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Ator Jonathan Azevedo terá filho com "grande amiga"

A novidade foi compartilhada pelo próprio ator em sua rede social
22:46 | Set. 02, 2019
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O ator Jonathan Azevedo anunciou que será pai. A revelação foi feita em seu Instagram pessoal na manhã desta segunda-feira, 2. Na publicação, ele aparece ao lado do pai, Sergio Azevedo, e da mãe da criança, Maria Patrícia, a quem o artista se refere como uma "grande amiga".

"Essa foto me inspira a ser uma pessoa muito melhor. Meu pai, Sergio Azevedo, minha grande referência de vida. O cara mais foda que eu conheço. Maria Patrícia, uma grande amiga, mulher incrível, guerreira, que estará para sempre em minha vida. Na barriga dela, Matheus Gabriel, nosso filho", escreveu.

"É muito louco. Difícil explicar o que tenho sentido. É uma avalanche de sentimentos, uma ansiedade sem tamanho, não vejo a hora de ter meu filho nos braços. Uma coisa é certa, estou muito feliz", finalizou o ator.

 
 
 
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Essa foto me inspira a ser uma pessoa muito melhor. Meu pai, Sergio Azevedo, minha grande referência de vida. O cara mais foda que conheço. Maria Patricia, uma grande amiga, mulher incrível, guerreira, que estará pra sempre em minha vida. Na barriga dela, Matheus Gabriel, nosso filho. Nesse momento tão especial que estou vivendo, queria agradecer a essas 2 pessoa de luz! Meu pai por me ensinar a ser uma pessoa melhor sempre e a essa mulher que está sendo uma grande parceira de vida, me ajudando a ser esse pai que sempre sonhei ser. Te agradeço e sei que será uma grande mãe para nosso filho. Gente! É muito louco! Difícil explicar o que tenho sentido. É uma avalanche de sentimentos, uma ansiedade sem tamanho, não vejo a hora de ter meu filho nos braços. Uma coisa é certa, estou muito feliz! #luznacaminhada #babyblack #gratidão #pazsempre

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Maternidade no esporte impõe uma escolha: ou mãe ou atleta

COLUNA
22:39 | Ago. 16, 2021
Autor Iara Costa
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Dedicação, amor e respeito são algumas das características que fãs do esporte sempre esperam que os atletas que defendem seus times tenham. Essas também são características que homens e mulheres devem ter com seus filhos quando decidem tê-los. Um atleta, quando se torna pai, costuma celebrar o fato na internet e, claro, a chegada de um filho é quase sempre de bom grado para os homens. Para as mulheres, no entanto, o momento que deveria ser de comemoração se torna de preocupação.

Não por acaso. No Brasil, de acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas em 2016, mais da metade das mulheres perderam seus empregos após a gravidez. Embora o emprego de esportistas não seja convencional, ele também entra na estatística. O mais atual exemplo que temos é da lutadora cearense ex-UFC, Viviane Sucuri. 

Em um exame de rotina, a atleta descobriu que estava grávida. Logo após a descoberta, Sucuri perdeu dois patrocínios e iniciou uma luta fora dos ringues contra o abandono. Sem o apoio do genitor e sem o suporte das marcas, a lutadora passou a enfrentar uma batalha como mãe solo e desempregada. Embora tenha tido o apoio da família e dos fãs, que ajudaram com contribuições online, ela ainda não conseguiu voltar à sua melhor forma.

Não foi por falta de vontade. Ela treina e busca voltar a ser a Viviane que já foi um dia, mas não é fácil correr sozinha em busca de um sonho e ela não é a única esportiva brasileira a passar por isso. Lateral do Brasil na Copa do Mundo feminina de 2019, Tamires ficou quatro anos afastada dos gramados após se descobrir grávida, mesmo vivendo uma realidade diferente, já que ela tinha o apoio da família e do pai do filho Bernardo.

Do outro lado do campo, já acompanhei história de jogadores homens que saíram da concentração para ver o filho nascer e entraram em campo no dia seguinte, por vontade própria. Quando um homem tem um filho, ele perde um treino, talvez, por conta da licença-paternidade, enquanto mulheres acabam por perder a carreira por longos períodos. 

Embora existam leis trabalhistas que asseguram que mulheres não podem ser demitidas em período de gravidez, muitas empresas esperam uma data juridicamente segura para abrir mão da funcionária por ainda encararem uma mulher com filho como peso. Por conta disso, muitas atletas decidem congelar os próprios óvulos para engravidar após a aposentadoria. Mas até onde é justo abrir mão da família por um trabalho, por mais passional que a relação com ele seja? Até onde é justo ter de escolher entre ser mãe ou atleta?

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Gestação na adolescência cai 37% em 20 anos, diz estudo

Saúde
17:55 | Jul. 30, 2021
Autor Agência Brasil
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Nos últimos 20 anos, o Brasil registrou queda de 37,2% no número de adolescentes grávidas. Isso é o que apontou um estudo realizado pela ginecologista Denise Leite Maia Monteiro, secretária da Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Infanto Puberal da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

A pesquisa foi feita considerando o número de nascidos vivos (NV) de mães entre 10 e 19 anos de idade, entre os anos de 2000 e 2019.

Em 2000, segundo a pesquisa, as mães adolescentes foram responsáveis por 23,4% do total de nascidos vivos no país. Já em 2019, esse índice passou para 14,7%.

Apesar da queda, o número ainda é preocupante. Dados do DataSUS/Sinasc apontam que a cada dia ocorrem cerca de 1.150 nascimentos de filhos de adolescentes. “As complicações gestacionais e no parto representam a principal causa de morte entre meninas de 15 a 19 anos mundialmente, pois existe maior risco de eclâmpsia, endometrite puerperal, infecções sistêmicas e prematuridade, segundo a Organização Mundial da Saúde. Ainda há consequências sociais e econômicas como rejeição ou violência e interrupção dos estudos, comprometendo o futuro dessas jovens”, disse a médica, no estudo.

A pesquisa também demonstrou que a redução da gravidez na adolescência entre meninas de 10 a 14 anos foi de 26% e teve uma redução menor que entre o grupo de 15 a 19 anos, que registrou 40,7% de queda. Os maiores indicadores de gravidez entre adolescentes foram registrados na região norte do país, que apresentou a menor queda percentual na taxa de fecundidade por idade específica (TIEF) tanto para o grupo de adolescentes entre 10 e 14 anos (-11,9%) quanto para o grupo de adolescentes entre 15 e 19 anos (-32,9%).    

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