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Maior miliciano do Rio é morto pela Polícia em visita de Dia dos Namorados

Miliciano foi morto ao visitar a família no Dia dos Namorados. Operação foi cercada de sigilo. Veja como foi a morte dele

12:23 | 12/06/2021
Wellington da Silva Braga, o Ecko, era o criminoso mais procurado do Rio de Janeiro (Foto: MINISTÉRIO DA JUSTIÇA)
Wellington da Silva Braga, o Ecko, era o criminoso mais procurado do Rio de Janeiro (Foto: MINISTÉRIO DA JUSTIÇA)

Criminoso mais procurado do Rio de Janeiro, Wellington da Silva Braga, o Ecko, chefe da maior milícia do Rio, foi morto pela Polícia Civil neste sábado.

Ecko foi atingido com dois tiros na altura do coração, enquanto visitava a mulher e os filhos na Comunidade das Três Pontes, em Paciência, Zona Oeste do Rio. Ele foi levado de helicóptero ao Hospital Municipal Miguel Couto, mas chegou morto.

 

O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), comemorou a operação. "Demos um golpe duro nas facções criminosas do Estado. Parabéns, Polícia Civil, pela operação cirúrgica e sigilosa que capturou o Ecko, miliciano mais procurado do Brasil."

Como Ecko morreu

Era por volta de 4 horas da madrugada quando Ecko chegou à residência da esposa. Horas depois, o local foi cercado pela Polícia Civil. Ele tentou fugir pelos fundos e houve troca de tiros. O miliciano foi baleado dentro de um quarto. Com ele havia um fuzil.

Informações de inteligência indicaram que Ecko visitaria a família neste Dia dos Namorados. A operação foi conduzida com sigilo. No primeiro momento, apenas quatro policiais foram chamados para uma reunião. Neste sábado, 21 policiais foram até o local, pouco para uma ação desse porte e importância.

A milícia

A milícia Bonde do Ecko controla territórios da Zona Oeste carioca e da Baixada Fluminense. Eles dominam a prestação de vários serviços, de TV a cabo e Internet a venda de água e gás, e praticam extorção contra moradores e comerciantes.