PUBLICIDADE
Economia
NOTÍCIA

Movimento nos portos do Ceará não é afetado pela greve dos caminhoneiros

De acordo com a Companhia Docas do Ceará, administradora do Porto do Mucuripe, cronograma de movimentação das cargas segue regular

Samuel Pimentel
12:26 | 26/07/2021
Terminal localizado em Fortaleza abriga o parque de armazenamento de combustíveis do Estado (Foto: FABIO LIMA)
Terminal localizado em Fortaleza abriga o parque de armazenamento de combustíveis do Estado (Foto: FABIO LIMA)

A movimentação de cargas no Porto do Mucuripe, em Fortaleza, e do Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, segue regular nesta segunda-feira, 26, apesar das paralisações que se observaram na BR-116, no domingo, 25. De acordo com a Companhia Docas do Ceará e a Ceará Porto, os equipamentos não foram afetados.

ACOMPANHE A COBERTURA | Brejo Santo: Caminhoneiros em greve já seguiram viagem, diz PRF

+ Apesar dos movimentos no Ceará e no Porto de Santos, adesão à greve não é grande
+ Protestos da greve dos caminhoneiros são registrados no Ceará e em outros cinco estados

"A circulação de caminhões no Porto de Fortaleza neste momento segue o cronograma atual das cargas movimentadas pelos clientes neste modal marítimo", diz a administradora do Porto de Fortaleza em nota.

No Porto do Pecém, também não houve movimento anormal e, diferente do último dia 14, quando caminhoneiros bloquearam a CE-155 com pneus em chamas, não houve qualquer ocorrência que impedisse o transporte de cargas na estrada que dá acesso ao complexo do Pecém.

Movimento

Ainda na madrugada desta segunda-feira, 26, às 2h50min, um movimento iniciado por caminhoneiros autônomos iniciou protesto próximo ao Porto de Santos. O presidente da Associação Nacional de Transporte do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, destaca que o movimento vai durar por período indeterminado. "Nós demos início aos piquetes, à conscientização e paralização, na entrada do Porto de Santos, fazendo nosso protesto".

Piso mínimo do frete e reforma tributária que defina um imposto único para os combustíveis em todos os estados são pautas defendidas pelos caminhoneiros, mas, a principal, é mesmo o fim da política de paridade internacional de preços dos combustíveis. "Nós não aguentamos mais pagar combustíveis com preços internacionais", afirma o presidente da ANTB.