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PUBLIEDITORIAL AMC

Capacitação e tecnologia em prol do trânsito

14/12/2019 06:00:17
Foi preciso cautela para que a população entendesse que os operadores não eram agentes de trânsito, mas organizadores do trânsito
Foi preciso cautela para que a população entendesse que os operadores não eram agentes de trânsito, mas organizadores do trânsito

Nas ruas, hoje, operam agentes de trânsito também mais capacitados. Buscando as melhores práticas, com treinamentos anuais e uma equipe de psicólogos à disposição, os agentes passam a ter uma atuação mais humanizada junto à população, mas também mais efetiva em relação à fiscalização. “Nosso efetivo é pequeno, mas é muito profissional e qualificado. Fazemos abordagens específicas com foco nos principais fatores de risco como a alcoolemia e o capacete, além de ações como o Esquina Segura, que aumenta a segurança para condutores e pedestres”, frisa o assessor técnico da AMC, André Luís Barcelos.

Um das iniciativas que contribuem com a operação e orientação no trânsito foi trazida de outras cidades. E como tantas ações pioneiras na terra alencarina, a operação Via Livre expôs avanços. Foi preciso cautela para que a população entendesse que os operadores não eram agentes de trânsito, mas organizadores do trânsito. “Eles se diferem pelo fardamento e pelo fato de não poderem fiscalizar, mas se complementam nas operações que desempenham. Os orientadores dão um apoio importante para a Cidade, principalmente nas modificações de sentido das vias, pontos de travessia para pedestres e cruzamentos que necessitem de um controle”, detalha Arcelino Lima.

Os operadores trabalham também em ações cotidianas, como no bairro Montese, que registra alto volume de ônibus e, portanto, demanda organização em horários de pico. Em grandes eventos, onde o trânsito do entorno será afetado, os operadores também são importantes. “Pela legislação, o responsável pelo evento é também pelas mudanças que serão causadas. Nestes casos, o solicitante vai até a AMC, e então começamos a elaborar um plano operacional que inclui vistorias técnicas ao local, avaliação dos pontos de bloqueio e rotas de desvio. A partir desse planejamento já estimamos a quantidade de operadores necessários”, detalha o superintendente da AMC.

São cerca de 135 operadores, todos credenciados em empresas. A contratação deles é feita entre Prefeitura e empresa ou entre realizadores de eventos e empresa. O treinamento para a atuação, entretanto, é realizado pela Autarquia. O gerente de Operação e Fiscalização da AMC, Disraelli Brasil, destaca a importância do Via Livre para ajudar a organizar o trânsito quando há falha na rede semafórica da Cidade, que hoje agrega quase mil semáforos. “Quando há algum problema, que o semáforo entra no modo de segurança, são eles quem vão pra lá e operam até que tudo seja restabelecido”, exemplifica.

ZONA AZUL DIGITAL

- Estacionamento rotativo.

- Arrecadação 100% destinada para política cicloviária.

- 8.277 cartões vendidos por dia.

- 88.317 cartões vendidos por mês.

- 2.514.379 cartões vendidos desde o início.

PROJETO ESQUINA SEGURA

- Desde o início do Programa Esquina Segura, em março de 2017, houve redução de 61% no número de acidentes com vítimas em 251 pontos de Fortaleza.

- Garante visibilidade para motoristas em vias transversais.

- Impede o estacionamento irregular nas esquinas.

- Facilita a travessia de pedestres.

- É adotado em cidades como São Paulo e em países como Estados Unidos, Espanha, Colômbia e México.

- O novo layout executa área de travessia encurtada, prolongamento da calçada demarcada (por pintura da cor verde, tachões e balizadores).

SEGURANÇA NO TRÂNSITO

- Número total de mortes causadas por acidentes no trânsito caiu pela quarta vez consecutiva.

- Saiu de 377 para 226 entre 2014 e 2018.

- De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o índice de mortes no trânsito por 100 pessoas caiu 40% no período, reduzindo de 14,7 para 8,5.

- Em quatro anos, 423 vidas foram salvas.

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