Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Enquete A Fazenda 13: qual influencer do paiol você quer ver no reality?

Os influenciadores digitais Alisson Jordan, Mah Tavares, Krawk e Sthe Matos estão na disputa por uma vaga no reality show rural. Vote no participante que você quer que vença a dinâmica. Reality começa hoje, 14 de setembro (14/09)
19:49 | Set. 14, 2021
Autor Kauanna Castelo
Foto do autor
Kauanna Castelo Jornal
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O reality show A Fazenda trará uma dinâmica inédita nesta 13° edição. Por meio do Tik Tok, plataforma parceira do programa, quatro influenciadores digitais irão participar do Paiol - que consiste na disputa por uma vaga no jogo rural. Porém, apenas um influencer poderá compor o elenco da nova temporada. A escolha do novo participante será feita pelo público, que acompanhará o confinamento durante 3 dias, de 14 a 16 de setembro. O vencedor da dinâmica será anunciado na sexta-feira, dia 17 de setembro.

A Fazenda 13: quem são os quatro participantes do Paiol? 

Alisson Jordan

Natural de Rondônia, o dançarino profissional, Alisson Jordan foi o primeiro integrante do Paiol. O influencer ganhou notoriedade por meio do Tik Tok, onde compartilhava danças e Challengs. Em suas redes sociais, o coreógrafo possui mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e 1,3 milhão no Tik Tok. 

Mah Tavares

De Indaiatuba, interior de São Paulo, Mah Tavares ganhou popularidade na web devido a vídeos dublando filmes e desenhos. A influenciadora possui mais de 317 milhões de seguidores no TikTok e 2,1 milhões de no Instagram.

Krawk

O piauiense, o rapper Krawk entrou na competição para entrar no reality show rural. Compositor de trap, o músico acumula 2 milhões de de seguidores no Instagram, e 29,7 mil seguidores.

Sthe Matos

A baiana, Sthefane Matos está na busca por uma vaga na disputa milionária. A influencer já protagonizou diversas polemicas, e se tornou conhecida após as longas brigas com o ex-namorado expostas em seu Instagram, que possui mais de 9 milhões de seguidores. Sthe também tem um conta recheada no Tik Tik, com 4,2 milhões de seguidores.

Enquete A Fazenda 13: quem você quer que vença a disputa do Paiol?

Enquete A Fazenda 13: Qual dos influencers do Paiol você quer ver no reality?
Alisson Jordan
Mah Tavares
Krawk
Sthe Matos
 
Created with PollMaker

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Mulheres lutam para manter família fora das ruas e acessar serviços básicos

SITUAÇÃO DE RUA
19:49 | Set. 14, 2021
Autor Alexia Vieira
Foto do autor
Alexia Vieira Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

Ana Catarina Santos da Silva, 43, mudou-se para Fortaleza em 5 de agosto de 2020. A mulher veio da Paraíba com o marido, uma filha de 15 anos e um filho de 11 anos devido a problemas pessoais. Chegando aqui sem lugar para ficar, mas com o telefone do coordenador do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) do bairro Centro, Elias Figueiredo, ela conseguiu uma vaga em um dos abrigos da Capital para ir com a família.

Desde então, Ana Catarina busca maneiras de não voltar para a situação de rua que vivia no estado natal. Há seis meses, ela conseguiu ser contemplada pelo programa de aluguel social oferecido pela Prefeitura, que consiste em um auxílio financeiro de R$ 420 destinado para o pagamento de aluguéis. O cadastro é válido por dois anos e pode ser renovado. Pelo menos 336 pessoas foram contempladas com o benefício em julho de 2021.

Apesar da ajuda para não ficar na rua com os filhos e o marido, Catarina ainda procura os Centros Pop e outros equipamentos voltados para a população em situação de rua para se alimentar. “Lá em casa tá tanto eu como meu esposo desempregados e a gente tá se mantendo pela Bolsa Família. Graças a Deus conseguimos o aluguel social e as refeições tanto pega ou aqui no Pop, nos Contêineres ou na Praça do Ferreira”, explica.

Ainda esperando ser atendida pelo Programa de Locação Social (PLS) que concede o auxílio para o aluguel, a artista Mayre Uchôa, 35, teme precisar voltar para a rua. Atualmente, com a ajuda de conhecidos e com o dinheiro que ganha dançando na Praça do Ferreira e se vestindo como a personagem de quadrinhos Mulher-Maravilha, Mayre consegue pagar o aluguel para ela e sua filha de 18 anos.

Mayre Uchôa, 35, se veste de Mulher-Maravilha para conseguir pagar as contas e não voltar para a situação de rua
Mayre Uchôa, 35, se veste de Mulher-Maravilha para conseguir pagar as contas e não voltar para a situação de rua (Foto: Barbara Moira)

“Eu tô lutando pra não voltar pra rua, tô atrás do meu aluguel social. Tô conseguindo pagar agora porque tem umas pessoas que me ajudam. Mas é hoje, amanhã pode não ter”, diz. Antes de participar da segunda edição do curso Novos Caminhos, que promoveu a capacitação de pessoas em situação de rua para o mercado de trabalho e deu auxílio em dinheiro para os participantes, Mayre dormia na rodoviária com a filha.

“Por mais que eu estivesse na rua, eu podia até passar fome, mas ela não passava. Se eu dissesse ‘Bia, só tenho um biscoito’, ela dizia ‘divide, mãe’. Se só tivesse um almoço, dividia com ela. Nunca deixei passar fome”, relata. Durante a pandemia, Mayre ficou sem renda novamente e teve de voltar para a casa da mãe, com quem não tem uma boa relação. Foi depois disso que conseguiu alugar o local em que mora agora.

“Quero conquistar meu espaço de artista e meu lar. Não quero brigar por parede. Quero brigar, batalhar, pra conquistar meu canto, meu larzinho. Um apartamento do meu jeito”, diz.

Mulheres procuram serviços para pessoas em situação de rua com famílias inteiras

O Centro Pop do bairro Centro, em Fortaleza, atende em média 500 a 700 mulheres em situação de rua por mês, de acordo com o coordenador, Elias Figueiredo. Ele conta que na pandemia o número de mulheres que passaram a frequentar o centro com as famílias inteiras cresceu. O Centro atende ainda aquelas que conseguiram sair da situação de rua, mas que ainda enfrentam dificuldades socioeconômicas. 

“Mulheres fazem parte de um público que vem em uma crescente, porque um número maior de famílias chegaram à situação de rua, muitas mulheres com crianças. No contexto de desemprego, algumas não conseguem pagar os aluguéis e acabaram vivendo em situação de rua”, explica.

Elias afirma que o número de pessoas atendidas pelo Centro Pop que coordena praticamente dobrou de 2019 até 2021. “Nesse equipamento, a gente atende de 2.300 a 3.000 pessoas por mês. No contexto da pandemia a gente teve um aumento das pessoas em situação de rua na cidade de Fortaleza como um todo. Antes da pandemia, a gente tinha uma média de 1.700 a 1.900 pessoas em situação de rua atendidas”.

Apesar do perfil da maioria dos atendidos serem de homens de até 45 anos e solteiros, mulheres com crianças e adolescentes estão cada vez mais presentes no centro de referência. Elias explica que elas costumam agregar a família ao cotidiano, levando os filhos para onde precisam ir no dia a dia.

Devido a restrições de aglomeração, o Centro ainda não oferece atividades para famílias inteiras, mas aos poucos volta a ofertar espaços de convivência, rodas de conversa e outras atividades que contemplem também esse novo público.

Vivência na rua é diferenciada para mulheres

A educadora social Daniela Ximenes conversou com as mulheres atendidas pelo Centro Pop sobre direitos e acesso a serviços
A educadora social Daniela Ximenes conversou com as mulheres atendidas pelo Centro Pop sobre direitos e acesso a serviços (Foto: Barbara Moira)

“A gente sabe que a vivência das mulheres é mais vulnerabilizada, está suscetível a sofrer maiores violações. Então a gente desenvolve atividades sobre prevenção a gravidez indesejada, planejamento familiar, prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), temas de fortalecimento de vínculos entre as mulheres da rede de apoio”, diz Elias.

Nesta terça-feira, 14, mulheres atendidas pelo Centro se reuniram para discutir cidadania e direitos da população em situação de rua durante uma edição da roda de conversa promovida quinzenalmente no equipamento. Outras edições já tiveram temas relacionados ao ciclo menstrual e higiene pessoal da mulher. O momento deixou de acontecer durante a pandemia, mas voltou a ser realizado em agosto de 2021.

Uma das principais reclamações das onze mulheres que participavam da roda de conversa foi a falta de banheiros que atendessem suas necessidades. “De noite você não tem um banheiro pra tomar um banho. De dia tem os Centro Pops, tem os locais de tomar banho. Mas e a noite?”, reclamou Mayre. Outras mulheres reclamaram da falta de privacidade e do medo de sofrerem violências sexuais em locais que precisam dividir banheiros com homens.

“É uma marca das pessoas que estão em situação de rua o desejo de falar, de ter alguém ali que escute suas dores, que dê importância para aquilo que elas estão sentindo. E a mulher principalmente, pelas várias necessidades que elas enfrentam. Elas têm seus ciclos menstruais e necessidades físicas próprias da mulher e às vezes não tem políticas que atendam essa demanda que é tão específica desse público”, diz a facilitadora da roda de conversa, Daniela Ximenes.

A educadora social afirmou também que os encontros servem para explicar os direitos das mulheres, informar quais equipamentos públicos podem procurar em caso de problemas como violência sexual ou doméstica e questões de saúde.

Censo da população de rua deve ser divulgado até o fim de 2021

Licitado e com contrato assinado desde 2020, o censo que deve contabilizar a população em situação de rua em Fortaleza deve ser finalizado até o fim de 2021, de acordo com o secretário municipal de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS), Cláudio Pinho.

A previsão da secretaria dada em janeiro de 2020 era que o censo fosse iniciado ainda em fevereiro daquele ano. No entanto, com a situação da pandemia, as pesquisas nas ruas só puderam ser iniciadas em junho de 2021. “Nós não recebemos ainda o resultado, mas até o final do ano nós teremos toda essa pesquisa para podermos planejar as ações da Prefeitura com a população de rua”, disse Cláudio ao O POVO.

“Nós temos que descobrir por que a pessoa está na rua. Se é só a dificuldade econômica, se é a pandemia, se é a questão de drogas, tudo isso tá sendo levantado nesse censo”, explica.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Mansueto: o que assusta mercado é quebra do teto para gastar mais que R$ 18 bi

ECONOMIA
19:48 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia
O ex-secretário do Tesouro Nacional e atual economista-chefe do BTG Pactual, Mansueto Almeida, disse nesta terça-feira, 14, que o que assusta o mercado é a possibilidade de quebra do teto de gastos para que o governo gaste mais que R$ 18 bilhões, espaço para o Bolsa Família. "O que alguns amigos falam é que o governo deveria aumentar o Bolsa Família, pagar os R$ 89 bilhões de precatórios e calar a boca, cumprir a letra da lei. Essa solução ótima não existe", disse.
A boa notícia, de acordo com o ex-secretário do Tesouro, é que Brasília hoje está discutindo - sabendo que a inflação ate junho já terminou e que se sabe que o crescimento do teto de gastos será de R$ 124 bilhões no ano que vem - uma solução para que esse crescimento de R$ 124 bilhões seja de R$ 140 bilhões para que tenha espaço para o Bolsa Família.
"Se for isso, vou falar uma palavra que muitos amigos meus vão me criticar: espetacular!", disse Mansueto, acrescentando que se o que está sendo discutido é R$ 16 bilhões, R$ 18 bilhões "é espetacular porque esse governo, independente de a gente gostar ou não do governo, no próximo ano a despesa primária, sem juros do governo federal, ficará menor que ele recebeu do governo Temer".
"Essa é a primeira vez que isso acontece desde 1988 num ciclo de quatro anos de governo. Pela primeira vez desde a Constituição um governo vai conseguir reduzir gastos públicos com uma pandemia no meio", observou Mansueto Almeida.
Ele disse ainda que o Brasil tem uma chance pequena de ter um superávit primário no próximo ano porque a recuperação da arrecadação foi muito grande e as despesas obrigatórias estão controladas. "No próximo ano, de acordo com o Orçamento que foi enviado, a gente vai completar três anos sem aumento real para funcionário público. A gente teve aumento real para funcionário público em nos anos 16, 17, 18 e 19 e aumento de salário mínimo zero em 2020, 2021 e provavelmente não terá em 2022", disse.
Ele disse ainda que o governo teve tudo isso e ainda fez uma reforma da Previdência. "Quando a gente olha isso, o que assusta o mercado é que a solução seja uma quebra simples do teto e que abra espaço para o governo gastar não R$ 18 bilhões a mais, nas R$ 40, R$ 50, R$ 80, R$ 100 bilhões. Ai seria o caos", disse.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Violência doméstica: CNJ é contra ampliação da competência de varas

Justiça
19:43 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nota técnica para se manifestar contra o Projeto de Lei 3.244/2020, que prevê a ampliação das competências das varas de violência de doméstica. Pelo texto, além de processar casos envolvendo agressões contra mulheres, os juizados passariam a analisar questões sobre partilha de bens e divórcios.

De acordo com a nota técnica do CNJ, em caso de aprovação da matéria pelo Congresso Nacional, a medida aumentará o volume de processos nessas varas e prejudicará  a análise célere de medidas protetivas solicitadas contra os agressores.

Em março, a matéria foi aprovada pelo plenário do Senado e seguiu para tramitação na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. 

Segundo o CNJ, existem no país 139 varas exclusivas para julgamento de processos envolvendo a Lei Maria da Penha. Cerca de 1 milhão de processos tramitam nesses juízos.

Sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei Maria da Penha estabelece que todo o caso de violência doméstica e intrafamiliar é crime, deve ser apurado por inquérito policial e ser remetido ao Ministério Público. Esse tipo de crime é julgado nos juizados especializados de violência doméstica contra a mulher, ou, nas cidades em que ainda não existem, nas varas criminais.

A lei também tipifica as situações de violência doméstica, proíbe a aplicação de penas pecuniárias aos agressores, amplia a pena de um para até três anos de prisão e determina o encaminhamento das mulheres em situação de violência, assim como de seus dependentes, a programas e serviços de proteção e de assistência social.

Meio ambiente

Também nesta terça-feira, o CNJ aprovou a possibilidade de uso de dados de geolocalização em processos sobre danos ambientais. A medida faz parte da plataforma Sirenejud - um sistema eletrônico que permite visualizar os locais no país com mais focos de desmatamento e outros crimes ambientais ocorridos em terras indígenas e quilombos.

Com a iniciativa, arquivos em formato Keyhole Markup Language (KML) - arquivo de informações georreferenciadas - deverão ser anexados ao processos judiciais ou termos de ajustamento de conduta (TAC) sobre questões ambientais. 

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Liberdade de imprensa tem defeitos, mas deve persistir, diz presidente

Política
19:43 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (14) que a liberdade de imprensa no Brasil "tem defeitos", mas deve ser preservada. Ele participou, no Palácio do Planalto, da cerimônia de entrega do Prêmio Marechal Rondon, distinção do Ministério das Comunicações que reconhece o trabalho de pessoas e instituições para o setor. Diversos ministros, parlamentares e auxiliares do governo federal foram agraciados. 

"A nossa liberdade de imprensa, com todos os seus defeitos, tem que persistir. Com todos os seus defeitos, é melhor ela falando do que calada", afirmou Bolsonaro durante discurso na solenidade. O presidente não deu detalhes sobre o que considera como defeitos dessa liberdade, mas lembrou que é um dos maiores alvos de ataques na internet atualmente. 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, cumprimenta o ministro do STF, Dias Toffoli, durante a entrega do Prêmio Marechal Rondon de Comunicações no Palácio do Planalto
O presidente da República, Jair Bolsonaro, cumprimenta o ministro do STF, Dias Toffoli, durante a entrega do Prêmio Marechal Rondon de Comunicações no Palácio do Planalto - Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

"Se for levar em conta o que se fala do presidente nas mídias sociais, eu duvido quem apanha mais do que eu, mas em nenhum momento eu recorri ao Judiciário para tentar reparar isso", disse.

"Não precisamos de regular isso aí. Deixemos o povo à vontade. Obviamente, quando se vai para pedofilia e outras coisas mais, aí não tem cabimento. Isso não é fake news, isso é crime", acrescentou. 

Ainda segundo Bolsonaro, a internet é um fator de união e influencia na eleição dos representantes brasileiros na política. "A internet, realmente, une nosso povo. A internet elege vereador, prefeito, governador. Elegeu um presidente da República". 

Em seu discurso, o ministro Fábio Faria, das Comunicações, que fez um balanço de diversas ações da pasta, afirmou que Bolsonaro foi alvo de injustiças e protagonizou diversos "embates" com a mídia, mas que jamais pretendeu estabelecer algum tipo de nova regulação do setor. 

"Em nenhum momento, em nenhum segundo, esse presidente que está aqui do meu lado falou em regular a mídia."

Leilão do 5G

Fábio Faria destacou a importância do edital do leilão do 5G. Para ele, não se trata de um projeto de governo, mas de país. Ele lembrou que serão cerca de 1,2 trilhão de dólares em investimentos pelos próximos 15 anos. 

"O leilão vai fazer com que 40 milhões de brasileiros que não tem internet possam receber. O 4G conectou pessoas, e o 5G vai conectar toda a indústria e toda a cadeia produtiva". 

O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) havia aprovado o edital no último dia 25 de agosto, e a avaliação final pela Anatel deve ser concluída na semana que vem. Se o governo mantiver o calendário, o leilão ocorrerá em meados de outubro. 

O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão com segurança e estabilidade que abrem espaço para o uso de novos serviços em diversas áreas, como indústria, saúde, agricultura e na produção e difusão de conteúdos.

A proposta de leilão tem valor previsto de R$ 44 bilhões e está estruturada com foco em investimentos e oferta da tecnologia a todos os municípios com mais de 600 pessoas, e não na arrecadação de recursos para o governo.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a entrega do Prêmio Marechal Rondon de Comunicações no Palácio do Planalto
Prêmio Marechal Rondon de Comunicações, por Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Prêmio 

Entre os agraciados com o prêmio estão os ministros do TCU Jorge Oliveira, Walton Alencar, Raimundo Carreiro, Vital do Rêgo e Bruno Dantas. Os presidentes da Telebrás, Jarbas José Valente, dos Correios, Floriano Peixoto, do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro de Andrade, o diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Glen Valente, também receberam a homenagem. 

A premiação foi entregue ainda ao presidente Jair Bolsonaro, à primeira-dama Michelle Bolsonaro e aos ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Flávia Arruda (Secretaria de Governo), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral), Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), Gilson Machado (Turismo), Marcelo Queiroga (Saúde), João Roma (Cidadania), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Milton Ribeiro (Educação), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Braga Netto (Defesa), Ciro Nogueira (Casa Civil), os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, entre outros.    

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Covid-19: Brasil tem 21 milhões de casos e 587,7 mil mortes

Saúde
19:43 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
Foto do autor
Agência Brasil Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia

O total de pessoas que foram contaminadas pelo novo coronavírus chegou a 21.019.830. Em 24 horas, as autoridades de saúde confirmaram 13.406 diagnósticos positivos. Ontem, o painel de informações da pandemia contabilizava 21.019.830 casos acumulados.

Ainda há 323.616 casos em acompanhamento. A definição é dada a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperam em casa.

Já a soma de brasileiros que perderam a vida para a pandemia alcançou 587.797 pessoas. Entre ontem e hoje, foram registradas 731 mortes por causa da doença. Ontem, o sistema de informações da pandemia marcava 587.066 óbitos.

Boletim epidemiológico mostra a evolução nos números da pandemia de covid-19 no Brasil.


Ainda há 3.386 mortes em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 21.108.417. Isso corresponde a 95,7% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (14). A atualização consolida o levantamento realizado pelas secretarias de saúde.

Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim-de-semana.

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (147.444), Rio de Janeiro (64.077), Minas Gerais (53.732), Paraná (38.163) e Rio Grande do Sul (34.510). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.816), Amapá (1.963), Roraima (1.971), Tocantins (3.719) e Sergipe (6.003).

Vacinação

Até o início da noite de terça (14), o painel de vacinação do Ministério da Saúde não possuía novas atualizações. Até esta terça-feira, o sistema marcava 212,8 milhões de doses aplicadas, sendo 138,6 milhões da 1ª dose e 74,1 milhões da 2ª dose. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 1,9 milhão de doses. 

Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicadas 201,9 milhões de doses, sendo 131,9 milhões da 1ª dose e 70 milhões da 2ª dose.   

Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídas 259,4 milhões de doses, sendo entregues 256,4 milhões de doses.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags