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PM reforça policiamento no Acaracuzinho após região virar alvo de facções

No sábado, tiroteio entre PMs e criminosos foi registrado após informes de que facções entrariam em confronto no bairro

Os últimos dias têm sido de tensão para os moradores do bairro Acaracuzinho, em Maracanaú (Região Metropolitana de Fortaleza). O bairro e os arredores têm registrado confronto entre facções criminosas, que incluem tiroteios e ameaças a moradores. O POVO apurou que uma facção busca estabelecer domínio na localidade em detrimento dos rivais.

Na madrugada desse sábado, 21, foi registrado o mais recente episódio de violência na região. No bairro vizinho, Santo Sátiro, policiais militares entraram em confronto com homens armados. Uma aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) chegou a ser acionada para a ocorrência, mas nenhum suspeito foi preso.

De acordo com a assessoria de comunicação da PM, os militares obtiveram informações de que grupos rivais poderiam enfrentar-se na região e, por isso, “estavam atentos na localidade”.

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A PM também informou ter reforçado o policiamento na região. A corporação disse que, nesta semana, uma Plataforma de Observação Elevada (POE) deve ser instalada na região. O intuito é reforçar ações operacionais que já estão sendo desenvolvidas por unidades como a Força Tática do 14º Batalhão, o Comando de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio) e o Comando de Policiamento de Choque (CPChoque).

“Todas as ações estão sendo acompanhadas 24h por oficial, de modo que toda ocorrência de tiroteio ou de perturbação da ordem na área será prevenida e reprimida fortemente”, disse a PM em nota.

Entenda como o Acaracuzinho virou alvo das facções

A onda de violência no Acaracuzinho e arredores teve início na segunda-feira, 16. Nas redes sociais, mensagens atribuídas à facção Comando Vermelho (CV) passaram a circular afirmando que criminosos ligados à facção Guardiões do Estado (GDE) teriam trocado de organização criminosa e aderido ao grupo de origem carioca. As postagens vinham acompanhadas de ameaças a supostos integrantes da GDE. Naquele dia, um homem foi encontrado morto a tiros no bairro.

As publicações levaram pânico aos moradores da região. Conforme um deles afirmou ao O POVO, no bairro passaram a circular boatos de que o CV invadiria a região. Conforme ele, que terá a identidade preservada, a situação tem feito com que até mesmo alunos deixassem de ir à escola.

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