupro e detalhou que estava sob o efeito de entorpecentes no momento do crime.

Avenida com nome de criança vítima de estupro

O bairro do Conjunto Ceará tem uma avenida chamada Alanis Maria Laurindo, referente a um crime de estupro e morte contra uma criança de apenas cinco anos. Alanis foi levada da parte externa da igreja matriz do bairro por um criminoso que a torturou, estuprou e matou.

Os moradores do bairro distribuíram panfletos e todas as forças de segurança de Fortaleza reuniram-se nas buscas pela garota, que foi encontrada morta em um matagal no bairro Antônio Bezerra. A comoção no bairro foi enorme e o corpo da pequena Alanis foi velado na igreja matriz.

Antônio Carlos Xavier, o Casin, foi condenado a 31 anos e oito meses de prisão. A avenida B passou a se chamar Avenida Alanis Maria Laurindo em 2015, por meio de um decreto da Câmara Municipal de Fortaleza.