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Sob o comando de Tiago Nunes, Ceará se reapresenta nesta quarta-feira, 1°

Alvinegro de Porangabuçu terá um período de 12 dias para treinamentos até a próxima partida, que ocorrerá no dia 12 de setembro, diante do Grêmio, pela 20ª rodada do Brasileirão
17:25 | Ago. 31, 2021
Autor Iara Costa
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Iara Costa Repórter do caderno de Esportes
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Após dois dias de folga, o Ceará retoma os treinamentos nesta quarta-feira, 1°. O elenco alvinegro se reapresentará no período da tarde, no estádio Carlos de Alencar Pinto, onde já será apresentado ao novo treinador da equipe, Tiago Nunes. O novo técnico do Vovô irá falar com a imprensa após as atividades.

O elenco do Ceará terá um período de 12 dias para treinamentos. Com o jogo da 19ª rodada diante do Palmeiras adiado em decorrência dos jogos da seleção brasileira, o Alvinegro de Porangabuçu só entra em campo no dia 12 de setembro, domingo, às 11 horas, quando enfrenta o Grêmio fora de casa. 

Nessa primeira semana de atividade, de acordo com boletim divulgado pela equipe, o goleiro João Ricardo irá treinar com o restante do grupo. Já o lateral-direito Buiú e o atacante Mendoza, ambos com inflamação no joelho direito, serão reavaliados na reapresentação. O volante Oliveira está atualmente em período de transição e o zagueiro Klaus faz atividade de recuperação após cirurgia. 

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Orçamento de 2022 prevê R$ 3,9 bilhões para vacinação contra covid-19

ECONOMIA
17:24 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Estado
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O secretário de Orçamento Federal, Ariosto Culau, disse que o Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2022 reserva R$ 3,9 bilhões para a vacinação contra a covid-19.
No início do mês, o secretário do Orçamento Federal, Ariosto Culau, chegou a dizer que, se não fosse aprovada a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que parcela o pagamento de dividas judiciais (precatório), poderia faltar dinheiro para a compra de vacina em 2022.
Em coletiva para apresentar o PLOA de 2022, Culau disse que o crescimento significativo de precatórios sinaliza para o que pode ocorrer nos próximos anos. "Temos margem reduzida para investimentos, mas buscamos preservar os em andamento", afirmou.
Em 2020 e 2021, os gastos para o combate à pandemia foram autorizados por meio de crédito extraordinário, que fica de fora do cálculo do teto de gastos, a regra que impede que as despesas cresçam em ritmo superior à inflação.

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Governo vai mostrar Brasil que reduz emissões na COP26, diz ministro

Política
17:24 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Brasil
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A atuação do Brasil na Conferência Internacional das Nações Unidas sobre o Clima, a COP26, será pautada na defesa de que o país trabalha pela sustentabilidade e no combate ao desmatamento ilegal disse hoje (31) o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite. O evento, programado para ocorrer em novembro, na Escócia, vai debater, entre outros pontos, os compromissos e metas dos países com a redução da emissão de carbono na atmosfera.

“Devemos apresentar um Brasil que faz a sustentabilidade e que atua realmente combatendo a ilegalidade, um Brasil que reduz as suas emissões”, disse o ministro durante audiência pública da Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado.

Leite disse que os números iniciais apontam que o desmatamento em agosto deve ter uma redução de 30% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados oficiais devem ser divulgados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), amanhã (1°).

Durante a audiência o ministro falou sobre os compromissos do país com o Acordo de Paris, que estabelece regras para conter o aquecimento global, e voltou a afirmar que a meta do governo é de zerar o desmatamento ilegal até 2030 e de zerar as emissões até 2050. “É uma das metas mais ambiciosos dos países em desenvolvimento”, afirmou.

Mercado de carbono

Leite defendeu ainda a regulamentação de dispositivos do Acordo de Paris que tratam do mercado de carbono. Segundo o ministro, a regulamentação do Artigo 6 do Acordo de Paris, que prevê a monetização dos créditos de carbono, é um dos elementos chaves do debate climático.

Para o ministro, caso os mecanismos já estivessem regulamentados, seria mais fácil o país mostrar que tem uma indústria, agricultura e produção de energia elétrica sustentáveis.

Ao falar sobre as ações da pasta, Leite disse que o governo trabalha para regulamentar o mercado voltado para remunerar “quem cuida da floresta”. “O ponto mais importante é remunerar quem cuida de floresta”, disse.

Leite disse ainda que o governo tem atuado para reforçar as ações de combate a incêndios e que tem reestruturado os órgãos de controle ambiental. Ele disse que o governo ampliou o orçamento para o combate ao desmatamento em R$ 270 milhões e que, segundo o ministro, serão contratados temporariamente 740 novos agentes de fiscalização ambiental.

Ele destacou que o ministério tem atuado em conjunto com a pasta da Justiça e Segurança Pública em ações de inteligência e que a Força Nacional está atuando em conjunto com as equipes de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Força Nacional de Segurança Pública, incêndio no pantanal
Ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, disse, em audiência pública, que o governo tem atuado para reforçar as ações de combate a incêndios   - Força Nacional de Segurança Pública

Críticas

Durante a audiência, os senadores cobraram uma postura mais ativa no governo na defesa do meio ambiente. A senadora Kátia Abreu (PP-TO) disse que os órgãos de controle foram desestruturados pelo governo e que a má gestão na área de meio ambiente tem prejudicado a imagem do Brasil no exterior.

Para a senadora, o país poderia acenar com metas mais ambiciosas e que o governo tem acenado em levar “mesmices” para a conferência. Ainda de acordo com a senadora, a postura do governo tem dificultado o andamento de acordos internacionais, como o que envolve a União Europeia e o Mercosul.

“Não podemos ser tímidos nessa proposta”, disse a senadora. “Não estaremos fazendo algo em desrespeito aos outros países. Cada um faça suas metas, mas o Brasil tem a autonomia de definir as suas e isso não atinge nem traz consequência nenhuma sobre as negociações de lá”.

O presidente do colegiado, Jaques Wagner (PT-BA) disse que a temática ambiental deixou de ser questão de esquerda ou de direita e que merece uma atenção especial do governo e da sociedade.

“Esse tema merece de todos nós o cuidado a busca de um ponto de equilíbrio”, disse. “Estamos nas portas da COP 26 e precisamos recuperar a imagem do Brasil nessa temática”, acrescentou o senador, que falou em superar o debate sobre uma falsa dicotomia entre desenvolvimento e sustentabilidade.

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Morre 1ª pessoa com variante Delta do coronavírus no Ceará; ele não se vacinou

COVID-19
17:21 | Ago. 31, 2021
Autor O Povo
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Ele estava internado em hospital particular em Fortaleza, tinha 45 anos e não se vacinou. Era residente da Capital.

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Alvo do Fortaleza, lateral-esquerdo Marlon pode ganhar chance no Fluminense

Mercado da bola
17:20 | Ago. 31, 2021
Autor Gazeta Esportiva
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O Fluminense se recuperou no Campeonato Brasileiro ao vencer o Bahia, no Maracanã. O técnico Marcão utilizou alguns jogadores que estavam sumidos do elenco tricolor. Além disso, a partida marcou o retorno do lateral esquerdo Marlon.

O jogador ficou no banco de reservas após voltar ao Fluminense, onde não atua desde 2019. Marcão foi questionado sobre a utilização de Marlon e deu a entender que pode dar uma chance ao atleta.

"Marlon vem evoluindo nos treinamentos, se ele tiver oportunidades será usado, como o Danilo Barcelos foi, o Nonato, Raúl Bobadilla… Todos aqueles que estão aqui. Eles que vão criando essa oportunidade para eles. Se tivermos um momento de achar que é a vez dele, faremos isso também", disse.

O Fluminense encara uma sequência de jogos, pois volta a campo já nesta quinta-feira, contra o Juventude, no Maracanã. A partida é válida pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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Biden chama evacuação de 'sucesso' e comemora fim da guerra no Afegsnistão

INTERNACIONAL
17:13 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Estado
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Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden celebrou o fim da retirada das tropas americanas de Cabul, capital do Afeganistão, na noite de segunda-feira, 30,, após uma missão a qual ele chamou de "sucesso extraordinário", durante discurso nesta terça-feira. "Ontem à noite em Cabul, os EUA terminaram seus 20 anos no Afeganistão, na guerra mais longa da nossa história", disse o mandatário.
Para Biden, a escolha estava entre permitir que a guerra "escalasse" ou deixar o Afeganistão. A decisão pela retirada foi "baseada em recomendação unânime de conselheiros civis e militares" do governo, afirmou.
Biden também comemorou a evacuação "à segurança" de 120 mil pessoas do Afeganistão. "Nenhuma nação jamais fez algo assim", de acordo com ele, que afirmou estar comprometido em retirar os americanos que ainda estão em Cabul, "se assim o quiserem". Segundo Biden, o governo americano estava em contato com os americanos em Cabul desde março passado e, desde que a evacuação começou, mais cinco mil americanos mudaram de ideia e optaram por sair do país.
O presidente repetiu que as forças do então governo afegão não seguraram o avanço dos soldados do Taleban pelo tempo esperado pela Casa Branca, mas disse que "respeitosamente discorda" daqueles que afirmam que a saída das tropas americanas poderia ter sido feita de forma mais "ordenada".
"Seguiremos combatendo o terrorismo no Afeganistão, mas não precisamos travar uma guerra terrestre para isso", destacou Biden, que ainda prometeu retaliar o grupo extremista Estado Islâmico-Khorasan (Isis-K), responsável pelo ataque ao aeroporto de Cabul que matou ao menos 60 pessoas, incluindo membros das forças militares americanas, na última quinta-feira, 26.

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