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Réu envolvido na morte de policiais militares em Quixadá é condenado a 123 anos

As vítimas foram os policiais Francisco Guanabara Filho, Antônio Joel de Oliveira Pinto e Antônio Lopes Miranda Filho, todos mortos quando interceptaram assaltantes de banco
22:22 | Dez. 18, 2021
Autor Jéssika Sisnando
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Jéssika Sisnando Repórter
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Tipo Notícia

José Massiano Ribeiro foi condenado pela morte de três policiais militares na cidade de Quixadá, no Ceará. O caso foi registrado no dia 30 de junho de 2016, quando houve ainda tentativa de assassinato contra mais cinco policiais. A decisão da 3ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza foi proferida na última sexta-feira, 30, e determinou ao réu 123 anos de reclusão.

QUIXADÁ, CE, BRASIL, 01-07-2016: Viatura da Polícia Militar, destruída após troca de tiros com quadrilha que resultou na morte de policiais militares. Funeral de policiais militares, mortos em emboscada por quadrilha de criminosos. (Foto: Fábio Lima/O POVO)
QUIXADÁ, CE, BRASIL, 01-07-2016: Viatura da Polícia Militar, destruída após troca de tiros com quadrilha que resultou na morte de policiais militares. Funeral de policiais militares, mortos em emboscada por quadrilha de criminosos. (Foto: Fábio Lima/O POVO) (Foto: Fábio Lima/ O POVO )

As vítimas foram os policiais Francisco Guanabara Filho, Antônio Joel de Oliveira Pinto e Antônio Lopes Miranda Filho, todos mortos quando interceptaram assaltantes de banco. Além das mortes, o réu também foi julgado por sequestros, roubo, adulteração de sinal identificador e organização criminosa.

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QUIXADA, CE, BRASIL, 01-07-2016 : Funeral dos policiais mortos em confronto com bandidos.   (Foto: Fabio Lima/O POVO)
QUIXADA, CE, BRASIL, 01-07-2016 : Funeral dos policiais mortos em confronto com bandidos. (Foto: Fabio Lima/O POVO) (Foto: Fábio Lima/O POVO )


A pena para cada crime de homicídio praticado foi de 17 anos e três meses; já nas tentativas de homicídio, a pena foi de 10 anos e um mês. José Massiano foi condenado a um ano pelos crimes de sequestro e os de roubo, a cinco anos e quatro meses de reclusão. Já no caso de adulteração do sinal identificador, a pena foi de três anos. A pena de organização criminosa foi fixada em quatro anos, e o resultado foi um total de 123 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente fechado.

Quixadá ficou de luto em 2016 após morte de policiais militares 

Os três policiais militares foram mortos quando tentavam impedir o roubo a um carro-forte, no distrito de Juatama. Os corpos foram velados no dia 1ª de julho, um dia seguinte ao crime. Um dos policiais, o sargento Francisco Guanabara, estava prestes a se aposentar.

Os criminosos estavam armados de fuzil. Na manhã do velório, a cidade parecia pequena para a quantidade de pessoas que prestava o último adeus aos profissionais da segurança. O Corpo de Bombeiros fez um cortejo e, enquanto o veículo passava, as pessoas permaneciam do lado de fora de suas casas e observavam, perplexos, ao que havia acontecido. Os comércios estavam fechados, o cemitério lotado. 

 

 

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