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10 artistas internacionais que já se posicionaram contra Bolsonaro

Famosos como Mark Ruffalo, Alfonso Herrera e Madonna já haviam criticado a postura do presidente antes mesmo da pandemia

13:22 | 30/06/2021
Artistas internacionais se posicionam contra Bolsonaro (Foto: Divulgação)
Artistas internacionais se posicionam contra Bolsonaro (Foto: Divulgação)

O Brasil tem chamado atenção do restante do mundo e, dessa vez, não é por um bom motivo. O posicionamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em meio à pandemia de Covid-19 e as milhões de mortes pelo vírus no País revoltaram a população, mas antes da crise sanitária o presidente já recebia críticas no cenário internacional.

Confira 10 artistas internacionais que se posicionaram contra o governo Bolsonaro:

1. Leonardo DiCaprio

Antes mesmo da pandemia, Jair Bolsonaro já estava envolvido em polêmicas. Em 2019, o presidente acusou, sem provas, Leonardo DiCaprio de financiar queimadas na Amazônia. O ator se pronunciou nas redes sociais e fez críticas diretas à política ambiental do governo brasileiro. "O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, está sob pressão internacional para inibir as queimadas, mas duvidou publicamente delas no passado, culpando oponentes e comunidades indígenas", escreveu.

2. Mark Ruffalo

Intérprete de Hulk, o ator também se posicionou contra Bolsonaro por causa da Amazônia. No twitter, ele compartilhou um vídeo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil e questionou: “De que lado você está, da Amazônia ou de Bolsonaro? Quanto mais esperarmos, mais a Amazônia será destruída e os efeitos serão irreversíveis ao nosso clima".

3. Elliot Page

Em 2016, o ator fez uma visita ao Brasil e ao conhecer o então deputado federal de extrema direita Jair Bolsonaro, foi tratado com homofobia. “Eu acredito que grande parte dos gays é comportamental. Quando eu era jovem, falando em percentual, existiam poucos (gays). Com o passar do tempo, com as liberalidades, drogas, a mulher também trabalhando, aumentou-se bastante o número de homossexuais", disse ele. Desde então, Page faz críticas diretas ao presidente.

4. Dua Lipa

A cantora britânica manifestou apoio ao movimento #EleNão durante as eleições presidenciais de 2018. Em entrevista à revista Billboard, ela se defendeu dos que a acusaram de se intrometer na política de um país alheio. “Alguns fãs brasileiros e outras pessoas ficaram incomodadas com o fato de eu estar usando minha voz para falar sobre a política do país, alguns deles disseram: ‘você nem é do Brasil, por que está falando sobre isso?’. Mas eu me importo com meus fãs e com tudo o que está acontecendo ao redor do mundo”, rebateu.

5. Lauren Jauregui

Ex-integrante do Fifth Harmony, Lauren Jauregui xingou Bolsonaro durante uma live em seu perfil no Instagram e também aderiu ao movimento #EleNão, compartilhando a hashtag em suas redes sociais.

6. Madonna

A cantora também já havia se pronunciado durantes as eleições presidenciais de 2018 no Brasil ao compartilhar uma foto com a boca tapada e as hashtags #EndFacism e #EleNão.

7. Alfonso Herrera

Ex-integrante do RBD, o cantor se considera de esquerda e também foi ativo na campanha #Elenão em 2018. Após a libertação do ex-presidente Lula, ele comemorou a libertação com uma provocação contra o atual presidente: "Saudações, Bolsonaro!".

8. Dan Reynolds

Vocalista da banda Imagine Dragons, Dan Reynolds apareceu nos bastidores do festival iHeartRadio, em Las Vegas, com uma blusa escrito "Ele não". No twitter, o cantor também havia falado sobre a postura do presidente: "Isso não representa o Brasil que eu conheço e amo".

9. Black Eyed Peas

Um dos grandes sucessos dos anos 2000, o grupo Black Eyed Peas também se posicionou contra Bolsonaro e reforçou que é preciso respeitar a diversidade. "Brasil, estamos com vocês nessa luta! Muito amor, diversidade e respeito! 'Ele Não'", escreveu a banda nas redes sociais.

10. Roger Waters

Em 2018, o músico que fez história ao lado Pink Floyd trouxe ao Brasil a turnê "Us&Them", que misturava repertórios da carreira solo e de sua antiga banda. Com forte conteúdo político e crítico, o espetáculo contava com um imenso telão que exibia mensagens, incluindo a hashtag #elenão, em referência ao presidente Bolsonaro. "Vocês têm uma eleição muito importante daqui a três semanas. Sei que isso não é da minha conta, mas devemos sempre combater o fascismo. Não dá para ser conduzido por alguém que acredita que uma ditadura militar pode ser uma coisa boa", disse o músico à época. Já em abril de 2020, ele fez um vídeo em casa com uma versão da música "El derecho de vivir en paz", do compositor chileno Victor Jara. A letra foi modificada pra citar fatos atuais e, mais uma vez, criticar Bolsonaro.

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