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"Minha escrita vem de um lugar de cura", diz Liniker

16:15 | 22/06/2018
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Em entrevista aberta na tarde desta sexta-feira, 22, no segundo dia do Festival Vida&Arte, a cantora Liniker falou sobre seu processo de descoberta na música e de formação artística. A conversa foi mediada pelos jornalistas Émerson Maranhão e Camila Holanda. Ela apresenta o show do disco Remonta às 22 horas, no palco Rachel de Queiroz.
 
"Acho que estou descobrindo ainda. Não é só cantar. Você começa a entender os caminhos e as possibilidades de usar a voz", conta. "Comecei a cantar aos 14 anos. Aos 16 anos, entrei no teatro. Minha vida artística começa com a dança sapateado".
 
Ela conta que esse processo vem também de uma sensibilidade familiar, já que as artes entraram na sua vida ainda na infância. "A música é onde tenho a possibilidade de ser eu. Consigo ser criadora, provocadora, consigo me achar. Como compositora, posso ver as minhas questões em um som que eu paro, escuto, e vejo que minha escrita vem num lugar de cura, de conseguir me ver de fora", revela. "É muito gostoso ver como o disco vai mudando. Tem sido muito linda essa nossa trajetória de amadurecimento mesmo. De chegar em lugares que a gente nunca imaginou chegar".
 
As referências musicais de Liniker passaram pelas divas Whitney Houston e Mariah Carey, além do trio pop estadunidense Destiny’s Child. Hoje, cita Solange, Elza Soares e Anelis Assumpção. "Gosto de ouvir o que é distante, o que é próximo, onde me vejo também. Quando falo de Elza, é uma referência que eu não tinha quando criança. Comecei a ouvir aos 17", lembra. "A poesia do Itamar Assumpção também mexeu muito comigo pela delicadeza a gentileza das coisas que ele escrevia".
 
Liniker explica que escreveu as letras do álbum Remonta, lançado em 2016, quando tinha apenas 16 anos. "Foram mais de quatro anos entendendo as coisas que eu tinha escrito para depois colocar num álbum. Hoje, sinto que meu lugar enquanto compositora mudou. Talvez eu esteja um pouco mais madura. Ainda confusa, mas madura", pondera. "Talvez eu precise ainda falar de amor. No próximo disco estou indo para um lugar mais intimista".
 
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Em entrevista aberta na tarde desta sexta-feira, 22, no segundo dia do Festival Vida&Arte, a cantora Liniker falou sobre seu processo de descoberta na música e de formação artística. A conversa foi mediada pelos jornalistas Émerson Maranhão e Camila Holanda. Ela apresenta o show do disco Remonta às 22 horas, no palco Rachel de Queiroz.
 
"Acho que estou descobrindo ainda. Não é só cantar. Você começa a entender os caminhos e as possibilidades de usar a voz", conta. "Comecei a cantar aos 14 anos. Aos 16 anos, entrei no teatro. Minha vida artística começa com a dança sapateado".
 
Ela conta que esse processo vem também de uma sensibilidade familiar, já que as artes entraram na sua vida ainda na infância. "A música é onde tenho a possibilidade de ser eu. Consigo ser criadora, provocadora, consigo me achar. Como compositora, posso ver as minhas questões em um som que eu paro, escuto, e vejo que minha escrita vem num lugar de cura, de conseguir me ver de fora", revela. "É muito gostoso ver como o disco vai mudando. Tem sido muito linda essa nossa trajetória de amadurecimento mesmo. De chegar em lugares que a gente nunca imaginou chegar".
 
As referências musicais de Liniker passaram pelas divas Whitney Houston e Mariah Carey, além do trio pop estadunidense Destiny’s Child. Hoje, cita Solange, Elza Soares e Anelis Assumpção. "Gosto de ouvir o que é distante, o que é próximo, onde me vejo também. Quando falo de Elza, é uma referência que eu não tinha quando criança. Comecei a ouvir aos 17", lembra. "A poesia do Itamar Assumpção também mexeu muito comigo pela delicadeza a gentileza das coisas que ele escrevia".
 
Liniker explica que escreveu as letras do álbum Remonta, lançado em 2016, quando tinha apenas 16 anos. "Foram mais de quatro anos entendendo as coisas que eu tinha escrito para depois colocar num álbum. Hoje, sinto que meu lugar enquanto compositora mudou. Talvez eu esteja um pouco mais madura. Ainda confusa, mas madura", pondera. "Talvez eu precise ainda falar de amor. No próximo disco estou indo para um lugar mais intimista".
 
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