PUBLICIDADE
Esportes
CAUAN E DYOGO

Dois cearenses feridos em incêndio no Ninho do Urubu estão fora de perigo

17:37 | 09/02/2019
Fotos: Reprodução/Instagram e Divulgação/Flamengo
Fotos: Reprodução/Instagram e Divulgação/Flamengo

Os dois cearenses do Flamengo que ficaram feridos durante incêndio no Centro de Treinamento do Ninho do Urubu, na Vargem Grande, estão fora de perigo. A informação é da assessoria do Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, onde estão internados Cauan Emanuel, de 14 anos, e Francisco Dyogo, de 15.

Os jovens inalaram muita fumaça durante o incêndio, na madrugada desta sexta-feira, 8. Segundo o hospital, o estado de saúde deles não é grave. Dyogo está no clube desde fevereiro de 2018, enquanto Cauan está há pouco mais de um ano. 

Na hora do incêndio, 26 atletas dormiam no alojamento. Três ficaram feridos e 13 conseguiram escapar.

O estado mais grave é de Jonatha Ventura, de 15 anos. Ele teve queimaduras em 30% do corpo e foi transferido pela prefeitura do Rio de Janeiro para o Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, por ser referência em tratamento de queimados.

IDENTIFICAÇÃO DE MAIS TRÊS ATLETAS MORTOS

A Polícia Civil confirmou a identificação, por meio de exame de arcada dentária, de mais três atletas das categorias de base do Clube de Regatas do Flamengo, que morreram ontem (8) no incêndio no Centro de Treinamento George Helal, conhecido como Ninho do Urubu, na Vargem Grande. São eles: Gedson Santos, de 14 anos, da cidade de Itararé (SP); Athila Paixão, de 14 anos, atacante do clube, nascido na cidade de Lagartos (SE); e o goleiro Christian Esmério Cândido, 15 anos, do Rio de Janeiro. Com isso, sobe para sete o número de atletas identificados.

VELÓRIO

 

O Clube de Regatas do Flamengo ofereceu o salão nobre da sede da Gávea, na zona sul do Rio, para realizar o velório coletivo das vítimas da tragédia. As famílias dos atletas ainda não se pronunciaram sobre a intenção do clube. Entre os mortos, há atletas de Minas Gerais, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Volta Redonda, no sul fluminense, distante 125 quilômetros da capital. As famílias podem decidir fazer o velório na cidade natal das vítimas.

Agência Brasil