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Mulher em SP faz cirurgia para retirada de apêndice e descobre 270 pedras na vesícula

Vivendo à base de analgésicos durante anos, a fotógrafa paulista Lud Lower precisou ir ao hospital após sentir dores intensas no abdômen e nas costas

Uma descoberta inesperada fez de uma cirurgia de emergência um caso fora da curva em São Paulo. Ao sentir fortes dores abdominais ao voltar de uma viagem a trabalho, há cerca de um mês, a fotógrafa Ludmila Teixeira Lourenço, mais conhecida como Lud Lower, de 31 anos, precisou ir ao hospital, onde foi diagnosticada com apendicite. A surpresa veio quando a mulher acordou da cirurgia de retirada do apêndice e descobriu que tinha 270 pedras na vesícula.

A fotógrafa, que vivia “à base de analgésicos” há alguns anos por conta de dores nas costas, foi submetida a uma videolaparoscopia para a retirada do apêndice. No entanto, durante a cirurgia e sem saber, ela também precisou ter sua vesícula removida, pois nela foram achadas mais de duas centenas de pequenas pedras.

Ludmilla contou ao portal de notícias UOL que vivia exausta e com crises ansiosas para realizar as atividades cotidianas, inclusive para comer, pois seu corpo havia se habituado com as fortes dores que a acometiam por anos.

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Tendo sido diagnosticada com pedra na vesícula em dezembro de 2020, a jovem não conseguiu realizar a cirurgia devido à pandemia de Covid-19, pois os convênios médicos tinham suspendido as cirurgias consideradas eletivas.

Há cerca de um mês, após uma viagem a trabalho, ela voltou sentindo dores abdominais intensas e sofrendo com vômitos incessantes. Com a ida ao hospital, ela passou por uma tomografia e foi internada com urgência.

Quando acordou da cirurgia, o enfermeiro entregou-lhe um saco cheio com as pedras que foram retiradas, informando-a que elas estavam dentro de sua vesícula e que a maioria dos colegas de profissão nunca tinha visto uma quantidade tão grande.

Agora, depois de passar pelo susto da cirurgia, Ludmila relata estar mais calma, com mais vontade de viver e de realizar seus sonhos, pois seu corpo se encontra em um “delicioso silêncio”.

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