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Pesquisadores terão US$ 1,2 milhão em créditos de nuvem da AWS com CNPq

Para acesso ao crédito, haverá chamada pública do CNPq, disponível para instituições e pesquisadores de todo o País

Instituições e pesquisadores de todo o Brasil terão acesso a US$ 1,2 milhão de crédito em nuvem da Amazon Web Services (AWS) em parceria com o Conselho Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O anúncio nesta quarta-feira, 3 de agosto, foi durante o AWS Summit São Paulo. Os créditos para o uso da nuvem são para o apoio de até 23 pesquisas científicas durante dois anos.

Este já é o segundo acordo do tipo entre a AWS e a instituição – em 2019, foram destinados US$ 400 mil para pesquisadores no Brasil.  

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Como vai funcionar o programa? 

Qualquer pesquisador ou centro de pesquisa do Brasil poderá solicitar créditos, sendo que o valor máximo destinado a cada projeto poderá variar de US$ 15 mil a US$ 100 mil.

As propostas serão analisadas por uma comissão do CNPq com participação da AWS. A chamada pública para os pesquisadores solicitarem créditos será publicada até o fim de agosto e estará disponível no site do CNPq

Os projetos devem estar incluídos em uma das linhas de pesquisa em tecnologia consideradas prioritárias, que vão desde o setor espacial passando por segurança pública, biotecnologia e cidades inteligentes, até prevenção e recuperação de desastres naturais e ambientais.

“As pesquisas científicas dependem do processamento e da análise de grande volumes de dados, coletados em diversas fontes. Com a computação em nuvem, o tempo de execução cai drasticamente, acelerando os resultados e, consequentemente, o retorno para a população. Foi a união de pesquisadores em torno do uso da nuvem, por exemplo, que possibilitou o desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19 em tempo recorde”, explica Paulo Cunha, diretor geral para o Setor Público da AWS no Brasil.

Segundo o presidente do CNPq, Evaldo Vilela, a colaboração com a AWS irá proporcionar a continuidade de oferta do serviço de uso da nuvem, já iniciado na chamada anterior, que contribui para a agilidade e eficiência das pesquisas desenvolvidas.

Última edição teve 33 projetos foram selecionados

No anúncio, frisou que um dos 33 projetos contemplados em 2019 poderá ter grande impacto na saúde pública.

A plataforma Valeria, desenvolvida pela Universidade de Pernambuco (UPE), propõe modelos de machine learning para auxiliar equipes do Sistema Único de Saúde (SUS) no diagnóstico da dengue, zika e chikungunya, além da avaliação da gravidade da tuberculose, colaborando ainda na previsão de epidemias.

Valeria funciona a partir da análise de milhões de dados, treinamento e testes de modelos, e seria inviável sem a computação em nuvem.

DigiResearch Brasil 2022

A AWS e o CNPq promovem ainda o DigiResearch Brasil 2022, no dia 26 de agosto, com o objetivo de apresentar as oportunidades na AWS para pesquisadores e programas como o Open Data Initiative e o AWS Academy.

Os pesquisadores Alba Cristina Magalhães Alves de Melo (Universidade de Brasília), Leonardo Chaves Dutra da Rocha (Universidade Federal de São João del Rey) e Patrícia Endo (Universidade Federal de Pernambuco), contemplados na chamada pública de 2019, vão compartilhar suas experiências em uma mesa redonda sobre como foi utilizar os créditos de nuvem da primeira chamada nas suas pesquisas.

Na oportunidade a AWS e o CNPq também trarão mais detalhes sobre a chamada pública de 2022. As inscrições para o DigiResearch Brasil estão abertas no link do programa

A jornalista Beatriz Cavalcante viajou a convite da AWS

 

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