Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Lucro líquido da Hapvida cai 29,5% no 2º trimestre, mas receita avança para R$ 2,4 bilhões

Os resultados divulgados pela companhia mostram ainda que o número de beneficiários de saúde e odonto cresceu 14,8% no segundo trimestre deste ano, em relação a igual período de 2020
09:23 | Ago. 12, 2021
Autor Irna Cavalcante
Foto do autor
Irna Cavalcante Repórter no OPOVO
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

A Hapvida fechou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido ajustado de R$ 269,8 milhões. Queda de 29,5% em relação a igual período de 2020. Os dados divulgados nesta quinta-feira, 12 pela companhia refletem a gradual retomada da demanda por exames, consultas e procedimentos eletivos, ao mesmo tempo em que uma segunda onda da Covid-19 provocou aumento de demanda por internações de abril a junho. Apesar disso, a receita líquida da empresa avançou 15,7% e fechou o trimestre em R$ 2,4 bilhões. O número de beneficiários de saúde e odonto também cresceu 14,8%. 

 

Já o resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 291,7 milhões, queda de 52%, ante o resultado do segundo trimestre do ano passado. 

A sinistralidade caixa foi de 66,6%, aumento de 14,2 p.p. De acordo com balanço divulgado pela companhia, esse resultado foi impactado em razão do alto volume de internações causadas pela Covid-19;  pelo alto número de atendimentos relacionados ao período sazonal de viroses; e pelos custos assistenciais oriundos das empresas recém-adquiridas (Medical, Grupo São José e, nesse trimestre, Promed) que ainda operam em patamares mais elevados de sinistralidade.

Apesar disso, o diretor-presidente da Hapvida, Jorge Pinheiro, destacou em relatório para investidores que o modelo de negócio tem se mostrado "resiliente e eficiente". “Os resultados do segundo trimestre refletem a consistência do nosso modelo de gestão em meio a um esforço sem precedentes para salvar vidas impactadas pela Covid-19. Estamos orgulhosos de nossos profissionais de saúde que, mais uma vez, demonstraram dedicação e abdicação na fase mais aguda da pandemia até agora".

Também houve adição líquida de 768 mil beneficiários de saúde e odonto, sendo 312 mil de crescimento orgânico e 456 mil provenientes, em sua maioria, da Promed de Belo Horizonte (MG). 

Ao longo do trimestre, a companhia também informou que ampliou a rede em mais dois prontos atendimentos, seis clínicas médicas (6 foram encerradas) e 3 unidades de diagnóstico (5 encerramentos). Adicionalmente, após a conclusão da aquisição do Grupo Promed em maio, foram adicionados 2 hospitais, 5 clínicas e 1 unidade de diagnóstico. 

A companhia obteve em junho aprovação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para compra da Notre Dame Intermédica. Mas a conclusão do negócio ainda depende de aval do Conselho Administrativo de Direito Econômico (Cade).

"Seguimos comprometidos com o aumento da nossa rede assistencial própria e de nossos programas de medicina preventiva que nos permitem alcançar ganhos em qualidade assistencial e na verticalização de gastos médicos".

 

 

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Opep eleva previsão para crescimento do PIB do Brasil em 2021, de 3,2% para 4,2%

ECONOMIA
09:23 | Ago. 12, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) elevou a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2021, de 3,2% para 4,2%, de acordo com o relatório mensal divulgado nesta quinta-feira, dia 12. Para 2022, a estimativa de expansão da economia brasileira foi mantida em 2,5%.
No documento, o cartel avalia que as principais atividades econômicas do País caminham para a recuperação, apesar das preocupações com a pandemia de covid-19. "De fato, os indicadores atuais sugerem que o PIB real do 2t21 pode ter retornado aos níveis pré-pandêmicos mais rápido do que o resto da América Latina", ressalta a Opep.
A entidade também destaca que o avanço da vacinação contra o coronavírus "visivelmente" ajudou a reduzir a onda de mortes pela doença. Na visão da Opep, contudo, um indicador que "preocupa" no Brasil é a inflação. Segundo o cartel, a alta nos preços ameaça a recuperação econômica no curto prazo. No relatório, o grupo ressalta a alta de 1 ponto porcentual da Selic na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). "Provavelmente, o BCB vai apertar mais fortemente se a tendência da inflação continuar a se deteriorar."
PIB global
A Opep também revisou em alta a previsão para o crescimento econômico do mundo neste ano e no próximo, nos dois casos em 0,1 ponto porcentual. Em 2021, o cartel espera agora avanço de 5,6% e, no ano seguinte, de 4,2%.
A Opep adverte que as projeções continuam a ser afetadas por incertezas, como a disseminação da covid-19 e suas variantes, como a delta, mais contagiosa, e o ritmo da vacinação pelo mundo. "Além disso, os níveis de dívida soberana em muitas regiões, junto com pressões inflacionárias e respostas de bancos centrais, continuam fatores cruciais que requerem monitoramento próximo", ressalta.
A Opep diz que revisou em baixa a previsão para o avanço do PIB dos EUA em 2021, de 6,4% a 6,1%, mas em 2022 a expectativa para o crescimento do país subiu de 3,6% a 4,1%. Para a zona do euro, a expectativa cresceu de 4,1% a 4,7% neste ano e de 3% a 3,8% no próximo. No Japão, seguiu de 2,8% em 2021 e 2,0% em 2022. Já o crescimento econômico da China teve revisão em baixa em 2022, de 6,3% a 6%, mas para o ano atual foi mantida a previsão de avanço de 8,5%.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Opep mantém previsão para alta da demanda global de petróleo em 2021

ECONOMIA
09:23 | Ago. 12, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) manteve, em relatório mensal publicado nesta quinta-feira, 12, sua previsão para crescimento na demanda global pela commodity neste ano em cerca de 6 milhões de barris por dia (bpd), a uma média de 96,6 milhões de bpd. Para 2022, a previsão para a alta na demanda seguiu em 3,3 milhões de bpd ante o ano atual.
A Opep afirma que a demanda total por petróleo deve superar a marca de 100 milhões de bpd no segundo semestre de 2022, ficando no próximo ano em média em 99,9 milhões de bpd. Ela espera que a atividade econômica ganhe impulso, apoiada por estímulos, enquanto a pandemia da covid-19 é controlada por vacinação e melhora nos tratamentos, apoiando a alta na demanda pelo óleo.
Em seu levantamento, a Opep elevou a previsão de alta na oferta de petróleo de fora do grupo em 270 mil bpd, a 1,1 milhão de bpd. Para 2022, essa previsão de avanço na oferta de fora do grupo cresceu 84 mil, a 2,9 milhões de bpd. Já a previsão da Opep pela demanda por seu próprio petróleo em 2021 foi cortada em 200 mil bpd, a 27,4 milhões de bpd. Para 2022, ela foi reduzida em 1,1 milhão de bpd, a 27,6 milhões de bpd.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Motoristas fazem fila para abastecer em posto com gasolina a R$ 5,43 em Fortaleza

ECONOMIA
09:18 | Ago. 12, 2021
Autor Alan Magno
Foto do autor
Alan Magno Autor
Ver perfil do autor
Tipo Noticia

No dia em que a Petrobras implementa novo reajuste nos combustíveis, o nono aumento do ano, um posto de gasolina no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza, vai na contramão e oferta litro da gasolina comum por R$ 5,43. Valor, ainda que elevado, frente ao preço máximo de R$ 6,62 cobrado pelo combustível no Ceará gera filas de motoristas em busca de economia. 

Conforme O POVO constatou, dezenas de carros se emaranhavam nas proximidades do posto de gasolina localizado na esquina da Avenida Barão de Studart com rua Júlio Siqueira, na Capital. De modelos populares até veículos de alto padrão, a busca por combustíveis com preços mais acessíveis fez com que diversos motoristas esperassem na longa fila que se forma ao redor do estabelecimento. 

Outros combustíveis, como a Gasolina Aditivada, Etanol Hidratado (álcool veicular) e o diesel, também estão sendo comercializados pelo posto de gasolina com valores abaixo da média de preço registrada em Fortaleza. 

O valor de venda da gasolina comum mais baixo que foi encontrado em Fortaleza no último levantamento da Agência Nacional de Petroleo e Bioquímicos (ANP), feito entre o dia 1º e 12 de agosto, era de R$ 5,49. O que explica a paciência dos motoristas na espera para abastecer o tanque. 

A caçada por postos de combustíveis que ofertam gasolina mais barata se fortifica a medida que a sequência de reajuste nos preços cobrados pela Petrobras nas refinarias aumenta. Ainda em junho deste ano, filas em postos com preços ligeiramente mais baixos, já se faziam recorrentes na Capital. 

Com possibilidade de pagamento no cartão de crédito, débito ou ainda com dinheiro em espécie, o posto vende o litro do Etanol por R$ 5,1, quando a média de preço na Capital está em R$ 5,27 e comercializa o diesel S-10 por R$ 4,67 enquanto a média de venda na Cidade é de R$ 4,83.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Polícia Civil cumpre 54 mandados de prisão no sul do estado do Rio

Geral
09:04 | Ago. 12, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo

Policiais civis cumprem hoje (12) 54 mandados de prisão temporária em uma ação contra suspeitos de crimes como exploração ilegal de serviços de internet e TV a cabo. O grupo, que age no sul do estado do Rio de Janeiro, também atua na venda de botijão de gás.

De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, as ações criminosas eram coordenadas através de aplicativos de mensagens. Muitos dos suspeitos de chefiar o grupo já estão presos, mas continuam agindo.

Os mandados, que também incluem 168 buscas e apreensões, estão sendo cumpridos nas cidades de Resende, Itatiaia e Porto Real. Até as 8h30 de hoje, 22 pessoas tinham sido presas.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Dori Alimentos mira redução de dívidas com estreia na B3

ECONOMIA
09:02 | Ago. 12, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo

A Dori Alimentos, empresa familiar do interior de São Paulo conhecida por seus doces e confeitos, entrou ontem com pedido na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3, que inclui uma venda primária de ações - pela qual os recursos vão para o caixa da empresa.
Além disso, a operação vai incluir também uma venda secundária, em que o fundo de private equity Acon Investments deve oferecer parte de suas ações, por meio da CandyCo Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, que detém 30,5% da empresa.
A Dori foi fundada em Marília, no interior paulista, em 1967, pela família Barion, que controla a empresa. A companhia é dona de marcas como Disqueti, o amendoim japonês Dori e as balas Gomets. A participação da Dori em alguns de seus segmentos chega a 60%.
A companhia faz parte de um setor estimado em US$ 14,4 bilhões em 2020, segundo a Euromonitor, podendo atingir US$ 17,3 bilhões em 2026. A companhia faturou R$ 426 milhões, o que representou uma alta de 39% em relação ao mesmo período do ano passado.
Os recursos captados na oferta primária vão para o pagamento de debêntures privadas e para sustentar o plano de crescimento orgânico da Dori, incluindo o desenvolvimento de novas linhas e o aprimoramento de canais de venda, de acordo com o prospecto.
Dívidas
Na parte das dívidas, a empresa informa ter uma debênture com saldo devedor de R$ 120 milhões, que pretende quitar integralmente com recursos captados na estreia na Bolsa brasileira. Esta foi a segunda emissão da empresa, lançada em setembro do ano passado e com vencimento em 2025.
A empresa ressalta que uma das tendências do mercado é a busca por opções de lanches sem glúten, sem lactose, sem gordura e com certificado vegano. A empresa até informa no prospecto que é alvo de uma ação na Justiça, de 2016, por não informar em suas embalagens os potenciais danos do consumo de glúten.
O IPO da Dori é coordenado por Itaú BBA, JPMorgan, XP e Banco Safra.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags