Covid: Fortaleza não registra casos pela 1° vez e mostra controle da doença

Todos os exames entre os dias 13 e 19 de setembro deram negativo para Covid na Capital cearense. Secretaria Municipal da Saúde diz que, se o quadro for mantido, "o fim da pandemia pode ser avaliado em breve"

Pela primeira vez desde a pandemia de Covid-19, Fortaleza atingiu taxa de positividade das amostras de 0,0%. O resultado é referente aos dias 13 a 19 de setembro, quando todas as 590 amostras liberadas deram negativo para a infecção do coronavírus. Informação consta em boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira, 20, pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

A média móvel atual é de menos de um caso por dia: 0,3. O número é 85% menor do que o registrado duas semanas atrás, quando a média foi de 2,0 casos. Dessa forma, o cenário atual é de "circulação viral baixíssima", a menor desde o início da pandemia. 

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O aumento dos casos mais evidente em junho — na quarta onda da infecção no Ceará — perdeu força no fim do mês. O pico da disseminação foi na transição entre junho e julho. Os meses posteriores se caracterizaram por uma veloz redução da transmissão e o ciclo teve fim em meados de agosto. 

Entre 13 e 19 de setembro nenhuma morte foi confirmada. Por isso, a Capital continua em um estágio de "muito baixa mortalidade". Os óbitos em decorrência da Covid-19 são considerados "eventos raros, associados a condições especiais e comorbidades graves".

O boletim acrescenta que as mortes registradas a em julho foram de idosos com média de 87 anos, que se enquadravam em pelo menos uma dessas categorias. 

A quarta onda não afetou de forma significativa o padrão de baixa mortalidade da doença. Os óbitos no mais recente ciclo de contaminação se concentraram no momento posterior ao pico de casos, no início de julho, quando a média móvel chegou 1,3. 

O último quadrimestre, entre maio e setembro, foi o menos letal, preliminarmente, da pandemia em Fortaleza, de acordo com os especialistas da pasta. 

A secretaria reitera que o 'aumento da testagem e da cobertura vacinal com esquema completo em todas as faixas etárias (incluindo D3 e D4 para as populações-alvo) continuam sendo, junto com medidas não farmacológicas, as estratégias cruciais para consolidar o controle da doença".

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