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Fabinho ressalta dificuldade da Série A e diz que Ceará não merece cair

Líder em desarmes no elenco do Ceará e sétimo no ranking do campeonato, com 69 certos, Fabinho ressaltou a importância do fator psicológico nesta reta final de Série A.

17:47 | 21/11/2019
Fabinho é líder de desarmes no Ceará
Fabinho é líder de desarmes no Ceará (Foto: Stephan Eilert/Ceará SC)

O volante Fabinho afirmou nesta quinta-feira, 21, em coletiva de imprensa, que o Ceará não merece cair para a Série B do Campeonato Brasileiro. O jogador ressaltou a dificuldade da 1ª Divisão e disse acreditar na permanência da equipe fora da zona de rebaixamento.

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"Sem dúvidas nenhuma (não merece). Pelo campeonato que vem fazendo, acredito que não mereça cair", comentou Fabinho. "Acredito que nós não vamos entrar nessa zona de rebaixamento. Falar é uma coisa, fazer é outra. Temos que expressar com nossos trabalhos, dar resultado. O nosso resultado tem que falar mais alto do que nossa voz", completou.

Líder em desarmes no elenco do Ceará e sétimo no ranking do campeonato, com 69 certos, Fabinho ressaltou a importância do fator psicológico nesta reta final de Série A. Diante do São Paulo, próximo adversário do Vovô, neste domingo, 24, no Castelão, o lado emocional pode fazer a diferença a favor do Alvinegro, segundo o volante.

"Fizemos uma grande partida lá, houve toda aquela polêmica e mostrou que temos condições contra o São Paulo. Estamos trabalhando ao máximo, a margem de erros é pequena. Será um jogo difícil, de muita inteligência emocional, mais do que física", concluiu.

O Ceará ocupa a 15ª posição na tabela, com 36 pontos, e está embolado com os adversários diretos, como o Botafogo (14º - 36 pontos), Cruzeiro (16º - 36) e Fluminense (17º - 35). Em clima de pressão pela condição na competição, o volante alvinegro diz entender o momento do torcedor.

"Nosso único caminho é a vitória. O torcedor está ferido. Nossa última atuação não convenceu o torcedor. Temos que entender que torcedor é paixão. Quando entro em qualquer clube, me comprometo com tudo. O respeito com o torcedor não é no dia do jogo. O respeito que tenho é no meu dia a dia, no meu trabalho. O que acontece no domingo é um reflexo. Temos que nos ligar nos detalhes, de que o torcedor pode aplaudir, como pode vaiar e cobrar. Temos que ter coragem de enfrentar esse desafio."

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