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Ceará
NOTÍCIA

56 escolas estaduais estão com atividades presenciais preparatórias para o Enem

104 mil estudantes da rede estadual do Ceará estão inscritos no Enem

Ítalo Cosme
14:42 | 12/01/2021
Escola de Ensino Fundamental e Médio Bárbara de Alencar está com aulas presenciais para alunos do ensino médio e EJA (Foto: Thais Mesquita/OPOVO) (Foto: Thais Mesquita)
Escola de Ensino Fundamental e Médio Bárbara de Alencar está com aulas presenciais para alunos do ensino médio e EJA (Foto: Thais Mesquita/OPOVO) (Foto: Thais Mesquita)

Cerca de 56 escolas de ensino médio do Ceará estão com atividades presenciais preparatórias para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), previsto para ocorrer nos próximos dois domingos, dias 17 e 24 deste mês (versão impressa) e 31 de janeiro e 7 de fevereiro (versão digital). Na última semana, o número era de 34. A rede pública estadual de ensino conta com 730 escolas.

A Secretaria da Educação do Estado (Seduc) não detalhou onde estão as unidades educacionais que reabriram esta semana. Das 34 com atividades presenciais na semana passada, três estavam em Fortaleza.

Conforme a Pasta, a reabertura obedece aos decretos governamentais vigentes e aos protocolos de segurança sanitária orientados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ao todo, 104.154 estudantes da rede estadual estão inscritos no Enem, o que corresponde a 99,7% da matrícula da 3ª série do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) II. Destes, 122 optaram por fazer as provas digitais.

Mesmo com movimento nacional para o adiamento do Exame, o títular do Ministério da Educação(MEC), Milton Ribeiro, descartou postergar as provas pela segunda vez. Em entrevista à CNN Brasil, nesta terça-feira, 12, o ministro afirmou que é minoria do alunado que quer mudança nas datas. O gestor reiterou ainda o compromisso em seguir as medidas de biossegurança.

Nesta segunda, a Justiça Federal de São Paulo negou pedido apresentado pela Defensoria Pública da União (DPU), feito na última sexta-feira, 8, para adiamento das provas. O argumento, assim como dos estudantes e professores, é de que falta segurança em meio à pandemia de Covid-19. Nos últimos dois dias, o país tem registrado crescente no número de mortes, a quantidade já passa de mais de mil óbitos diários. (Colaborou Laís Oliveira / Especial para OPOVO)