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Renan analisa "apagão" do Brasil no terceiro set da derrota para os russos no vôlei

O revés ficou marcado pelo terceiro set, no qual os brasileiros tinham uma vantagem de oito pontos no placar e permitiram que os russos virassem
04:13 | Ago. 05, 2021
Autor - Gazeta Esportiva
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Nesta quinta-feira, o Brasil foi derrotado pelo Comitê Olímpico Russo na semifinal do vôlei masculino e ficará de fora da grande decisão da modalidade nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O revés ficou marcado pelo terceiro set, no qual os brasileiros tinham uma vantagem de oito pontos no placar e permitiram que os russos virassem.

Após a partida, Renan dal Zotto analisou o jogo e deixou claro que o time brasileiro já pensa na disputa pelo bronze.

"A gente lamenta demais não sair daqui com uma vitória, a gente queria demais disputar uma final. Mas vamos olhar para frente, dar parabéns à equipe russa, porque jogou agressiva o tempo todo. A gente suportou por um bom tempo, mas, da metade para frente, não conseguimos mais imprimir um ritmo forte no saque, e eles jogaram com o passe na mão. É difícil de jogar com eles assim. A garotada está de parabéns, porque se entregou ao máximo. Agora, vamos pensar na medalha de bronze", afirmou à TV Globo.

Ao falar sobre o terceiro set, Renan destacou a importância da entrada Yaroslav Podlesnykh em um momento critico do confronto, que permitiu que os russos crescessem na partida.

"São coisas que acontecem no esporte, não é a primeira vez que a gente vê isso acontecer em Jogos Olímpicos, de travar às vezes em uma rede. Foi o que aconteceu, eles foram felizes com a entrada do número 1, todos os saques dele entraram, travou aquela rede. São coisas que, infelizmente, acontecem no esporte. Ficam os aprendizados, para que a gente encontre outras soluções em momentos delicados", disse Renan.

Com a derrota, o Brasil interrompeu uma sequência de quatro finais seguidas no vôlei masculino em Jogos Olímpicos. O país foi ouro em 2004 (Atenas) e 2016 (no Rio), e prata em 2008 (Pequim) e 2012 (Londres).

A disputa de bronze está marcada para o próximo sábado, às 01h30 (horário de Brasília). O Brasil terá pela frente o perdedor do confronto entre Argentina e França, que se enfrentam na manhã desta quarta.

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Brasileiro Pedro Barros conquista medalha de prata no skate park em Tóquio 2020

Jogos Olímpicos
01:11 | Ago. 05, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O Brasil conquistou a medalha de prata no skate park em Tóquio 2020, na madrugada desta quinta-feira, 5. Pedro Barros subiu ao pódio na primeira final da modalidade da história dos Jogos Olímpicos.

Além dele, Pedro Quintas e Luiz Francisco também disputaram a final, mas ficaram na 8ª e 4ª colocação, respectivamente. O ouro ficou com o australiano Keegan Palmer, enquanto o bronze com o americano Cory Juneau.

A classificação ficou assim:

1º - Keegan Palmer (AUS): 95.83 pontos

2º - Pedro Barros (BRA): 86.14 pontos

3º - Cory Juneau (EUA): 84.13 pontos

Pedro Barros com a medalha de prata no skate park nas Olimpíadas de Tóquio 2020
Pedro Barros com a medalha de prata no skate park nas Olimpíadas de Tóquio 2020 (Foto: Loic VENANCE / AFP)

Após a final, Pedro Barros conversou com equipe da TV Globo, para quem mencionou que a "história" do skate park "é só um exemplo para o povo brasileiro". "Está na nossa mão. Podemos fazer do nosso País um lugar melhor através do amor e do respeito. A gente pode cair várias vezes no chão, mas a missão é ver um amanhã melhor", afirmou ele, visivelmente emocionado.

 

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Darlan Romani fica de fora do pódio e se despede de Tóquio 2020 sem medalha

Jogos olímpicos
00:14 | Ago. 05, 2021
Autor Wanderson Trindade
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Tipo Noticia

O brasileiro Darlan Romani ficou de fora do pódio no arremesso de peso nas Olimpíadas de Tóquio 2020. O atleta que emocionou o Brasil após disputa das semifinais, terminou a decisão na 4º colocação.

Natural de Concórdia, em Santa Catarina, o atleta de 30 anos alcançou a marca de 21m88.

Ele havia emocionado os brasileiros com a declaração dada após a classificação para a decisão, quando relembrou dos momentos complicados passados por ele e sua família em decorrência da Covid-19.

Darlan foi 5° colocado nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, tendo no currículo ainda o 4° lugar no Mundial de 2019 e o 1º lugar no Pan Americano de 2019.

Durante a disputa, os competidores puderam ver o americano Ryan Crouser bater o recorde olímpico três vezes, ao assinalar as marcas de 22.83m, 22.93m e 23.30m. O recorde anterior era dele próprio, alcançado nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016.

Confira como ficou a classificação

1 - Ryan Crouser (EUA) - 23.30m
2 - Joe Kovacs (EUA) - 22.65m
3 - Tom Walsh (NZL) - 22.18m
4 - Darlan Romani (BRA) - 21.88m

 

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Rayssa Leal volta à escola após medalha nas Olimpíadas e ganha homenagem: "Fadas também estudam"

Jogos Olímpicos
23:41 | Ago. 04, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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No retorno às aulas, Rayssa Leal voltou para a escola após conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Com apenas 13 anos, a skatista se tornou a medalhista mais jovem do Brasil.

Além de voltar à escola, Rayssa recebeu uma homenagem de seu colégio - um muro foi pintado com a imagem da atleta andando de skate e a frase: "If you can dream you can make it happen", se você pode sonhar, pode realizar.

"Fadas tbm estudam! Eu estava morrendo de saudade da minha escola, dos meus professores e dos meus amigos! Hoje, quando voltei, fiquei muito emocionada com essa surpresa linda! Uma parede todinha para mim", escreveu Rayssa.

A atleta também agradeceu ao Colégio Cebama, onde estuda, pelo incentivo durante sua carreira e comemorou o retorno.

"A minha escola sempre me incentivou e estiveram ao meu lado durante toda a minha trajetória. É muito bom estar de volta. Obrigada! Vocês foram essenciais para a conquista desse sonho", completou a atleta.

Rayssa Leal estreou nos Jogos Olímpicos junto com a modalidade skate street. De cara, a brasileira conquistou medalha de prata e ficou atrás apenas da japonesa Nishiya.

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Atleta olímpica de Belarus chega à Polônia para se refugiar

Jogos Olímpicos
23:34 | Ago. 04, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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A velocista de Belarus Krystsina Tsimanouskaya, que deixou os Jogos de Tóquio precipitadamente devido a um conflito com autoridades esportivas de seu país, desembarcou na noite desta quarta-feira, 4, na Polônia, que lhe concedeu um visto humanitário, uma vez que ela teme represálias em seu país.

Ameaçada de ser repatriada à força a Belarus após criticar a federação de atletismo de seu país, a atleta, de 24 anos, fez escala em Viena, onde um carro escoltado por dois veículos da polícia a aguardava, para "preservar a sua segurança", explicou o secretário de Estado austríaco, Magnus Brunner, que se encontrou com a atleta.

"Ela está bem, dadas as circunstâncias. Naturalmente, preocupa-se com sua família. Está cansada e tensa, após os acontecimentos dos últimos dias", disse Brunne, acrescentando que a atleta "está nervosa em relação ao que a espera". Krystsina ainda não se pronunciou.

 

A atleta explicou no domingo ter escapado de ser repatriada à força para Belarus, dias depois de criticar a federação de atletismo de seu país nas Olimpíadas de Tóquio. Segundo ela, a federação bielorrussa queria forçá-la a participar do revezamento 4x400 metros, ao que a atleta mostrou sua indignação, já que planejava correr apenas os 100 e 200 metros.

Temendo ser presa se voltasse, Krystsina obteve ajuda do Comitê Olímpico Internacional (COI) e proteção policial, enquanto estava no aeroporto de Tóquio-Haneda.

O primeiro-ministro polonês, Mateusz Morawiecki, afirmou ter falado com a velocista. "A Polônia continuará a apoiar ativamente toda a nação bielorrussa e os militantes da oposição que são perseguidos", publicou no Facebook. Seu governo também concedeu hoje um visto humanitário ao marido da atleta, que havia fugido para a Ucrânia.

O COI lançou uma investigação oficial sobre o assunto. Seu porta-voz, Mark Adams, disse nesta quarta-feira que recebeu um relatório do Comitê Olímpico de Belarus que está "sendo avaliado".

O incidente gerou condenação internacional de Belarus, uma ex-república soviética governada com punho de ferro pelo presidente Alexander Lukashenko desde 1994. Seu filho chefia o comitê olímpico nacional.

"O regime de Lukashenko tentou cometer um novo ato de repressão transnacional (...) Atos como este violam o espírito olímpico, são um atentado aos direitos fundamentais e não podem ser tolerados", reagiu no início da semana o secretário de Estado americano, Antony Blinken.

O movimento pró-democracia de Belarus, que protagonizou manifestações em massa em 2020, está sendo duramente reprimido pelo governo. Milhares de opositores já foram detidos, ou forçados ao exílio.

O líder de uma ONG bielorrussa, Vitali Shishov, exilado na Ucrânia, foi encontrado enforcado na terça-feira em um parque de Kiev perto de sua casa. Segundo a polícia local, pode ser um "homicídio disfarçado de suicídio".

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Olimpíadas de Tóquio: três brasileiros avançam à final do skate park masculino

Jogos Olímpicos
23:13 | Ago. 04, 2021
Autor Gabriel Lopes
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Gabriel Lopes Autor
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Os representantes do Brasil no skate park masculino tiveram grande desempenho na fase classificatória da competição nas Olimpíadas de Tóquio. Pedro Quintas, Luiz Francisco e Pedro Barros ficaram entre os oito melhores e passaram para a final do torneio, onde disputarão medalhas.

Luiz teve a melhor nota entre os 20 competidores, que foram divididos em quatro baterias. Luizinho, após três apresentações, conseguiu 84,31. Quintas, com 79,02, foi o terceiro colocado geral. Pedro Barros, por sua vez, teve 77,14 como nota e ficou na quarta posição.

Além dos brasileiros, estão na final os australianos Kieren Woolley (82,69) e Keegan Palmer (77,00), o porto-riquenho Steven Piniero (76,20), o francês Vincent Matheron (74,07) e o estadunidense Cory Juneau (73,00).

A prova decisiva acontece à 0h30min (horário de Brasília).

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