PUBLICIDADE
Fortaleza
SEGURANÇA PÚBLICA

Polícia prende três integrantes de facção suspeitos de cometer assassinatos na Barra do Ceará

No local foram encontrados 130 gramas de maconha e uma balança de precisão. Os três indivíduos pertencem à mesma organização criminosa

18:37 | 15/03/2019
Operação realizada pelo Departamento de Homicídios e Proteção a  Pessoa (DHPP) resultou nas prisões de três homens na Comunidade do Riacho Doce. (Foto: Jullie Vieira / Especial para O POVO)
Operação realizada pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) resultou nas prisões de três homens na Comunidade do Riacho Doce. (Foto: Jullie Vieira / Especial para O POVO)

Em operação realizada pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) prendeu, na manhã desta sexta-feira, 15, três homens suspeitos no envolvimento nos crimes de homicídios e tráfico de drogas na Comunidade do Riacho Doce, na Barra do Ceará, em Fortaleza. No local foram encontrados 130 gramas de maconha e uma balança de precisão. Os três indivíduos pertencem à mesma organização criminosa atuante na localidade.

Cassiano da Silva Almeida, de 24 anos, e Eduardo Aristides de Souza, de 23 anos, conhecido como “Dudu”, foram presos em casa. Eles são suspeitos do assassinato de Lucas Natanael no final de 2018.  A vítima teria escondido drogas dos líderes da organização criminosa. O terceiro homem capturado é Francisco José do Nascimento Lima, “o Quest”. Com ele os agentes apreenderam 130 gramas de maconha e uma balança de precisão, que estava enterrada em uma das casas nas proximidades do Riacho Doce. O suspeito usava uma tornozeleira eletrônica e respondia por tráfico de drogas. 

De acordo com a Polícia, no momento das prisões os suspeitos negaram pertencer a uma facção, tática que vem sendo adotada após repercussão do pronunciamento do titular da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), do Governo do Ceará, Mauro Albuquerque, que disse à época não reconhecer facções criminosas. Os suspeitos serão autuados pelos crimes tráfico de drogas e organização criminosa.

Jullie VieiraESPECIAL PARA O POVO