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Thiago Braz diz que o bronze teve gosto de ouro e agradece Neymar por apoio

Atleta disse em entrevista coletiva que sua conquista no Japão lhe deixou com a sensação de que estivesse subido no lugar mais alto do pódio.
Autor - Gazeta Esportiva
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Na terça-feira, Thiago Braz conquistou a medalha de bronze na final do salto com vara nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Ouro na edição de 2016, disputada no Rio de Janeiro, o atleta disse em entrevista coletiva que sua conquista no Japão lhe deixou com a sensação de que estivesse subido no lugar mais alto do pódio.

"Para mim, esse bronze tem gosto de ouro. Todos os que estão comigo e acompanharam as minhas dificuldades estão sentindo o mesmo gostinho que estou sentindo. Medalha de bronze, mas é ouro também", disse o atleta.

Além de ter conquistado o bronze, Thiago manteve o recorde olímpico registrado em 2016. O brasileiro revelou que 'secou' o sueco Armand Duplantis, que tentou quebrar a sua marca ao final da prova disputada na terça-feira.

"Eu estava analisando se ele ia ou não conseguir passar. Afinal de contas, o recorde é meu, é claro que meu desejo é que permaneça ali, mas não tinha muito o que eu pudesse fazer. Está lá, ainda continua sendo meu. Ele errou, e é meu. Então, eu saí da prova com um bronze e ainda sendo recordista olímpico", pontuou Thiago.

Por mais que tenha conquistado o ouro olímpico em 2016, Thiago Braz está sem clube desde o ano passado, quando teve seu contrato rescindido pelo Pinheiros. Inclusive, o medalhista é o único integrante da delegação brasileira do atletismo que foi a Tóquio sem ter um clube. O atleta fez um longo desabafo sobre o cenário delicado do esporte nacional e, no fim, agradeceu Neymar.

"É uma situação complicada. Não acredito que um atleta possa chegar sem apoio a algum lugar. Estamos passando por uma fase delicada. Ao mesmo tempo em que o esporte está crescendo, tem partes em que está sendo prejudicado. Não consigo definir qual é o motivo central que está atrapalhando, mas o que eu tenho a fazer é um convite às pessoas, para que olhem para o esporte de um jeito diferente", afirmou Thiago.

"Não é fácil passar por situações ruins quando a gente está falando de preparação olímpica, de grandes competições e grandes objetivos. É de comum interesse, o Brasil quer continuar crescendo e trazendo medalhas. A gente precisa desse fogo a mais para ajudar todas as categorias do esporte. Eu sofri nesse período em que fiquei sem clube, mas tive o suporte do Neymar. Agradeço muito, acredito que a medalha também veio por causa disso. Sem esses apoiadores, eu não teria chegado onde eu cheguei", finalizou.

A NR Sports, empresa que gere a imagem de Neymar, esteve ao lado de Thiago Braz neste período delicado vivido pelo atleta. A empresa, inclusive, parabenizou o medalhista após a conquista do bronze em Tóquio.

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Pela primeira vez, Brasil fica sem medalha no vôlei de praia; atleta cobra investimentos no esporte

Jogos Olímpicos
01:59 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Estado
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Depois de subir ao pódio em seis olimpíadas seguidas, desde que o vôlei de praia passou a fazer parte do programa olímpico, o Brasil vai passar em branco em Tóquio. Alison e Álvaro Filho perderam nesta terça-feira para Martins Plavins e Edgars Tocs, da Letônia, nas quartas de final disputada no Parque Shiozake, por 2 sets a 0, com parciais de 21/16 e 21/19, deixando o País sem representantes na competição.

Algozes de Evandro e Bruno Schmidt nas oitavas de final, os letões mais uma vez conseguiram se sobressair com a tática de não enfrentar os bloqueios. Aproveitaram, ainda, o nervosismo excessivo de Alison, dono de ouro e prata olímpico, que cometeu muitos erros nos ataques. O forte calor foi um adversário extra e bastante duro no confronto. Mais uma vez com sensação de 40 graus na quadra.

Após fazer história no feminino, garantindo sua dupla na semifinal, a Letônia repetiu a dose com os homens. Plavins e Tocs enfrentam os noruegueses Mol e Sorum por vaga na decisão. Já os brasileiros voltam para casa com sentimento que podiam ir além se tivessem um pouco mais de concentração, como eles mesmo definiram o motivo para a queda.

Se diante de Evandro e Bruno Schmidt os letões tiveram muita tranquilidade da decisão na rede desde o início, desta vez Alison foi logo parando um ataque e mostrando que a história poderia ser diferente. Ótimo bloqueio como cartão de visitas. Os brasileiros abriram dois pontos de vantagem até 6/4. Momento em que um ataque e erro de recepção de Álvaro proporcionaram o empate. Trocaram pontos até 9 a 9, momento em que Alison se impôs com ataque e bloqueio e novamente o Brasil abriu dois pontos: 11/9.

A vantagem para dar calma acabou rapidamente desaparecendo após pedido de tempo estratégico dos letões. Voltaram com a cabeça no lugar e viraram para 14 a 12 após dois erros de ataque de Alison. Depois de início muito bom, um momento delicado à dupla verde amarela. Sem acertar mais nada, viram a maior vantagem no set aparecer com 17 a 13.

O nervosismo na reta final acabou decisivo. Numa cortada para fora de Alison, os europeus comemoraram a vitória no primeiro set com 21 a 16. O saque não entrava e as largadas irritaram muito os brasileiros, sobretudo o camisa 1, responsável pelos bloqueios.

Jogando a sobrevida na partida, a dupla do Brasil equilibrou o começo do segundo set e trocava pontos, apesar da pouca vibração em quadra. Alison, ao virar as bolas, baixava a cabeça. Mostrava tristeza e cansaço. Os letões abriram 7 a 5.

Sem conseguir se acertar, os brasileiros chegaram a bater boca em um pedido de tempo. Necessitando ganhar o segundo set para levar a decisão ao tie-break, a dupla falhava acima do normal. Com 14 a 10 contra, os brasileiros já somavam 10 erros contra 3.

Um bloqueio de Alison diminuiu a vantagem para 17 a 16 e serviria para recolocar os brasileiros no set. Mas dois pontos seguidos dos europeus frustraram a boa recuperação. Alison salvou dois match points em bloqueios. Mas um toque na rede custou a derrota com 21 a 19.

"Fizemos um primeiro set igual, estávamos sempre na frente. Tivemos bola para abrir 12 a 9 e não conseguimos. Eles viraram para 14 a 12 e a gente não estava conseguindo se concentrar, errando muito. O sistema defensivo não funcionou e atrapalhou nos ataques", reclamou Alison.

Álvaro Filho, apesar de ser o mais vibrante na partida, optou por assumir os erros na eliminação. "Foi bacana nossa trajetória. Hoje não consegui ter tanta concentração no contra-ataque, saque e até no levantamento. Não consegui ajudar, mas a jornada é o que fica", disse, desolado.

Alison aproveitou o fato de o Brasil não ter mais representantes na disputa e pela primeira vez na história ficar fora do pódio, algo inédito para o vôlei de praia dono de 13 medalhas, para mandar um recado.

"As pessoas em casa vão olhar e ver que as duas duplas da Letônia estão nas semifinais e vão achar estranho. O mundo está investindo no vôlei de praia e nós, parados. Tem de melhorar, investir mais, a confederação olhar com bons olhos. Esperar um Ricardo e Emanuel, um Alisson e Emanuel não dá", desabafou Alison, que deixou o futuro em aberto da dupla e também se disputará outros Jogos.

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Brasil fica sem medalhas no skate park em Tóquio 2020

Jogos Olímpicos
00:59 | Ago. 04, 2021
Autor Wanderson Trindade
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As brasileiras Dora Varella e Yndiara Asp voaram na disputa da final do skate park, realizado no começo da madrugada desta quarta-feira, 4, nos Jogos de Tóquio 2020. Apesar disso, o Brasil não conseguiu nenhuma medalha na modalidade nas Olimpíadas do Japão.

Ambas representantes do País fizeram notas muito abaixo das rivais e foram eliminadas.

O pódio foi formado por:

1º - Sakura Yosuzumi (JAP)

2º - Kokona Hiraki (JAP)

3º - Sky Brown (GBR)

Está última, com apenas 13 anos se tornou a atleta mais jovem da história da Grã Bretanha a disputar e a conquistar uma medalha pelo seu país.

 

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Quem é Ana Marcela Cunha, medalha de ouro na maratona aquática em Tóquio 2020

Jogos olímpicos
23:59 | Ago. 03, 2021
Autor Agência Brasil
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A brasileira Ana Marcela Cunha conquistou a medalha de ouro na prova dos 10 quilômetros (km) da maratona aquática da Olimpíada de Tóquio (Japão). Ela venceu a prova nesta terça-feira, 3, na Marina de Odaiba com o tempo de 1h59min30s8.

A atleta da Unisanta, de Santos, esteve no pelotão da frente durante praticamente toda a prova. Nos 5,2 km de prova, ela cravou a marca de 1h02min30s5, mais de três segundos à frente das perseguidoras mais próximas. Após cair para o quarto lugar, a nadadora voltou a assumir a ponta aos 8,6km para seguir na liderança até cruzar o pórtico de chegada.

A medalha de prata ficou com holandesa Sharon van Rouwendaal (ouro na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro), que fez o tempo de 1h59min31s7, enquanto a australiana Kareena Lee ficou com o bronze, com a marca de 1h59min32s5.

Na carreira, a baiana de 29 anos já foi eleita seis vezes a melhor atleta do mundo em maratonas aquáticas. Além disso, ela é tetracampeã mundial em provas de 25 km (2011, 2015, 2017 e 2019) e campeã pan-americana em Lima (2019) na prova de 10 km. Nos Jogos de 2008 (Pequim), ela finalizou na quinta posição. Após não se classificar para os Jogos de 2012 (Londres), Ana Marcela voltou a competir no Rio de Janeiro, em 2016, quando acabou no 10º.

 

 

Em busca de mais títulos

Após a conquista, Ana Marcela deu uma entrevista na qual falou do tamanho da sua conquista: “A medalha como material representa muito, mas acho que a conquista e a glória de ter sido campeã olímpica, isso fica para sempre, na história da maratona, na história do Brasil”.

Além disso, ela comentou sua próxima meta, alcançar o título mundial na prova dos 10 km: “Ser campeã olímpica aqui é muito importante, eu ainda não fui campeã mundial nos 10 km, o que também é muito importante. Então saio daqui querendo mais para o ano que vem”.

A medalha de Ana Marcela Cunha é a segunda do Brasil em provas de maratona aquática nos Jogos Olímpicos. Nos Jogos de 2016 (Rio de Janeiro), Poliana Okimoto garantiu um bronze.

 

 

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Rafael Pereira e Gabriel Constantino ficam de fora da final dos 110m com barreiras em Tóquio 2020

Jogos Olímpicos
23:42 | Ago. 03, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Gabriel Constantino e Rafael Pereira disputaram a semifinal dos 110m com barreiras em Tóquio 2020, mas não conseguiram se classificar para a grande decisão da modalidade. Enquanto o primeiro brasileiro ficou na última posição de sua bateria, o segundo terminou a prova na sexta colocação.

Gabriel esteve na primeira das três baterias da semifinal. Competindo na raia três, o brasileiro não fez uma boa largada e não conseguiu se recuperar até o final, terminando na oitava e última colocação de sua série, com o tempo de 13s89.

Na terceira bateria, foi a vez de Rafael competir. Na raia de número cinco, o brasileiro não fez um início de prova ruim, porém não manteve o ritmo e ficou para trás, terminando na sexta posição de sua série, com o tempo de 13s62.

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Ana Marcela Cunha comemora medalha de ouro nas Olimpíadas: "Acreditem nos seus sonhos"

Jogos Olímpicos
23:40 | Ago. 03, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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Após conquistar a medalha de ouro na maratona aquática nas Olimpíadas de Tóquio nesta terça-feira, 3, Ana Marcela Cunha falou sobre a satisfação de finalmente estar no lugar mais alto de um pódio olímpico.

"Finalmente. Eu fui muito nova em 2008 e agora é meu quarto ciclo olímpico, vindo de uma não classificação, uma frustração no Rio e um amadurecimento muito grande para chegar até aqui. Só posso dizer para que todos acreditem nos seus sonhos. Estou muito, muito feliz”, declarou Ana Marcela.

A maratonista aquática já havia participado de outras duas Olimpíadas, mas ficou em 5º lugar em Pequim 2008 e em 10º nos jogos do Rio de Janeiro 2016.

“Eu tinha falado para o Fernando (Possenti, seu treinador) que para ganhar de mim teria que nadar muito, pois eu sabia que estava muito bem preparada. Fiz a minha prova do jeito que eu queria e fui muito feliz”, completou.

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