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Número de mortos por Covid-19 passa de 100 mil na Indonésia

Maior economia do Sudeste Asiático, o país detectou essa variante em dezenas de regiões desde seu primeiro caso no arquipélago, em junho.
11:48 | Ago. 04, 2021
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A Indonésia ultrapassou a marca de 100 mil mortos pela Covid-19 nesta quarta-feira (4), em meio ao combate à expansão da variante Delta.

 

Maior economia do Sudeste Asiático, o país detectou essa variante em dezenas de regiões desde seu primeiro caso no arquipélago, em junho.

 

Muitos indonésios morreram em casa, sem terem condições de acesso a cuidados hospitalares, ou a dispositivos médicos de oxigênio. Até o momento, foram registrados 3,5 milhões de casos de contágio no país, embora os números oficiais sejam considerados bem abaixo dos reais.

 

"As mortes geralmente ocorrem (...) pela demora no reconhecimento da gravidade dos sintomas da doença e na realização do tratamento", disse Siti Nadia Tarmizi, porta-voz do órgão especial contra Covid-19.

 

Nas últimas 24 horas, foram registradas 1.747 novas mortes, elevando o total para 100.636.

 

Segundo a ONG LaporCovid, mais de 2.600 pessoas morreram, em casa, entre o início de junho e 24 de julho. A organização usa informações fornecidas pela população para alimentar uma base de dados sobre a evolução da Covid-19 no país.

 

A Indonésia pretende vacinar 208 milhões de seus 270 milhões de habitantes. A taxa de imunização continua, no entanto, muito abaixo da meta do governo de atingir um milhão de injeções por dia.

 

Até agora, apenas 8% da população indonésia recebeu o esquema completo de vacinação contra a Covid-19.

 


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No Rio, vacinação em massa da Maré alcança 36 mil moradores

Saúde
11:06 | Ago. 04, 2021
Autor Agência Brasil
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A primeira fase da campanha #VacinaMaré imunizou cerca de 36 mil moradores da comunidade da zona norte do Rio, com pelo menos uma dose do imunizante AstraZeneca, produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O número superou a meta inicial de 31 mil pessoas vacinadas e ainda deve aumentar, porque hoje (4) moradores a partir de 18 anos continuam sendo vacinados nas unidades de saúde da Maré e continua a busca ativa entre aqueles que não se vacinaram.

Ontem, em visita à comunidade, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, fez um balanço da ação e destascou os resultados. Participaram da visita os ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e do Turismo, Gilson Machado, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, e a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Melo.

Uma ampla mobilização no território, com ações de comunicação e esclarecimento aos moradores fez parte da estratégia da campanha, que agregou uma rede de voluntários e parceiros locais.Para Nísia Trindade, a mobilização na Maré é exemplar.

“A mobilização demonstra a importância da associação entre a academia, movimentos sociais e gestão do [Sistema Único de Saúde] SUS." Ela ressaltou que deve existir uma conjunção entre a mobilização da sociedade e as políticas públicas”, disse.

Pesquisa

A vacinação em massa na Maré, que faz parte de uma pesquisa da Fiocruz e tem o apoio da Secretaria Municipal de Saúde do Rio e da ONG Redes da Maré, oferecerá dados para mapear a dinâmica de circulação do vírus no município e no país.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participa de vacinação em massa contra a covid-19 de moradores do Complexo da Maré

O ministro Marcelo Queiroga afirmou que iniciativas como esta demonstram que o Brasil está no caminho certo para o combate à covid-19. “Esse ato representa o esforço de todos nós para conhecermos mais sobre a covid-19 e a pandemia que tanta tristeza têm trazido ao povo. As estratégias visam trazer respostas que ainda não temos, para que possamos orientar o futuro da nossa campanha nacional de imunização”, observou.

A expectativa é de que, com uma ampla cobertura da população vacinada, e com pelo menos uma dose da vacina contra a doença, casos graves e óbitos provocados pela covid-19 diminuam na Maré. A vacinação em massa e a testagem em grande escala da população são os dois pilares do estudo, que é um desdobramento de diversas ações de saúde pública e mobilização social, implementadas no complexo desde junho do ano passado, com o projeto Conexão Saúde - De Olho na Covid. De acordo com a Fiocruz, desde o início da pandemia, com a implementação do projeto, a taxa de letalidade na Maré caiu 86%.

Segunda fase

A campanha vai continuar com o estudo liderado pela Fiocruz que vai acompanhar, a partir de agora e durante seis meses, os efeitos da vacina em cerca de 8 mil pessoas de 2 mil famílias da Maré. A pesquisa também vai monitorar a circulação de variantes da covid-19 entre os moradores, a ocorrência de casos entre pessoas vacinadas e o nível de proteção de crianças e adolescentes não vacinados.

O projeto, que hoje é referência no combate à pandemia em territórios de favelas, oferece gratuitamente serviços de testagem, telessaúde e apoio no isolamento domiciliar a pessoas com covid-19 e foi preponderante para o avanço da pesquisa entre os moradores da Maré.O esquema de vacinação em massa incluiu 145 pontos de vacinação, entre unidades de saúde, escolas, Vila Olímpica e associações de moradores, 500 profissionais de saúde da Prefeitura e 1.620 voluntários.

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Equipe de nado sincronizado da Grécia é excluída da Olimpíada após casos de Covid

tóquio 2020
10:58 | Ago. 04, 2021
Autor AFP
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Cinco integrantes da equipe da Grécia de nado artístico testaram positivo para Covid-19, e com este resultado pelo menos 12 pessoas da delegação foram retiradas da Vila Olímpica para ficarem em isolamento, informaram nesta quarta-feira, 4, os organizadores dos Jogos de Tóquio.

Entre as atletas que foram conduzidas para uma instalação fora das imediações da Vila Olímpica estão as nadadoras inscritas na prova do dueto e por equipes que competiriam nesta semana. Com esta medida, elas não poderão participar desta edição das Olimpíadas, anunciaram os organizadores.

"Entre as sete pessoas cujo teste foi negativo, algumas já foram identificadas como casos de contato, enquanto outras ainda são objeto de análise. Diante dessa situação, foi proposto (ao Comitê Olímpico grego) transferi-las imediatamente (. ..) e as sete pessoas deixaram a vila olímpica (...) ontem", indicou o comunicado da organização dos Jogos Olímpicos na capital japonesa.

 

hih-fbr/psr/mcd/lca

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Governo cria rede para melhorar respostas a emergências em saúde

Saúde
10:26 | Ago. 04, 2021
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O Ministério da Saúde publicou, no Diário Oficial da União de hoje (4), portaria que institui a Rede de Vigilância, Alerta e Resposta às Emergências em Saúde Pública do Sistema Único de Saúde (Rede Vigiar-SUS), no âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica.

A criação da rede tem por finalidade “aprimorar a capacidade de preparação e resposta do país às emergências em saúde”.

A Portaria nº 1.802 apresenta objetivos e diretrizes da rede, bem como seus integrantes, competências e as responsabilidades que a União, os estados e municípios têm para sua operacionalização.

Entre os objetivos da rede está o de fomentar a ampliação da estrutura de vigilância, alerta e resposta às emergências em saúde pública no Sistema Único de Saúde (SUS); fortalecer a capacidade de vigilância, alerta e respostas às emergências em saúde pública; estabelecer estratégias de resposta coordenada às emergências no setor, em articulação com estados, municípios e o Distrito Federal; realizar detecção oportuna de mudanças no cenário epidemiológico, com alerta imediato às instâncias de gestão do SUS; e garantir a articulação e integração das ações de vigilância, alerta e resposta às emergências em saúde pública em instituições públicas e privadas.

São também objetivos da rede promover ações oportunas para interromper, mitigar ou minimizar os efeitos de surtos, epidemias e pandemias na saúde da população; desenvolver ações intersetoriais de prevenção e redução de danos causados por surtos, epidemias e pandemias; monitorar e avaliar as ações de vigilância, alerta e resposta às emergências em saúde púbica; e avaliar os potenciais impactos da saúde humana, decorrentes de emergências em saúde pública, para o bem-estar da população.

Por intermédio do Miistério da Saúde, caberá à União apoiar a implementação, o incentivo financeiro, monitoramento e a avaliação da Rede em todo o território nacional. Aos estados e municípios caberá implementar e apoiar a execução dessas atividades em suas jurisdições.

A Rede Vigiar-SUS terá, como componentes, os centros de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), a Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Renaveh), a Rede Nacional de Serviços de Verificação de Óbito (RNSVO); e as equipes de Pronta Resposta do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS (EpiSUS).

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Butantan entrega mais 2 milhões de doses de CoronaVac ao PNI

Saúde
09:56 | Ago. 04, 2021
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O governo de São Paulo entregou hoje (4) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) mais 2 milhões de doses da vacina contra covid-19 CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Com a nova entrega, as liberações chegam à marca de 64,8 milhões de doses fornecidas ao Ministério da Saúde desde 17 de janeiro, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo informações do governo estadual, em julho foram entregues mais de 10 milhões de doses do imunizante, produzidos a partir de 6 mil litros de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) recebidos no dia 26 de junho. Na noite do último domingo (1º), o instituto recebeu uma carga de 2 mil litros de matéria-prima para produzir e entregar mais 4 milhões de doses da CoronaVac. 

As vacinas liberadas hoje fazem parte do segundo contrato firmado com o Ministério da Saúde, de 54 milhões de de doses do imunizante. O primeiro, de 46 milhões, foi concluído em 12 de maio.

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França ativa plano de emergência em hospitais após aumento de casos de Covid

verão de julho
09:46 | Ago. 04, 2021
Autor AFP
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A turística região de Provence-Alpes-Côte d'Azur, no sudeste da França, ativou um plano de emergência em seus hospitais em meio a um aumento significativo de casos da Covid-19 - anunciou a agência regional de saúde nesta quarta-feira (4).

 

Na última semana, "registrou-se um aumento de 56% no número de hospitalizações por Covid" nesta região, que recebe cerca de 30 milhões de turistas a cada ano, informou a agência, acrescentando que "o aumento chega a 46%" na unidade de terapia intensiva.

 

Na terça-feira (3), as autoridades sanitárias também ativaram um plano de emergência nos hospitais da ilha mediterrânea da Córsega. A medida permite liberar mais leitos para UTI e mobilizar mais pessoal médico.

 

A situação na Córsega se agravou, provavelmente, pela tradicional chegada de veranistas em julho. A ilha já havia reintroduzido o uso obrigatório de máscara em suas principais cidades em meados do mês passado.

 

Vários resorts costeiros na França também voltaram a impor o uso de máscara, menos de dois meses depois de as autoridades terem suspendido essa restrição ao ar livre.

 

No noroeste da França, o departamento de Finistère, na Bretanha, ordenou o retorno do uso de máscara ao ar livre, após um aumento no número de casos de Covid-19. Na zona de Morbihan, também na Bretanha, seu uso é obrigatório desde a semana passada.

 

As autoridades dos Pireneus Orientais, na fronteira com a Espanha, introduziram medidas similares, salvo na praia e em grandes espaços naturais.

 

Em toda França, a variante Delta está aumentando o número de internações hospitalares, conforme dados de saúde pública divulgados na terça-feira.

 

Os pacientes em UTI agora estão em 1.331, contra 978 na semana anterior. O número de óbitos nas últimas 24 horas chegou a 57, o eleva para mais de 112.000 o total de mortes por Covid-19 no país.

 


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