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Ceni diz que arbitragem favoreceu o Grêmio: "praticamente impossível vencer uma partida"

A principal reclamação é sobre a expulsão do atacante Osvaldo, que levou o cartão vermelho aos 27 minutos do 2º tempo, quando a partida ainda estava empatada em 0 a 0

07:59 | 09/06/2019
Ceni conquistou segundo título no comando no Fortaleza
Ceni conquistou segundo título no comando no Fortaleza (Foto: Júlio Caesar/O POVO)

O técnico Rogério Ceni criticou o desempenho da arbitragem após a derrota por 1 a 0 para o Grêmio, em Caxias do Sul, na noite deste sábado, 8. A principal bronca é sobre a expulsão do atacante Osvaldo, que levou o cartão vermelho aos 27 minutos do 2º tempo, quando a partida ainda estava empatada em 0 a 0. O tricolor gaúcho fez o gol da vitória no fim da partida, aos 44 minutos.

Questionado na coletiva pós-jogo se concordava com as críticas do presidente Marcelo Paz sobre a arbitragem, Ceni iniciou o discurso contra a atuação dos árbitros e lembrou a partida contra o Botafogo, quando o Leão não teve um pênalti marcado em cima de Wellington Paulista.

"Jogamos oito jogos, em duas delas (tiveram erros de arbitragem), contra o Botafogo, estava 0 a 0 e teve pênalti claríssimo. Encontramos a comissão do VAR no mesmo voo, no aeroporto, e todos foram claros na hora de dizer que todos na sala do VAR afirmaram que foi pênalti. O juiz olhou, e não foi nada", contou.

A expulsão de Osvaldo, segundo Ceni, era um lance duvidoso e passível de cartão amarelo. "Desde a primeira jogada, quando enfiaram a bola na linha de fundo, passou a dois metros do Quintero e saiu para tiro de meta. Ele (árbitro) deu escanteio para o Grêmio. Nota-se que há uma diferença. Talvez, a gente não traga mais o grau de inferioridade (para enfrentar equipes de maior tradição e orçamento), mas o cara que vai no centro do campo vê com inferioridade, a camisa diferente, o Grêmio extremamente tradicional na competição. O Fortaleza não vem há algum tempo na competição", afirmou.

"Você faz um jogo parelho contra um grande do futebol, que está na Libertadores, mas o homem do meio, com camisa de cor diferente, pende para um lado. É praticamente impossível vencer uma partida", completou.

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Lucas Mota