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Coronavírus
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Flexibilização no comércio será avaliada se houver queda contínua em óbitos e internações, diz Cabeto

Segundo o secretário estadual da Saúde, o isolamento social permanece como a medida mais eficaz para adiantar o retorno das atividades comerciais

Ismia Kariny
11:55 | 13/05/2020
Secretário da Saúde do Estado, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho (Cabeto), diz que a meta é chegar próximo de 100 mil testes realizados. (Foto: JÚLIO CAESAR)
Secretário da Saúde do Estado, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho (Cabeto), diz que a meta é chegar próximo de 100 mil testes realizados. (Foto: JÚLIO CAESAR)

Queda no número de internações e quantidade de óbitos deve se sustentar por pelo menos duas semanas para que a flexibilização do comércio no Ceará seja avaliada, afirma doutor Cabeto, em entrevista à rádio O POVO/CBN na manhã desta quarta-feira, 13. De acordo com o secretário da Saúde do Estado, a pasta já está planejando uma possível saída do isolamento social.

Conforme observado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) nos últimos três dias, o Ceará tem apresentado tendência de estagnação nos números, mas persiste o problema da subnotificação. Para isso, o isolamento social permanece como a medida mais eficaz para adiantar o retorno das atividades comerciais.

“A escolha é muito clara. Quem faz isolamento social melhor e mais agressivo, volta antes para a economia”, destaca Cabeto, citando exemplos de países que, ao se anteciparem em decretar o fim do isolamento, retardaram o início das atividades econômicas.

Nesse planejamento de flexibilização, a Sesa leva em consideração a queda no número de mortes e diminuição do número de internações por duas semanas seguidas. “Fora dessas situações, seria muito arriscado fazer a flexibilização e ter o número de óbitos por desassistência”, disse o secretário à rádio O POVO/CBN. A pasta se organiza desde a terça-feira, 12, para definir os critérios para a saída do isolamento social.

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