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Com destaque para móveis e eletrodomésticos, comércio varejista cresce 1,1% no Ceará

O volume de vendas do comércio varejista ampliado no Ceará, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou queda de 0,1% pela primeira vez em nove meses

18:00 | 15/01/2020
O volume de vendas do comércio varejista ampliado no Ceará, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção.
O volume de vendas do comércio varejista ampliado no Ceará, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção. (Foto: MAURI MELO/O POVO)

O comércio varejista cearense avançou 1,1% em novembro, comparado ao mês de outubro do ano passado. É o que indica dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 15. O efeito das vendas durante a Black Friday pode ter sido um dos motivos que impulsou o aumento. Móveis e eletrodomésticos destacam-se nesse setor, com 20,5% das vendas.

O volume de vendas do comércio varejista ampliado no Ceará, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou queda de 0,1% pela primeira vez em nove meses. Devido ao desempenho econômico abaixo do esperado no fim de 2019, a Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) reduziu para 5,4% a estimativa de crescimento do varejo em 2020.

Em novembro de 2019, frente a igual mês do ano anterior, o comércio varejista mostrou aumento de 0,8%, com predominância de taxas positivas atingindo cinco das oito atividades pesquisadas.

Sobe:

Móveis e eletrodomésticos (20,5%); Combustíveis e lubrificantes (4,1%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,9%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,5%); Tecidos, vestuário e calçados (0,1%).

Desce:

Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-2,6%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-7,3%); comércio de Livros, jornais, revistas e papelaria (-21,7%).