PUBLICIDADE
Fortaleza Esporte Clube
NOTÍCIA

De olho na Sul-Americana, Rogério Ceni traça paralelo entre jogos contra Imperatriz-MA e Independiente

Técnico disse que é preciso olhar para o roteiro da partida contra o Cavalo de Aço e tirar lições

Domitila Andrade
00:13 | 18/02/2020
Rogério Ceni mostra que está com cabeça na partida contra o Independiente
Rogério Ceni mostra que está com cabeça na partida contra o Independiente (Foto: FÁBIO LIMA/O POVO)

É Copa do Nordeste, mas Rogério Ceni mostra que cabeça está, sim, sintonizada com a Copa Sul-Americana. Ao fim da partida com o Imperatriz-MA, o técnico disse que é preciso olhar para o roteiro da partida e tirar lições. No jogo, o Fortaleza ficou no 0 a 0 no primeiro tempo, conseguiu fazer dois gols logo no começo da segunda etapa, mas levou um gol e deixou que o adversário pressionasse.

“O que nós vivemos hoje (nesta segunda-feira, 17) aqui é algo para levar como experiência para o jogo do Castelão (contra o Independiente, dia 27 de fevereiro). Se você faz 1 a 0 no placar - e eu acho que nós temos condições de fazer 1 a 0, mesmo contra o Independiente - você não pode estar sujeito a sofrer um gol de bola parada. Que, aí no caso do gol fora de casa, na Sul-Americana, tem um peso muito grande. Teria que fazer três. É (preciso) aproveitar as oportunidades criadas. Nós tivemos chances de fazer o terceiro gol, não fizemos, e colocamos o Imperatriz no jogo até o último minuto da partida”, detalhou o técnico.

Rogério comentou também que, contra o Rojo, o Fortaleza “merecia uma sorte melhor”, pelas chances de gol criadas.

Contra o Imperatriz-MA, o técnico elogiou a atuação de Marlon, principalmente, na segunda etapa, e o atacante David. “Eu acho que ele é um jogador pra jogar fora do País, por isso que eu indiquei ao Fortaleza, pelo ganho técnico que ele e pode dar para o time. E também pelo ganho futuro. É um jogador que não passa mais que dois anos aqui. Deve ir para um grande centro, até para Europa”, afirmou.

O técnico pontuou que a rotatividade do elenco diante do volume de jogos e competições. “É um muito jogo, são 17 jogos em dois meses. Pra um elenco de 23 jogadores de linha você imagina e com a logística e o número de viagens que se tem é praticamente impossível. Graças a Deus, nós não tivemos lesões até agora, o único que sentiu um desconforto foi o Ederson. E as mudanças, e a rotatividade é o que faz preservar esse time”, destacou.