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Economia
NOTÍCIA

Imóveis: preço do metro quadrado em Fortaleza registra leve alta

Meireles, Patriolino Ribeiro e Mucuripe são os bairros com médias mais altas para comprar imóveis na Capital, aponta estudo

14:45 | 09/07/2020
Meireles, Patriolino Ribeiro e Mucuripe são os bairros com a maior alta no preço do metro quadrado na Cidade (Foto: Fco Fontenele)
Meireles, Patriolino Ribeiro e Mucuripe são os bairros com a maior alta no preço do metro quadrado na Cidade (Foto: Fco Fontenele)

O preço do metro quadrado em Fortaleza registrou alta de 0,2% em junho deste ano, atingindo o valor de R$ 4.847, apesar do cenário pouco favorável para consumo devido à pandemia do novo coronavírus, segundo estudo do Imovelweb. Na análise da evolução imobiliária dos últimos 12 meses, o valor apresentou queda de 4,4%.

Para os que buscam realizar um investimento na compra de imóvel na capital cearense, o estudo aponta que, para adquirir uma propriedade padrão de 65m², com dois dormitórios e uma vaga de garagem, é necessário desembolsar em torno de R$ 315.100 para realizar a compra. Já para aqueles que buscam por locais com três quartos, o investimento fica no valor de R$ 401.300.

Ainda conforme o levantamento, os bairros com maiores com maiores altas para comprar imóveis em Fortaleza são Meireles (R$ 7.589), Patriolino Ribeiro (R$ 7.250) e Mucuripe (R$ 7.041). Os menores preços foram registrados no Ancuri (R$ 2.072), Jangurussu (R$ 2.345) e Praia do Futuro I (R$ 2.402).

Em relação aos últimos 12 meses, Patriolino Ribeiro (R$ 7.250,00/m²) foi o bairro que mais apresentou valorização no preço do metro quadrado, com crescimento de 9,5%, seguido de Mucuripe (R$ 7.041,00/m²) e Praia de Iracema (R$ 6.056,00/m²), que sofreram elevações de 6,2% e 3,9%.

Desvalorização

O bairro Pici foi a região que apontou maior desvalorização no preço de venda de imóveis na Capital, com queda de 19,7%, atingindo R$ 4.922,00/m² nos últimos 12 meses. Logo em seguida, aparecem os bairros Manoel Sátiro (R$ 2.484) e Vicente Pinzon (R$ 3.900), que registraram baixas de 17,0% e 13,5%, respectivamente.