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Alison dos Santos vibra com o bronze nos 400m com barreiras: "Represento uma nação"

Após garantir o pódio, o atleta não escondeu a felicidade e, com um grande sorriso no rosto, disse que volta para casa com a missão cumprida
Autor - Gazeta Esportiva
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Nesta terça-feira, Alison dos Santos fez uma grande prova na final dos 400m com barreiras e conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio, com o tempo de 46s72. Após garantir o pódio, o atleta não escondeu a felicidade e, com um grande sorriso no rosto, disse que volta para casa com a missão cumprida.

"A primeira coisa que passou pela minha cabeça quando ultrapassei a linha é que nós somos medalhistas olímpicos. Eu não estou aqui só por mim, eu corro por outras pessoas também. Meu treinador, minha família, os patrocinadores que estão me ajudando, todo mundo que torceu por mim. Eu represento o atletismo e uma nação. Isso ajudou muito, ainda mais por não ter público. Essa medalha é do Brasil", afirmou à TV Globo.

"Eu só voltaria para casa depois de cumprir a missão que me foi dada. Hoje, nós cumprimos ela", completou.

Mesmo após um dos momentos mais importantes de sua vida, Alison mostrou o seu lado descontraído e brincou sobre a marca alcançada pelo norueguês Karsten Warholm, que registrou o tempo de 45s94 e bateu o recorde mundial.

"Eu não sei o que aconteceu. Se aconteceu, não sei o que é que foi. Eu sei que isso é atletismo, só sei disso. Sinceramente, acabou a prova, passei a linha de chegada e olhei o telão. Vi que tinha ficado em terceiro, mas vi os 45s e pensei: 'Ele estava na prova errada, não é possível que isso aqui é 400m com barreiras. E sim, ele fez. Estava recebendo uma pressão e quebrou o recorde mundial mais uma vez, fez o que todos acharam que era impossível", finalizou o atleta.

Na semifinal, Alison dos Santos já havia batido recorde sul-americano na prova dos 400m com barreiras, registrando o tempo de 47s31, que foi superado nesta final.

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Brasil pode garantir até dez medalhas no dia 11 das Olimpíadas de Tóquio

Dia D
00:30 | Ago. 03, 2021
Autor Gabriel Lopes
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Entre a noite de ontem e a manhã de hoje, várias provas decisivas acontecem para o Brasil nas Olimpíadas de Tóquio. Há a possibilidade da delegação brasileira garantir até dez medalhas no 11° dia dos Jogos Olímpicos, algo que deixaria o Brasil com 20 medalhas ao todo. Com isto, já existe a chance de o recorde de medalhas do País em uma única edição do evento — 19, conquistadas na Rio-2016 — ser ultrapassado.

Além disso, outras provas são importantes para encaminhar outras conquistas, mas ainda não garantem um lugar no pódio. Você, leitor, pode conferir os resultados das principais disputas desta madrugada no portal O POVO Online, pois o contrafluxo de horário entre Brasil e Japão deixa as competições em horários atípicos.

O dia cheio começa com Isaquias Queiroz, dono de três medalhas olímpicas em 2016, que disputa a semifinal da canoagem velocidade em dupla com Jacky Godmanna, na distância de 1000 metros. A possível final seria 23h45min de ontem.

Outra possibilidade de medalha vem no atletismo, com Alison dos Santos, o Piu, que está na disputa da final dos 400 metros com barreiras. Ele conseguiu o segundo melhor tempo das semifinais e disputou a decisão à 0h20min.

Na vela, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze, da classe 49er, atuam na corrida da medalha. Elas estão na segunda colocação geral e podem garantir o ouro se vencerem a regata. 

Ainda na vela, há uma possibilidade remota da dupla Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino, da classe Nacra 17, subir ao pódio. Ambas as competições estavam previstas para o início da madrugada, mas dependem de ventos para ocorrerem.

Leia mais | Quadro de medalhas das Olimpíadas atualizado hoje, 3; veja como está

O boxe, por sua vez, pode garantir outras duas medalhas além da já garantida por Abner Teixeira, que ganhará pelo menos o bronze por ser semifinalista (não há disputa de terceiro lugar e são dois bronzes distribuídos). Abner enfrenta o cubano Julio de la Cruz por vaga na final.

Beatriz Ferreira e Wanderson de Oliveira estão nas quartas de final e enfrentam, respectivamente, Raykhona Kodirova, do Uzbequistão, e Andy Cruz, de Cuba. Em caso de triunfos, pelo menos outros dois bronzes virão para o Brasil. Bia é favoritíssima.

No futebol, no fim da madrugada e início da manhã, a seleção masculina terá o México como adversário na semifinal. Caso passe, tenta o bi contra o vencedor de Japão x Espanha.

Enquanto isso, na ginástica artística, Flávia Saraiva disputa a final individual da trave e tem possibilidades de ficar entre as três melhores desta prova.

Por fim, já às 7h20min, no salto com vara, o atual campeão olímpico, Thiago Braz é azarão na imprevisível prova e pode repetir o feito da Rio-2016.

Agenda Olímpica de chances de medalha

Ontem
23h45min - Canoagem Sprint com Isaquias Queiroz e Jacky Godmann (possível final)

Hoje

0h20min - 400m com Barreiras com Alison dos Santos (final)
0h33min - Vela com Martine e Kahena (corrida da medalha)
3h33min - Vela com Samuel e Gabriela (corrida da medalha)
5 horas - Boxe com Beatriz Ferreira x Raykhona Kodirova, do Uzbequistão (quartas)
5 horas - Futebol masculino: Brasil x México (semifinal)
5h50min - Ginástica artística - trave com Flávia Saraiva (final)
6h18min - Boxe com Wanderson de Oliveira x Andy Cruz, de Cuba (quartas)
6h50min - Boxe com Abner Teixeira x Julio de la Cruz, de Cuba (semifinal)
7h20min - Salto com vara com Thiago Braz (final)

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Brasileiras de fora no vôlei de praia

duplas eliminadas
00:30 | Ago. 03, 2021
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As brasileiras Ana Patrícia e Rebecca (do Ceará) entraram em quadra na noite desta segunda-feira, 2, pelas quartas de final do vôlei de praia nas Olimpíadas de Tóquio. Elas tiveram pela frente as suíças Heidrich e Verge-Depre. As representantes do Brasil perderam por 2 sets a 1 e foram eliminadas da competição.

As suíças venceram o primeiro set por 21 a 19. No segundo, as brasileiras triunfaram por 21 a 18. Mas, no tie break, as representantes da Suíça triunfaram por 15 a 12.

Na semifinal, Heidrich e Verge-Depre enfrentam a dupla estadunidense Ross e Klineman, que passaram pelas alemãs Kozuch e Ludwig nas quartas.

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Dia 10 da Olimpíada tem "quases" e eliminações do Brasil

Resumo do dia
00:30 | Ago. 03, 2021
Autor Lucas Mota
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No dia 10 das Olimpíadas de Tóquio-2020, o Time Brasil chegou perto de vários pódios, mas não conseguiu movimentar o quadro de medalhas.

Em ação nas finais da ginástica artística, com os multimedalhas Rebeca Andrade e Arthur Zanetti, a chance do terceiro pódio de ambos foi frustrada.

Com a nota 14.033, a brasileira Rebeca Andrade terminou em quinto lugar na final do solo da ginástica artística. A atleta, que conquistou o ouro na prova do salto e a prata na individual geral, teve a apresentação com a música "Baile de Favela" comprometida com a saída do tablado.

Já o ginasta brasileiro Arthur Zanetti ficou de fora do pódio na final das argolas da ginástica artística. Na conclusão da apresentação, ele não conseguiu cravar a saída para o solo e acabou caindo. O erro comprometeu a nota dada pela arbitragem de 14.133 pontos, a mais baixa da prova de decisão. Ele foi ouro em Londres-2012 e prata na Rio-2016

O dia de ontem teve ainda um anúncio feliz na ginástica. A superestrela americana Simone Biles, que não disputou quatro finais da ginástica dos Jogos Olímpicos de 2020, voltará a competir na manhã de hoje, na última final de sua modalidade em Tóquio, na trave de equilíbrio. A brasileira Flávia Saraiva é uma das concorrentes dela.

Já no handebol feminino, o Brasil entrou em quadra na madrugada de ontem, contra a França. Para avançar às quartas de final, as brasileiras precisavam pelo menos empatar com as francesas. Contudo, a equipe europeia triunfou por 29 a 22. O time masculino havia caído na noite anterior.

No tênis de mesa, o Brasil está fora da disputa por equipes na Olimpíada de Tóquio. A equipe, com Vitor Ishiy, Gustavo Tsuboi e Hugo Calderano, perdeu a partida das quartas de final contra a forte Coreia do Sul. O time feminino também tinha sido eliminado. Calderano teve a melhor participação brasileira da história da modalidade, caindo nas quartas de final do simples.

No vôlei de praia, a dupla Bruno Schmidt e Evandro Oliveira perdeu nas quartas de final para os letões Tocs e Flavins. Álvaro e Alison venceram os mexicano Rubio Camargo e Gaxiola Leyva e terão a chance de vingar os compatriotas nas quartas de final. A dupla é a única remanescente na modalidade, em que o Brasil medalhou em todas as edições olímpicas desde a estreia, em 1996. 

 

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Alison dos Santos é bronze nos 400m livres com barreiras em Tóquio 2020

Jogos olímpicos
00:23 | Ago. 03, 2021
Autor Wanderson Trindade
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O brasileiro Alison dos Santos, o "Piu", conquistou a medalha de bronze nos 400 metros livres com barreiras nas olimpíadas de Tóquio 2020. O brasileiro ficou simplesmente do norueguês Karsten Warholm, que bateu o recorde mundial, e do americano Rai Benjamin.

Com apenas 21 anos, Alison também bateu o tempo sul-americano na modalidade em olimpíadas.

Confira como ficou o pódio:

1º - Karsten Warholm (NOR): 45.94s segundos

2º - Rai Benjamin (EUA): 46.17s

3º - Alison dos Santos (BRA): 46.72

Em entrevista após o fim da prova, Piu conversou com repórter da TV Globo e comentou sobre sua vitória. "Primeira coisa que passou pela minha cabeça quando passei a linha é que agora eu sou medalhista olímpico. Assim que eu acabei eu vi muitas pessoas importantes para mim ali no telão. Eu não corro só por mim, eu corro pelo meu treinador, pela minha família", afirmou.

Com sorriso no rosto e com maneira leve e descontraída, ele se disse surpreso com o tempo de Warholm, que bateu o recorde mundial da modalidade.

"Eu não sei o que aconteceu. Se aconteceu eu não sei o que foi. Eu passei a linha, olhei, vi que estava em terceiro, olhei novamente e vi 45 segundos (tempo de Warholm)... achei que estava na prova errada. Tem que bater palmas para ele. Ele veio com o peso do favoritismo, foi lá e bateu o recorde mundial", completou.

 

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Olimpíadas de Tóquio: Isaquias e Jacky ficam em quarto lugar na final da canoagem velocidade

Jogos Olímpicos
23:58 | Ago. 02, 2021
Autor Gabriel Lopes
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Gabriel Lopes Autor
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Os brasileiros Isaquias Queiroz e Jacky Godmann foram para a água na noite desta segunda-feira, 2, para a disputa da final da canoagem velocidade 1000 metros, pelas Olimpíadas de Tóquio. Os representantes do Brasil terminaram a prova na quarta posição e não conseguiram medalha. O tempo de Isaquias e Jacky foi de 3:27.603, 2.608 a mais que os terceiros colocados.

O ouro foi conquistado pelos cubanos, a prata ficou com a dupla da China, enquanto o bronze foi para a Alemanha.

Torres Madrigal e Jorge Enriquez, de Cuba, venceram com tempo de 3:24.995. Os chineses Li e Zheng, segundo colocados, terminaram a prova em 3:25.198, enquanto os alemães Brendel e Hecker ficaram em terceiro com marca de 3:25.615.

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