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Coronavírus
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Indicadores apontam "cada vez mais" a redução da gravidade da pandemia em Fortaleza, diz RC

A queda da procura de pacientes com quadros gripais tanto nos postos de saúde quanto nas UPAs tem se mantido estável. Casos mais graves estão em aparente declínio também, segundo o prefeito de Fortaleza

Matheus Facundo
18:45 | 03/06/2020
FORTALEZA-CE, BRASIL, 01-05-2020: Roberto Cláudio, prefeito de Fortaleza (Foto: JÚLIO CAESAR)
FORTALEZA-CE, BRASIL, 01-05-2020: Roberto Cláudio, prefeito de Fortaleza (Foto: JÚLIO CAESAR)

Após reunião com a equipe de saúde do município nesta quarta-feira, 3, o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT). afirmou que os indicadores apontam cada vez mais para a estabilidade do agravamento da pandemia da Covid-19 na Capital. "Há muita coerência e consistência em uma tendência cada vez mais estável", ponderou o chefe do Executivo municipal durante live.

De acordo com RC, após a análise de "uma grande diversidade de dados epidemiológicos e assistenciais", foi constatada a continuidade da queda da procura de pacientes com quadros gripais, tanto nos postos de saúde, quanto nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) da Capital. As estruturas são as principais portas de entradas de pessoas que posteriormente têm a Covid-19 comprovada. Aliado a isso, o número de pacientes graves e as internações apresentaram estabilidade novamente em uma semana.

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"Houve também a redução do número de pacientes mais graves que já chegam demandando suporte ventilatório, como entubação. Isso indica não só a redução dos casos graves como acaba influenciando a ocupação de leitos de UTI, tendência esta que também vem caindo", afirma o prefeito.

Conforme Roberto Cláudio, os indicadores são "produto da duração e da eficiência do isolamento social, que tem conseguido reduzir a disseminação da doença".

Apesar de ser um quadro a ser celebrado, indica o prefeito, o cumprimento das medidas sanitárias e de distanciamento devem seguir para a consolidação das tendências. "São indicativos muito iniciais e precoces, mas muito animadores. Não podemos abrir mão de seguir fazendo nosso papel", alerta.

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