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Robinson de Castro nega negligência em falta de contratação de atacante para temporada

Presidente do Ceará explanou o provável planejamento para o ano de 2020 em entrevista ao O POVO

20:00 | 02/12/2019
FORTALEZA, CE, BRASIL. 20-08-2019: Presidente do Ceará: Robinson de Castro. (Fotos: Deísa Garcêz/Especial para O Povo)
FORTALEZA, CE, BRASIL. 20-08-2019: Presidente do Ceará: Robinson de Castro. (Fotos: Deísa Garcêz/Especial para O Povo) (Foto: Deísa Garcêz/Especial para O Povo)

Estando o Ceará com risco de rebaixamento na reta final desta Série A, o presidente do clube, Robinson de Castro, concedeu entrevista ao O POVO, na tarde desta segunda-feira, 2, para convocar a torcida para a próxima partida e explanar o provável planejamento para o ano de 2020. Um dos principais problemas no Ceará, nesta Série A, é a falta de um camisa 9. Perguntado sobre as lições que havia aprendido deste ano de 2019, Robinson destacou a dificuldade de se encontrar atletas da posição no mercado.

"Poderia ter sido melhor (o desempenho da equipe) se tivéssemos jogadores de frente, mas não ta disponível. Tentamos trazer o Marinho, oferecemos um salário absurdo, mas acabou não acontecendo e ele foi para o Santos. É difícil dizer pois até quando estava dando certo, tava todo mundo achando bonito, se ta errado começam a criticar e é normal. Quem ta dentro enxerga de um jeito, quem ta fora enxerga de outro", desabafou o dirigente ao O POVO. Também na tarde desta terça, o presidente concedeu entrevista ao Futebolês, programa da Rádio Band News, e, sobre o mesmo assunto, negou ter negligenciado a contratação de atacantes. 

Sobre o planejamento para o ano de 2020, Robinson ressaltou que deverá ir à procura de jogadores em posições que hoje o Alvinegro carece. "Vamos começar (o ano de 2020) com treinador, um problema a menos. Temos uma base melhor em qualidade de jogadores e vamos focar em posição de jogadores que tivemos dificuldade. Jogadores de lado e de área. Planejamento que vamos começar a pensar segunda-feira", explicou ao O POVO.

Questionado sobre a possível utilização dos jogadores da base Matheus Farias, Kelvyn e Cristiano, o dirigente afirmou que deve dar rodagem para que os atletas possam criar maturidade em campo. "Vamos ver essa possibilidade de utilizá-los com o treinador. Foram campeões, tem feito boas partidas. Gosto muito de vários jogadores. Acho que o time da base tem grandes jogadores, mas temos que dar rodagem para eles verem o nível e criarem maturidade para isso. Talvez seja o melhor ano coletivo da nossa base", detalhou.

Robinson frisou a importância do apoio da torcida para permanência na Série A. "Espero lotação máxima. Sei que as vezes é difícil pelo horário, mas acho que menos do que 40 mil não vai ter não. E a ideia é ter essa sinergia, esse apoio, entusiasmo, motivação para que a gente consiga nosso objetivo maior que é a vitória. Quando a torcida compra a briga contamina quem ta jogando, pressiona adversário e favorece quem joga em casa", comentou.

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