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Preso suspeito de matar o pistoleiro Mainha

A prisão ocorreu quando Manuel Carneiro foi flagrado numa caminhonete por policiais, em Jaguaribe. Com ele, a Polícia encontrou uma pistola ponto 40 e um revólver 38

07:29 | 12/03/2013
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A Polícia prendeu, na madrugada desta terça-feira, 12, por volta de 00h45, na CE 275, no distrito de Feiticeiro, em Jaguaribe (Vale Jaguaribano), Manuel Carneiro Neto, o “Manoel Preto”. Segundo o comandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI), coronel Hervano Macedo, ele é o principal suspeito de ter assassinado em janeiro de 2011, na cidade de Maranguape (Região Metropolitana de Fortaleza), o pistoleiro Idelfonso Maia Cunha, o Mainha.

A prisão ocorreu quando Manuel Carneiro foi flagrado numa caminhonete L200 por policiais militares. Com ele, foi encontrada uma pistola ponto 40, de uso exclusivo da PM, com dois carregadores e 18 cartuchos intactos, e um revólver calibre 38, com seis cartuchos intactos.

Manuel Carneiro é suspeito de várias práticas criminosas como assaltos e até assassinato de um advogado em Fortaleza, de acordo com informações da Polícia.

Execução

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O pistoleiro Idelfonso Maia Cunha, o Mainha, de 55 anos, foi encontrado morto no dia 4 janeiro de 2011, no município de Maranguape, Região Metropolitana de Fortaleza.

O corpo do pistoleiro foi encontrado com nove perfurações na cabeça, no peito e nos braços. Testemunhas informaram à Polícia que os tiros foram disparados por dois homens que teriam agido de dentro de um veículo preto.

No local do crime, próximo ao pistoleiro, ficaram cápsulas de pistola ponto 40, o mesmo tipo de arma que foi apreendida com 'Manoel Preto'.   

"Justiceiro"

Natural da região Jaguaribana, Mainha era um dos mais conhecidos pistoleiros do País. Ele teria matado pelo menos cem pessoas em vários estados do Nordeste, e cumpria pena em regime semiaberto. Em 1994, durante rebelião no Instituto Penal Paulo Sarasate (IPPS), ganhou destaque ao conseguir resgatar e salvar a vida de Dom Aloísio Lorscheider, que havia sido feito refém por outros detentos.  

Redação O POVO Online

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