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Brasil
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Rubinho critica Casseta e Planeta 10 anos após ser chamado de "atrasado"

Rubens foi vice-campeão mundial de Fórmula 1 em 2002 e 2004. Seu desempenho foi alvo de piadas no programa humorístico "Casseta e Planeta: Urgente". Em entrevista publicada nessa quarta-feira, 5, o piloto confessa que guarda mágoas

23:39 | 06/05/2021
A declaração foi feita durante entrevista ao podcast Mais Que Oito Minutos, de Rafinha Bastos, publicada na quarta-feira, 5 (Foto: Reprodução/YouTube)
A declaração foi feita durante entrevista ao podcast Mais Que Oito Minutos, de Rafinha Bastos, publicada na quarta-feira, 5 (Foto: Reprodução/YouTube)

O automobilista brasileiro Rubens Barrichello confessou que guarda mágoas do programa humorístico “Casseta e Planeta: Urgente” (no ar até 2010) devido às piadas feitas sobre ele e seu desempenho em disputas de Fórmula 1. A declaração foi feita durante entrevista ao podcast Mais Que Oito Minutos, de Rafinha Bastos, publicada na quarta-feira, 5.

“Ficou 11 anos no ar. Você fica brincando com o negócio do 'atrasado' porque o cara chegou em segundo? Quando você tem dentro do teu País, a casa que você trabalhar, um programa de humor que tira sarro perante certas situações...”, deliberou. Ele foi vice-campeão mundial de Fórmula 1 em 2002 e 2004.

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“Eu sempre fui parte do humor. Sentava com meu pai para ver a Escolinha do Professor Raimundo, Jô Soares, Chico Anysio, eu gostava desse tipo de humor. As pessoas têm o direito de fazer brincadeira. Não posso ficar chateado com um tipo de brincadeira, porque se o país inteiro brincou com uma história, não tem muito jeito. É que poucos foram lá para verificar [minha carreira]”.

No programa em questão, que era exibido pela emissora Globo e fez sucesso na década de 1990 e no início dos anos 2000, Barrichello era chamado de “Rubinho Pé de Chinelo”. Um dos motivos das piadas era o fato de Rubinho levar a pior na disputa com seu companheiro de equipe, o alemão Michael Schumacher.

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Também durante a entrevista, Rubinho pediu que suas conquistas automobilísticas fossem reconhecidas. “Não vamos esperar eu morrer para falar que eu era bom acertador [de carro]. Não é que eu quero que fale bem de mim, mas vão esperar todo mundo morrer para que o valor seja dado ou falado. Vamos reverenciar as pessoas em vida”, explicou. Confira na íntegra a entrevista: