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Queiroga prevê fim da obrigatoriedade de máscara ao ar livre em novembro

O titular do Ministério da Saúde ressalta, nos bastidores, que é pessoalmente favorável ao uso do equipamento de proteção, mas contra a obrigatoriedade
12:16 | Set. 14, 2021
Autor Angélica Feitosa
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Angélica Feitosa Jornal
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A previsão do titular do Ministério da Saúde, Marcelo Queiroga, para o fim da obrigatoriedade do uso de máscara no País é a partir de novembro deste ano. Queiroga tem feito, nos bastidores, previsão mais exata de quando o governo federal poderá “recomendar” o fim do uso obrigatório de máscaras em lugares abertos no Brasil.

Em conversas com interlocutores, Queiroga arquiteta que, se os números da Covid-19 no País continuarem caindo, o Ministério vai poder orientar o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre a partir de novembro deste ano. As informações são do jornal Metrópole.

LEIA MAIS| Marcelo Queiroga nega saída do Ministério da Saúde

Nessa segunda-feira, 13, a média móvel de casos de Covid-19 no Brasil foi de 15.336. É o menor número desde 20 de maio de 2020, quando o indicador registrou 14.647 infecções, em média.

Nos bastidores, o titular da Saúde ressalta ser pessoalmente favorável ao uso do equipamento de proteção. Ele pondera, no entanto, ser contra tornar a medida obrigatória por meio de lei.

Queiroga tem sido pressionado pelo presidente Jair Bolsonaro. Na segunda-feira, 13, o ministro recebeu do chefe do executivo uma mensagem de WhatsApp com a notícia de que Portugal liberou o uso de máscaras nas ruas (Com informações do portal Metrópoles).

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Maioria do STF confirma liminar que garante segunda dose a São Paulo

Justiça
10:33 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para confirmar uma decisão do ministro Ricardo Lewandowski que, em agosto, concedeu uma liminar (decisão provisória) para garantir o envio de vacinas contra a covid-19 em número suficiente para a aplicação da segunda dose no estado de São Paulo.

Em agosto, Lewandowski determinou que o Ministério da Saúde, ao fazer a divisão dos quantitativos de vacinas enviadas aos estados, reserve ao estado de São Paulo número suficiente para a aplicação da segunda dose dentro do prazo estipulado na bula do imunizante pelo fabricantes.

Desde 3 de setembro o Supremo julga se confirma a decisão de Lewandowski. Até o momento, seis dos dez ministros votaram para confirmar a liminar. Além do próprio relator, também votaram favoravelmente Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Rosa Weber e Edson Fachin.

O julgamento ocorre no plenário virtual, e os ministros têm até as 23h59 desta terça-feira (14) para votar contra ou a favor da liminar de Lewandowski, salvo se houver algum pedido de vista (mais tempo de análise) ou destaque (remessa do caso ao plenário convencional).

Voto

Em seu voto, Lewandowski afirmou que a determinação do envio de vacinas se fez necessária depois de mudanças nos critérios de distribuição de doses promovidas em agosto, levadas a efeito pela União sem comunicação prévia aos entes federados (estados e municípios).

Os estados não tiveram tempo hábil para se adaptar, o que pode comprometer a aplicação da segunda dose em São Paulo dentro do cronograma previsto, que prevê o cumprimento do prazo previsto na bula das vacinas.

“Cumpre deixar claro que o prazo estabelecido pelos fabricantes das vacinas para a aplicação da segunda dose do imunizante, aliás expressamente considerado na aprovação concedida pela Anvisa, precisa ser rigorosamente respeitado, sob pena de ineficácia da imunização”, afirmou Lewandowski.

Ao acionar o Supremo, procuradores de São Paulo alegaram que, desde a adoção desses novos critérios, 228 mil doses deixaram de ser encaminhadas ao estado de forma “descabida”.

O voto do relator foi acompanhado integralmente pelos outros cinco ministros que votaram até o momento.

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Covid-19: Rio aplica dose de reforço em idosos de 94 anos

Saúde
08:27 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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Dentro da campanha de imunização contra a covid-19, a prefeitura do Rio de Janeiro aplica hoje (14) a dose de reforço nos idosos de 94 anos ou mais. Esta etapa começou ontem (13), com a vacinação extra das pessoas com 95 anos ou mais, e segue o calendário com idade decrescente. Dessa forma, no sábado será a vez dos idosos de 90 anos ou mais.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a dose de reforço será aplicada em quem tomou as duas primeiras na capital e requer intervalo de pelo menos três meses da segunda dose. Serão utilizadas para o reforço as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca/Fiocruz, dependendo da disponibilidade.

A repescagem de primeira dose esta semana continua para pessoas com deficiência com 12 anos ou mais, gestantes, puérperas e lactantes, além do público a partir de 22 anos. Amanhã, será retomada a imunização dos adolescentes, com meninas de 14 anos. Os meninos dessa idade devem comparecer aos postos na sexta-feira.

Datas

A confirmação das datas para aplicação nos adolescentes de 13 e 12 anos será divulgada quando a prefeitura receber novas doses da Pfizer, única vacina liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para esse público.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou que recebeu na tarde de ontem (13) 464.490 doses da Pfizer, a serem destinadas para primeira e segunda aplicação. A distribuição para os municípios do estado do Rio começou a ser feita ainda ontem e será concluída até amanhã.

A vacinação na cidade do Rio de Janeiro já contemplou 79,7% da população com a primeira dose e 45,4% com o esquema completo. Considerada a população-alvo, a partir de 12 anos, já foram atingidos 93% com a D1 e 52,8% com as duas aplicações ou a dose única da Jansen.

No estado, os dados oficiais indicam 10.988.356 pessoas com a D1, o que corresponde a 62,92% da população. Ao todo, 5.388.516 receberam a D2 e 337.159 a dose única, o que significa que 32,79% da população do estado do Rio completaram o esquema vacinal contra a covid-19.

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Covid-19: spray nasal feito no Brasil pode estar disponível até 2022

Saúde
06:58 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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Uma vacina em forma de spray nasal contra a covid-19 está sendo desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em fase de estudos, o novo imunizante promete ser de baixo custo, proteger contra variantes e bloquear o novo vírus ainda no nariz. A expectativa é que ela esteja disponível até o fim de 2022.

“Você já começa a induzir resposta no epitélio nasal e induzir a produção de um anticorpo que é muito importante nas mucosas, que são as IgAs [Imunoglobulina A] secretórias”, explica o coordenador do estudo, Jorge Elias Kalil Filho, professor da Faculdade de Medicina da USP e chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas.

Além de inovar na forma de inoculação do vírus, com aplicação pelo nariz e não por via intramuscular, o imunizante também se diferencia no antígeno. “Em vez de usarmos a Spike do vírus de Wuhan, nós vamos utilizar só a RBD [domínio receptor obrigatório, pela sigla em inglês] das quatro variantes de preocupação”, diz Kalil Filho. De acordo com a Fiocruz, a proteína Spike é associada à capacidade de entrada do patógeno nas células humanas e é um dos principais alvos dos anticorpos neutralizantes produzidos pelo organismo para bloquear o vírus.

O pesquisador explica ainda que o antígeno vai conter pedaços de proteínas que estimulem a resposta celular mais duradoura do que aquela mediada pelos anticorpos neutralizantes. “Nós estudamos 220 pessoas que tiveram a doença, estudamos também por informática todo o genoma do vírus e selecionamos fragmentos que teoricamente induzem uma boa resposta celular”, acrescenta. 

O imunizante, portanto, deve incluir fragmentos que são capazes de matar a célula, caso ela seja infectada. “Se o vírus entrar na célula, a única coisa que você pode fazer é usar as células chamadas CD8 citotóxicas, que matam a célula infectada”, afirma Kalil Filho. O spray deve incluir, portanto, os chamados linfócitos T CD8+ citotóxicos, que matam células doentes, e os linfócitos T CD4+, que auxiliam na produção de anticorpos e nas respostas citotóxicas.

Outra inovação do produto é a criação de um tipo de nanopartícula que adere à mucosa do nariz. “A mucosa tem muitos cílios que não deixam nada aderir, mas desenvolvemos um jeito de colocar uma formulação específica em que a gente induz uma resposta de mucosa importante”, acrescenta o médico.

Sobre o custo, Kalil Filho diz que deve ficar em torno de US$ 5, mas que ainda são necessárias outras análises relacionadas ao rendimento. “Nós temos alguns laboratórios que produzem proteínas recombinantes, mas ainda está muito no início, então estamos tratando com as empresas farmacêuticas pra ver se a gente acha alguma que consiga produzir com boa quantidade”.

A vacina spray nasal pode funcionar como um reforço para as doses já existentes e aplicadas por via intramuscular. “Provavelmente, quando o spray estiver pronto, boa parte da população mundial vai estar vacinada. Eu acredito que ele vai ser, sobretudo, como uma dose de reforço”, afirmou o médico. 

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Com avanço da vacinação, ocupação das UTIs Covid-19 no Ceará chega a 37%

COVID-19
23:54 | Set. 13, 2021
Autor Luciano Cesário
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Com o avanço da vacinação e queda progressiva nos indicadores de transmissão da Covid-19, a taxa de ocupação das UTIs para pacientes com o novo coronavírus segue em queda no Ceará. Conforme dados da plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), o índice atual é de 37%. Nas enfermarias, o percentual é ainda menor, chegando a 20%. A média geral está abaixo de 50% desde o dia 19 de julho, cenário que contrasta com os meses de março e abril deste ano, quando o Estado atingiu 100% de ocupação durante o pico da onda de infecções. O monitoramento foi atualizado às 23h03min desta segunda-feira, 13, e considera tanto os hospitais públicos como os particulares localizados na Capital e no Interior.

Dentre as cinco macrorregiões de Saúde do Estado, o Sertão Central é a única com mais da metade da oferta de leitos ocupados (55%). Na sequência aparece a Região Metropolitana de Fortaleza (45%), seguida pelas regiões Norte (28%) e Cariri (28%). No Litoral Leste/Jaguaribe, não há mais leitos de UTI ativos, segundo a plataforma. Já em relação às enfermarias, os 29 leitos em oferta estão vazios. 

LEIA MAIS | Perdeu data da segunda dose da vacina contra Covid? Saiba onde ser imunizado

Na contramão dos leitos adultos, nas UTIS pediátricas a média de ocupação tem oscilado para cima. Nos últimos sete dias, o indicador foi de 44% para 72%. Por outro lado, não há nenhum recém-nascido hospitalizado em UTI ou enfermaria por causa da Covid-19 no Ceará, conforme os índices da plataforma. 

A queda na demanda por leitos é acompanhada por redução de casos e mortes em decorrência da infecção. Nos primeiros 13 dias de setembro, o média de novos casos positivos foi 81% menor em relação ao mesmo período do mês anterior. Durante o intervalo, o total de casos passou de 3.921 para 717. Houve queda também no número de óbitos, que passou de 79 para 27. 

A pandemia perde força ao mesmo tempo em que a vacinação avança em todos os municípios cearenses. Considerando dados da ferramenta Vacinômetro, da Sesa, o percentual da população adulta que já tomou ao menos uma dose do imunizante contra a Covid-19 chega no Ceará chega a 63%. Foram 5,8 milhões de vacinas aplicadas para um universo de 9,2 milhões de habitantes em todo o Estado, segundo estimativa mais recente do IBGE. Já os vacinados com segunda dose (2,7 milhões), representam 29% do total de moradores.

Fila por leitos

Apesar da queda nos indicadores de ocupação na rede hospitalar do Estado, de forma geral, ainda há pacientes na fila de espera por leitos. Até a última atualização do IntegraSUS, dez pessoas estavam à espera por uma vaga no sistema de regulação da Sesa. Dessas, 2 aguardavam para serem transferidas a uma UTI e o mesmo número para leito de enfermaria.

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Rede municipal: 80% dos adolescentes matriculados estão cadastrados para vacinação

Fortaleza
23:19 | Set. 13, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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Ana Rute Ramires Autor
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Na próxima segunda-feira, 20, os estudantes do 6º, 7º, 8º e 9º anos da Rede Municipal devem voltar às aulas presenciais. Conforme acompanhamento diário realizado pela Secretaria Municipal da Educação (SME), do total de 75.768 estudantes na faixa etária entre 12 e 17 anos, 60.752 já estão cadastrados no Saúde Digital para vacinação contra a Covid-19. Número de cadastros corresponde a 80,18% do total de matriculados nesse grupo etário.

A data para início da última etapa do retorno ao ensino presencial é uma expectativa da pasta para que a expressiva maioria dos adolescentes com 12 anos ou mais já esteja vacinada com a primeira dose. Na próxima semana, previsão é que 100% dos alunos da rede já estejam fazendo parte do retorno híbrido. Será um rodízio semanal, com 50% da turma se revezando entre as aulas nas escolas e a realização de atividades domiciliares.

Nesta segunda-feira, 13, foi a vez do retorno dos alunos dos 3º, 4º e 5º anos do ensino fundamental e do Infantil I e II nas escolas da rede pública de Fortaleza. Considerando as crianças da educação infantil que iniciaram o retorno na semana passada, 61,3% dos alunos da rede já foram incluídos no retorno.

VEJA TAMBÉM | Passo a passo: como se cadastrar para a vacinação contra a Covid-19 no Ceará

Cadastramento

Conforme acompanhamento disponibilizado na plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), atualizada às 20h09min dessa segunda-feira, 13, já foram realizados 189.071 cadastros de jovens entre 12 e 17 anos que moram na Capital. Desse total, 123.369 já receberam a primeira dose do imunizante.

Segundo a pasta municipal da Educação, desde o início do cadastramento dos adolescentes de 12 a 17 anos, as unidades escolares estão realizando mobilização e contato diário com os pais e responsáveis para que o cadastro dos alunos matriculados na Rede Municipal seja efetuado, assim como efetuando o cadastro.

A pasta informa que "as unidades continuam com a ação de sensibilização e esclarecimento junto às famílias daqueles alunos ainda não cadastrados, assim como o apoio à realização do cadastro na plataforma".

No Estado, pelo menos 92 municípios já iniciaram aplicação da primeira dose da vacina em adolescentes de 12 a 17 anos. Número corresponde à metade dos 184 municípios cearenses. O cronograma da aplicação da primeira dose da vacina nesse público ocorre conforme a organização de cada município.

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