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Variante Delta se espalha na China e chega a Pequim

Identificado em Nankin (leste) em 20 de julho, este último surto da Covid-19 espalhando-se geograficamente no país há meses.
09:44 | Jul. 29, 2021 Autor - AFP Tipo Noticia

Embora ainda limitado, o último surto de Covid-19 se espalhou por várias províncias da China, incluindo a capital do país, Pequim - anunciaram as autoridades nesta quinta-feira (29), que enfrentam a variante Delta.

 

País onde o coronavírus foi detectado pela primeira vez, no final de 2019, a China conseguiu frear o avanço da pandemia na primavera de 2020.

 

Identificado em Nankin (leste) em 20 de julho, este último surto da Covid-19 vem, no entanto, espalhando-se geograficamente no país há meses.

 

A variante foi detectada, inicialmente, em nove funcionários do aeroporto da antiga "capital do sul", mas contágios também foram registrados em 171 pessoas na província de Jiangsu, limítrofe com Xangai, e em pelo menos outras quatro províncias.

 

A maioria dos infectados havia sido vacinada, de acordo com as autoridades de Jiangsu, o que desperta preocupação sobre a eficácia das vacinas chinesas contra a variante Delta.

 

O país mais populoso do mundo administrou 1,6 bilhão de doses (fabricadas apenas na China). Não se sabe, porém, quantos habitantes estão vacinados com todas as doses necessárias. A meta do governo é imunizar 65% da população (ou 1,4 bilhão de habitantes) até o final do ano.

 

O país também registrou casos de contágio através de sua porosa fronteira com Mianmar.

 

Em Jiangsu, as autoridades confinaram centenas de milhares de moradores, disse Lu Jing, um funcionário de alto escalão dos serviços epidemiológicos provinciais.

 

"Em Nankin, cibercafés, academias, cinemas, karaokês e até bibliotecas foram fechados", disse ele à imprensa.

 

A metrópole aplicou duas vezes testes de covid-19 em seus mais de 9,2 milhões de habitantes e lançou uma terceira campanha de detecção na quarta-feira (28), anunciou a prefeitura.

 

A densamente povoada província de Sichuan (sudoeste) registrou três casos nesta quinta-feira, e Pequim, dois, o primeiro em seis meses.

 

No centro da capital, o hotel Legendale foi fechado, após a descoberta de um caso importado. Nesta quinta, funcionários com trajes de proteção desinfetavam os arredores do estabelecimento com pulverizadores.

 


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Coronavírus se propaga para cinco províncias da China

MUNDO
2020-07-28 09:31:00 Autor AFP Tipo Notícia

Pessoas infectadas com coronavírus em um surto no nordeste da China espalharam a Covid-19 por cinco províncias do País, incluindo a de Pequim, a capital - anunciaram autoridades nesta terça-feira, 28. A China, onde o vírus apareceu em 2019, conseguiu conter a pandemia por vários meses, graças ao uso de máscara, a um rígido confinamento e ao controle de contatos. Desde maio, nenhuma morte é registrada no país.

Nos últimos meses, porém, surgiram focos de infecção em diferentes partes do País e, nesta terça, a China anunciou 68 novos doentes nas últimas 24 horas - o maior aumento diário desde meados de abril. Entre eles, 57 casos foram detectados na região de Xinjiang (noroeste). Na capital da região, Urumqi, registrou-se um aumento de casos, e milhões de habitantes estão sendo submetidos a teste.

Seis pessoas infectadas também foram identificadas em Dalian, cidade portuária em Liaoning (nordeste). Um foco foi detectado na semana passada em uma fábrica local de processamento de frutos do mar. A cidade de seis milhões de pessoas é uma das sedes do campeonato chinês de futebol, retomado neste fim de semana. Com os novos casos anunciados hoje, conta agora com 44 infectados por coronavírus. Esse foco contribuiu para espalhar o vírus por cinco províncias, incluindo Fujian, a mais de 1.200 quilômetros de distância, disseram autoridades de saúde na terça-feira.

O aumento de casos em Dalian também teve impacto em Pequim. Um novo doente de Covid-19, relacionado a um paciente assintomático que chegou da cidade portuária, foi anunciado nesta terça-feira. Este é o primeiro caso local registrado na capital desde que um foco foi controlado no início de julho.

Diante do perigo, as autoridades de Dalian anunciaram no domingo uma campanha de testes em massa para a população. O governo anunciou que, na segunda-feira, 1,68 milhão de pessoas já havia sido testadas. No momento, a situação segue controlada em nível nacional, com apenas 291 pacientes em todo país, informou o Ministério da Saúde.

O total oficial de mortos desde o início da pandemia é de 4.634.

 

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Pequim não registra novos casos de Covid-19 pela primeira vez desde novo foco

em investigação
2020-07-07 08:21:00 Autor AFP Tipo Notícia

Pequim anunciou nesta terça-feira, 7, que não registrou novos casos de contaminação do novo coronavírus pela primeira vez desde o surgimento de um foco de contágios na capital da China em junho, que chegou a provocar temores de uma segunda onda doméstica de contágios.

No total, 335 pessoas foram infectadas desde o surgimento do foco no mercado atacadista Xinfadi, em Pequi, no início de junho.

A Comissão de Saúde da capital chinesa informou nesta terça-feira que detectou apenas um caso assintomático na véspera, que a China não inclui no balanço de casos confirmados.

As autoridades chinesas ainda investigam a causa do último foco, mas foi revelado que o vírus teria sido detectado em tábuas utilizadas para cortar salmão importado no mercado de Xinfadi, o que provocou a proibição de importação de alguns produtos e um maior rigor com os fornecedores de alimentos estrangeiros.

O governo de Pequim testou mais de 11 milhões de pessoas para Covid-19 desde 11 de junho, quase metade da população, informaram as autoridades da cidade.

Moradores formaram longas filas em pleno verão diante dos locais que organizavam os exames em toda a cidade no mês passado, com centenas de milhares de mostra coletadas a cada dia.

Os confinamentos localizados em toda a cidade foram flexibilizados nos últimos dias. As pessoas que moram em áreas da cidade consideradas de "baixo risco" agora podem viajar de maneira livre novamente.

O foco de Pequim está "estabilizando e melhorando", afirmou Pang Xinghuo, subdiretor do Centro para Controle de Doenças de Pequim.

A China controlou em grande medida a epidemia antes de detectar o novo foco em Pequim.

Desde então, o governo impôs um bloqueio rígido para quase meio milhão de pessoas na província vizinha de Hebei para conter um novo foco, incluindo as mesmas medidas rígidas adotadas no pico da pandemia no epicentro da cidade de Wuhan no início do ano.


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Pequim registra 22 novos casos de coronavírus

COVID-19
2020-06-21 08:52:00 Autor AFP Tipo Notícia

A capital da China informou 22 novos casos de coronavírus neste domingo, em meio a uma campanha em larga escala de testes que já coletou mais de dois milhões de mostras. O novo foco em Pequim provoca o temor de uma segunda onda de Covid-19 na China, que nos últimos meses havia conseguido controlar a propagação.

Dezenas de bairros foram colocados em quarentena na cidade de 21 milhões de pessoas, as escolas foram fechadas e os moradores foram aconselhados a viajar apenas em casos imprescindíveis. Entre os novos contágios reportados neste domingo está uma enfermeira, o primeiro caso positivo de um profissional da saúde desde a detecção do novo surto há uma semana.

No total, 220 pessoas apresentaram resultado positivo para o coronavírus no novo foco. A agência estatal de notícias informou que as autoridades locais instalaram mais de 2.000 postos de testes na cidade e coletaram 2,3 milhões de mostras.

O governo municipal suspeita que a origem das novas infecções pode ser o mercado atacadista de Xinfadi, o maior fornecedor de frutas e verduras da Capital. O vírus foi detectado em tábuas para cortar salmão importado. Na sexta-feira, as autoridades anunciaram o início de uma campanha de inspeção de alimentos importados.

De acordo com a Xinhua, testes de diagnóstico foram organizados com funcionários de restaurantes, supermercados e distribuidores de alimentos.

"As pessoas que não estiveram expostas no mercado de Xinfadi entre 30 de maio e 12 de junho têm um risco muito reduzido de estarem infectadas e não precisam fazer o teste", disse Liu Xiaofeng, vice-diretor do Centro de Controle de Doenças de Pequim.

A China registrou 26 novos casos em todo o país no domingo, incluindo três contágios na província de Hebei, ao lado de Pequim. Um dos infectados trabalhava no mercado de Xinfadi.

 

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Situação em Pequim devido ao coronavírus é 'extremamente grave', alerta prefeitura

contaminação
2020-06-16 07:22:00 Autor AFP Tipo Notícia

A situação da epidemia em Pequim é "extremamente grave", alertou um porta-voz do prefeito nesta terça-feira, 16, depois que centenas de pessoas foram infectadas com o novo coronavírus desde a semana passada, na capital chinesa.

Pequim está "correndo contra o relógio" diante do novo coronavírus, disse o porta-voz do prefeito, Xu Hejian, à imprensa. A cidade de 21 milhões de habitantes intensificou os esforços contra a Covid-19 e atualmente tem capacidade para realizar mais de 90.000 testes de diagnóstico por dia.

Esse surto epidêmico despertou o medo de uma "segunda onda", e a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou na segunda-feira que estava acompanhando a situação em Pequim "de muito perto" e mencionou o possível envio de mais especialistas nos próximos dias.

Na terça-feira, Pequim divulgou 27 novas infecções registradas nas últimas 24 horas, elevando o saldo para 106 casos detectados em cinco dias.

O surto começou no gigantesco mercado atacadista de Xinfadi, um dos maiores da Ásia, onde o vírus foi detectado na semana passada.

Desde então, outros quatro mercados da capital foram fechados total ou parcialmente e cerca de trinta áreas residenciais foram colocadas em quarentena.

Os alunos do ensino fundamental e do primeiro ciclo do ensino médio podem retomar as aulas em casa.

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Médico de Wuhan é primeiro morto por Covid-19 em semanas na China

PROFISSIONAIS
2020-06-02 10:42:00 Autor AFP Tipo Notícia

Um médico que trabalhou com Li Wenliang, oftalmologista chinês que alertou as autoridades sobre a gravidade do novo coronavírus desde os primeiros casos registrados, faleceu nesta terça-feira (2) e se tornou a primeira morte por Covid-19 em várias semanas.

O urologista Hu Weifeng, de 40 anos, trabalhava no Hospital Central de Wuhan, onde o patógeno eclodiu no final de 2019. Ele morreu, após passar mais de quatro meses doente, relatou a emissora de televisão chinesa CCTV.

Ele é o sexto médico neste hospital de Wuhan a morrer de coronavírus, em meio a dezenas de profissionais da saúde infectados.

O caso de Hu ganhou atenção nacional, quando a pele do médico começou a escurecer, devido a danos no fígado causados pelo vírus.

A morte de seu colega Li Wenliang, de 34 anos, em fevereiro, provocou fortes protestos no país. Li havia sido advertido pelas autoridades por suas mensagens de alerta nas redes sociais diante dos primeiros casos do novo coronavírus.

Após sua morte, o governo chinês o considerou um mártir e limpou sua imagem. Desde meados de fevereiro, os casos de Covid-19 diminuíram significativamente na China, que registrou 4.634 mortes, segundo dados oficiais.

A China não forneceu dados oficiais sobre os profissionais de saúde mortos pelo coronavírus, mas pelo menos 34 médicos receberam honras póstumas pelas autoridades.

Em fevereiro, a Comissão Nacional de Saúde informou que 3.387 profissionais de saúde haviam sido infectados.


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