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Trecho do Anel Viário é liberado nesta terça-feira

Seinfra e DER entregam duplicação de rodovia entre Maranguape e Eusébio

10:26 | 19/02/2019
Com trecho entregue nesta terça-feira, 19, as obras no Anel Viário devem beneficiar diretamente os municípios de Caucaia, Eusébio, Maracanaú e Maranguape. (Foto: Heloísa Vasconcelos/ especial para O Povo)
Com trecho entregue nesta terça-feira, 19, as obras no Anel Viário devem beneficiar diretamente os municípios de Caucaia, Eusébio, Maracanaú e Maranguape. (Foto: Heloísa Vasconcelos/ especial para O Povo)

Pista duplicada no sentido Maranguape-Eusébio foi liberada nesta manhã, 19. O trecho do Anel Viário entre a CE-040, no Eusébio, e a CE-065, em Maranguape, corresponde a 19 quilômetros. A expectativa é que haja melhoria do tráfego na Região Metropolitana de Fortaleza, principalmente em Maracanaú, que conta com um Distrito Industrial e a Central de Abastecimento do Ceará (Ceasa/CE).

Presente no momento da liberação, o secretário da Infraestrutura, Lúcio Gomes, explicou que “a intenção é segregar [os trechos prontos daqueles ainda em execução] para que o transtorno diminua e a velocidade melhore, mas com segurança”. O secretário afirmou ainda que cerca de 50 mil veículos trafegam no trecho diariamente e que a liberação é “um alívio para o Centro de Fortaleza e traz mais conforto e segurança para o trânsito”.

+ Obras do Anel Viário atrasam sete anos

Com as obras, as pistas dos 32 quilômetros de extensão do Anel Viário, que se estende da CE-040 até a avenida Mister Hull, passarão a ter 16,5 metros de largura, em cada sentido. Segundo o superintendente do Departamento Estadual de Rodovias (DER), Sérgio Azevedo, as melhorias servirão “tanto para o usuário que leva cargas e transporta passageiros como para a comunidade que aqui reside e necessita se deslocar em pequenas distâncias”.

De acordo com a Seinfra e o DER, novas interdições devem ocorrer durante este ano para concluir as alças dos viadutos e requalificar o sentido Eusébio-Maranguape. Assumida pelo DER por meio de convênio assinado em 2011 entre os governos estadual e federal, a obra teve o primeiro contrato assinado em 2009 e está sete anos atrasada.

Redação O POVO Online