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Covid-19: Fortaleza chega a média móvel de menos de um óbito por dia

Média móvel de casos é de 28,4 registros diários, conforme boletim da Secretaria da Saúde Municipal divulgado nesta sexta-feira, 27
20:59 | Ago. 27, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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Ana Rute Ramires Jornal
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O atual padrão de mortalidade pela Covid-19 indica que a segunda onda já chegou ao fim. A média móvel de óbitos pela infecção dos últimos sete dias (0,6)  apresenta diminuição de 63% em comparação à calculada  quatorze dias atrás (1,6). Já a média móvel de casos registrada (28,4 casos) é 58% menor do que a registrada duas semanas atrás (68 casos). O cenário, contudo, ainda pode ser alterado, pois há transmissão comunitária do vírus e principalmente pela introdução da variante Delta.

As informações são do boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde Municipal (SMS), divulgado nesta sexta-feira, 27. Desde maio, a queda de indicadores diminui de forma gradual e sem oscilações. No caso dos óbitos, redução é acentuada em junho e julho.  

Conforme o levantamento, desde o início da pandemia, o período mais grave foi observado no início de março de 2021. O maior número de casos (2.232) e a maior media móvel (1.637,7 casos) foram registradas, respectivamente, nos dias 1 e 6 desse mês. 

O pico da média móvel de óbitos na segunda onda ocorreu no dia 24 de março, quando foram 64,6 registros de casos com esse desfecho. No dia 3 abril de 2021 foram registradas 69 mortes, o maior número de óbitos em 24 horas, desde maio de 2020.

A taxa de positividade das amostras (RT-PCR) em Fortaleza é de 2,6%, considerando exames realizados entre os dias 20 a 26 de agosto e analisados pelos laboratórios da rede pública. 

Mondubim (241), Prefeito José Walter (234) e Barra do Ceará (228) são os bairros com mais registros de óbitos pela doença. A análise da distribuição espacial deixa claro que o "evento-morte" por Covid-19 ocorreu principalmente nos bairros periféricos da Capital. 

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Variante Delta é risco, mas ainda não conteve demanda, diz dirigente do Fed

ECONOMIA
14:47 | Ago. 27, 2021
Autor Agência Estado
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A presidente da distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em Cleveland, Loretta Mester, elegeu a variante delta do coronavírus como o principal risco ao cenário econômico dos Estados Unidos.
Em entrevista à Bloomberg TV, a dirigente explicou que a mutação, até o momento, não teve efeito na atividade e na demanda.
De qualquer forma, ela explicou que a questão demanda atenção, com implicações possíveis para a política monetária.
Mester acrescentou que a maior economia do planeta ainda não atingiu o pleno emprego, apesar dos muitos progressos obtidos durante a recuperação da crise provocada pelo coronavírus. Na visão dela, a decisão sobre alta de juros deve acontecer só depois de encerrar as compras de ativos.
Estímulos
A presidente da distrital do Federal Reserve em Cleveland voltou a afirmar que a economia dos Estados Unidos melhorou a ponto de não mais demandar os estímulos produzidos pelo programa de compras de ativos. Ela argumentou que "não faria diferença" começar a encerrar o relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) em setembro ou novembro.
Para ela, o "tapering" - como o processo é conhecido - deveria ter início este ano e terminar em meados de 2022. "Requisitos para 'tapering' foram alcançados, sobretudo na inflação", disse.
Mester acrescentou que espera desaceleração da inflação ao longo de 2022, embora enxerga riscos. Em particular, ela citou a possibilidade de os gargalos na cadeia produtiva se estendam até 2023, impulsionando mais os preços.

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Prefeito defende exigência de vacinação a partir de setembro no Rio

Saúde
11:04 | Ago. 27, 2021
Autor Agência Brasil
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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, defendeu hoje  (27) a exigência de certificado de vacinação contra covid-19 para ter acesso a locais de lazer, receber recursos do Cartão Família Carioca e realizar cirurgias eletivas. A determinação valerá a partir de setembro e foi publicada hoje no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro. Ao apresentar o boletim epidemiológico da cidade, Paes argumentou que as medidas protegem os vacinados e estimulam a vacinação ao criar dificuldades para quem não quer se vacinar.

"Não deixem de se vacinar. Nós vamos criar dificuldades para aqueles que não querem se vacinar, desde o acesso a programas de transferência de renda, passando por cuidados a sua saúde, passando por ter alternativas e oportunidades de lazer e, em alguns casos, até de trabalhar. É muito importante que as pessoas se vacinem", enfatizou o prefeito, acrescentando que a exigência da vacinação é uma preparação para a liberação das atividades limitadas pelas medidas de prevenção à covid-19.

A administração municipal publicou hoje decretos que tornam obrigatória, a partir de 1° de setembro, a apresentação do comprovante de vacinação para acessar diversos espaços, como academias de ginástica, piscinas, centros de treinamento, clubes, estádios, vilas olímpicas, cinemas, teatros, circos, salas de concerto, pistas de patinação, pontos turísticos e feiras comerciais.

A prefeitura também passará a exigir o comprovante de vacinação para a inclusão e manutenção de pessoas no programa de transferência de renda Cartão Família Carioca. Além disso, a exigência do certificado será feita para quem quiser realizar cirurgias eletivas nos serviços públicos e privados de saúde e nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) no município.

A comprovação da vacinação poderá ser feita tanto com o aplicativo ConecteSUS quanto com o próprio cartão de vacinação físico, e deverá mostrar que a pessoa tomou todas as doses já disponíveis para sua faixa etária.

"Obviamente, o nosso objetivo é proteger as pessoas que acreditam na ciência, se vacinaram e frequentam os ambientes", disse Paes, que acrescentou: "E, obviamente, também fazer com que as pessoas se vacinem".

A vacinação contra covid-19 já alcançou 87,3% do público alvo com primeira dose ou dose única no Rio de Janeiro, considerando que os adolescentes com mais de 12 anos passaram a fazer parte da campanha de imunização. A cobertura com as duas doses ou dose única chega a 42,8% da população alvo.

Entre os números que preocupam a prefeitura está o atraso na segunda dose de cerca de 180 mil pessoas. Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a prefeitura vai intensificar a busca ativa no mês de setembro, entrando em contato com essas pessoas por telefone ou em seus endereços. Segundo Soranz, os agentes de saúde relatam que os principais motivos apresentados por essas pessoas ao serem procuradas são o esquecimento, o adoecimento na data marcada para a vacinação e eventos adversos ocorridos na primeira dose.

O secretário lembrou ainda que 30 mil idosos com mais de 60 anos não tomaram nem a primeira dose da vacina e estão sob maior risco de ter um caso grave e serem vítimas da covid-19. "É um percentual pequeno, mas são 30 mil pessoas expostas à covid com mais de 60 anos", alertou Soranz.

O painel de dados da prefeitura mostra ainda que a faixa etária de 30 a 39 anos tem 91 mil pessoas que não se vacinaram, e a de 20 a 29 anos, 146 mil.

Dose de reforço

Enquanto tenta ampliar a cobertura nas faixas etárias já contempladas com a primeira e a segunda doses, a prefeitura também já se prepara para iniciar a terceira dose nos grupos mais vulneráveis. O calendário para essa população receber a dose de reforço foi anunciado ontem e começa em 1° de setembro.

A nova vacinação nos idosos deverá respeitar um intervalo mínimo de três meses entre a segunda e a terceira dose, enquanto pacientes imunossuprimidos poderão receber a dose de reforço 28 dias depois da segunda dose.

Paes explicou que o Rio de Janeiro vai priorizar o reforço da vacinação do grupo de risco e não antecipará a aplicação da segunda dose da Pfizer, mantendo esse intervalo em três meses.

Boletim epidemiológico

Os dados sobre a pandemia apresentados hoje pelo município indicam que, apesar da alta de casos causada pela disseminação da variante Delta, os óbitos e internações não cresceram na mesma proporção e mantiveram estabilidade.

O prefeito considerou que é uma boa notícia a estabilização na procura pela rede de urgência e emergência, mesmo diante de um a subida "absurda" no número de casos. O secretário Daniel Soranz explicou que a disparidade entre essas tendências repete o que tem sido observado em outras partes do mundo.

"A gente mantém um padrão muito parecido com o de outros países que estão se vacinando. A variante Delta provoca aumento de casos, mas não provoca na mesma proporção aumento de óbitos nem de internações".

Os últimos dados disponíveis, referentes ao sequenciamento de casos do mês de julho, mostram que a variante Delta responde por 57,5% das infecções, enquanto a Gama, por 41,5%.

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Fiocruz: mortes mantêm queda, mas Delta requer cautela

Saúde
17:14 | Ago. 25, 2021
Autor Agência Brasil
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Dados divulgados hoje (25) no Boletim do Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), informam que o cenário de queda de hospitalizações e óbitos se mantém na pandemia, mas indicam que a variante Delta do SARS-CoV-2 deve ser acompanhada com atenção. Para os pesquisadores da Fiocruz, o progresso na vacinação tem sido lento, com média de cerca de 1 milhão de doses por dia, enquanto a capacidade de distribuição e aplicação de doses do Sistema Único de Saúde (SUS) é de 2 milhões.

"Embora as vacinas venham claramente contribuindo para a redução de casos graves, internações e óbitos no país como um todo, o surgimento e crescimento da presença de novas variantes de preocupação, como a Delta, deve manter em alerta os serviços de vigilância em saúde, com amplo uso de testes, detecção de casos, isolamento e quarentena", diz o boletim, que reforça a necessidade de continuar com medidas como uso de máscara e distanciamento físico mesmo entre vacinados e especialmente no contato com pessoas com maior risco de agravamento da doença.

Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira, a incidência diária de novas mortes por covid-19 no país teve queda de 1,5% ao dia na última semana e chegou a 770 vítimas diárias, o menor patamar desde o início de 2021.

Já a tendência de casos confirmados da doença por dia subiu, após quatro semanas seguidas com redução média de 1% ao dia. Nos últimos sete dias, houve aumento diário de 0,6% no registro de novos casos confirmados, que oscilam no patamar de 30 mil novos diagnósticos por dia, o que os pesquisadores consideram preocupante.

"A oscilação no número de casos diários reflete, em certa medida, um ambiente que tem sido propício para a transmissão da doença, na retomada de muitas atividades, envolvendo a circulação de pessoas, o uso de transporte público, o trabalho e o lazer" afirmam os pesquisadores. "A circulação de novas variantes do vírus tem causado infecções, mas não necessariamente um aumento no número de casos graves na mesma proporção, devido à proteção já adquirida pelos diferentes grupos populacionais vacinados".

Os pesquisadores também veem um cenário positivo na ocupação dos leitos de terapia intensiva (UTI) destinados a pacientes com covid-19 no SUS. Somente Roraima está na zona de alerta crítico para esse indicador, com 84% dos leitos ocupados, enquanto Distrito Federal (63%), Goiás (64%), Paraná (60%) e Rio de Janeiro (69%) estão na zona de alerta intermediário.

As demais unidades federativas apresentam menos de 50% dos leitos de UTI para covid-19 do SUS ocupados, o que as deixa fora da zona de alerta. O boletim destaca que isso ocorre em um momento em que 14 estados vêm reduzindo, de forma lenta, a quantidade de leitos de UTI para covid-19. 

Entre as capitais, Boa Vista (84%) e Rio de Janeiro (96%) estão na zona de alerta crítico, enquanto em Belo Horizonte (64%), Curitiba (72%), Goiânia (73%) e Brasília (63%) o alerta é intermediário. As outras 20 capitais estão fora da zona de alerta.

O boletim da Fiocruz pede cautela diante da Delta e ressalta que a variante pode estar associada ao aumento da demanda por hospitalizações no estado do Rio de Janeiro.

"É fundamental acompanhar a tendência nas próximas semanas, pois a variante Delta, que já apresenta elevada prevalência no Rio de Janeiro, pode alterar a situação. Soma-se a isso, o fato de o estado, especialmente a capital, ter uma população idosa expressiva, para a qual o benefício inicial da vacinação, ocorrida ainda entre os meses de janeiro e fevereiro, pode vir se reduzindo, em razão das características imunológicas desse grupo". 

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Variante Delta: 13 casos no Ceará são de transmissão comunitária 

Alerta
20:16 | Ago. 20, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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No Ceará, já foram confirmados 13 casos da variante Delta por transmissão comunitária. Isso ocorre quando há confirmação de caso sem vínculo a outro caso confirmado. Ou seja, quando uma pessoa tem diagnóstico positivo sem que seja possível rastrear qual a origem da infecção. Isso indica que o vírus circula entre as pessoas, independente de terem viajado ou não para o exterior. Primeiro caso de transmissão comunitária no Estado foi confirmado há nove dias. 

 

Ao todo, Estado soma 62 casos da cepa inicialmente identificada na Índia, segundo a Secretaria da Saúde (Sesa). Sendo que 39 não passaram pelo Centro de Testagem do Aeroporto. Destes, além dos 13 casos de transmissão comunitária — sem nenhum histórico de viagem —, seis casos ainda estão em investigação. Os demais são de pessoas que relataram ter feito viagens recentes para o Distrito Federal, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul ou São Paulo.

LEIA MAIS | Variante Delta: atenção a sintomas leves

+ Delta? Alfa? Entenda os efeitos das novas variantes da Covid-19 no Ceará

Foram identificados ainda 23 casos da Delta no Aeroporto Internacional de Fortaleza – Pinto Martins. Destes, 20 foram de viajantes que chegaram ao Estado e três de funcionários do aeroporto. Todos foram orientados, ainda no Centro de Testagem, quando os testes de antígeno deram positivo, a cumprir autoquarentena de 14 dias. 

Alerta

Aumento de casos da variante Delta no Estado preocupa equipe técnica da Sesa. Há apenas dois dias, número de casos dessa mutação eram 43. Diante desse cenário, novo decreto de enfrentamento à Covid-19 no Ceará teve poucas alterações. Medidas foram anunciadas hoje pelo titular da pasta, Marcos Gadelha, e pelo governador Camilo Santana (PT). 

Municípios 

Dos 62 pacientes identificados com a variante Delta, 33 são mulheres e 29, homens. Conforme a Sesa, maioria concentra-se na faixa etária de 20 a 39 anos. Seis não moram no Ceará. Os 56 que residem no Estado residem em 22 municípios:

- Aquiraz
- Caucaia
- Choró
- Crateús
- Eusébio
- Fortaleza
- Hidrolândia
- Icó
- Ipaporanga
- Ipueiras
- Irauçuba
- Itapipoca
- Jaguaretama
- Maracanaú
- Monsenhor Tabosa
- Nova Russas
- Paraipaba
- Poranga
- Quixeramobim
- São Gonçalo do Amarante
- Sobral
- Tauá

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Variante Delta: três casos são de funcionários do Aeroporto de Fortaleza

COVID-19
18:24 | Ago. 20, 2021
Autor Ana Rute Ramires
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Com aumento progressivo, Ceará soma 62 confirmações de casos da variante Delta. Desse total, 20 são de passageiros que desembarcaram no Aeroporto Internacional de Fortaleza – Pinto Martins e três são de funcionários do local. As informações são da Secretaria da Saúde (Sesa). Todos foram orientados, ainda no Centro de Testagem, quando os testes de antígeno deram positivo, a cumprir autoquarentena de 14 dias. 

Na última quarta-feira, 18, pasta também confirmou o primeiro caso da variante Alta, originalmente identificada no Reino Unido.

Os outros 39 casos são de pacientes que testaram positivo para Covid-19 em unidades da Sesa, além de amostras que foram enviadas por unidades de saúde ou municípios, e são encaminhadas para sequenciamento genômico, que possibilita identificar se é caso de variante. 

Dos 39 casos que não foram identificados no aeroporto, 13 não têm histórico de viagem, ou seja, confirmam a transmissão comunitária da variante Delta Ceará. Outros seis casos ainda estão em investigação. Os demais relataram ter feito viagens recentes para o Distrito Federal, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul ou São Paulo. 

LEIA MAIS | Variante Delta: atenção a sintomas leves

Delta? Alfa? Entenda os efeitos das novas variantes da Covid-19 no Ceará

Os 20 casos identificados no Centro de Testagem do aeroporto são de viajantes oriundos do Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Recife e, fora do País, do México. 

Do total de pacientes identificados com a variante Delta no Ceará, 33 são mulheres e 29, homens. Conforme a Sesa, maioria concentra-se na faixa etária de 20 a 39 anos. Seis não moram no Ceará. Os 56 que residem no Estado são dos seguintes municípios:

- Aquiraz
- Caucaia
- Choró
- Crateús
- Eusébio
- Fortaleza
- Hidrolândia
- Icó
- Ipaporanga
- Ipueiras
- Irauçuba
- Itapipoca
- Jaguaretama
- Maracanaú
- Monsenhor Tabosa
- Nova Russas
- Paraipaba
- Poranga
- Quixeramobim
- São Gonçalo do Amarante
- Sobral
- Tauá

 

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