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Patty Jenkins diz que "Mulher-Maravilha 1984" é "maior, mais forte e mais ambicioso"

Longa coloca a heroína na ebulição dos anos 1980

10:00 | 14/12/2020
Atriz Gal Gadot faz a Mulher Maravilha (Foto: Divulgação)
Atriz Gal Gadot faz a Mulher Maravilha (Foto: Divulgação)

É no dia 17 de dezembro deste ano que "Mulher-Maravilha 1984" chega aos cinemas brasileiros depois de ser adiado devido a pandemia de Covid-19. A expectativa é que o filme fosse lançado em junho, quando é aberta a disputada temporada de verão nos Estados Unidos. Filme também estará disponível na plataforma de streaming HBO Max.

A estrela Gal Gadot, que dá vida a Diana Prince, e a diretora Patty Jenkins retomam a parceria na sequência do longa de 2017. "Mulher-Maravilha" foi o primeiro do universo que a DC/Warner estava construindo nos cinemas a ser muito bem recebido pela crítica.

Dessa vez, o filme leva a heroína à ebulição dos anos 1980 e, segundo a própria diretora, traz novas discussões. Para ela, o ano de 1984, quando a trama se passa, "não é um tempo para histórias pequenas".

"A mensagem dessa vez é maior. O tema do filme é maior, mais forte e mais ambicioso. A gente pensou assim: como podemos falar com o mundo de uma forma mais significativa e positiva?", disse Patty em entrevista ao Fantástico.

A diretora continua dizendo Diana Prince cresceu enquanto personagem, deixando a ingenuidade no passado. "Ela era ingênua no primeiro filme porque era uma menina se transformando em mulher. Ela é uma semideusa então claro que ela é pura, ela acredita no bem da humanidade, mas também tem falhas. Ser pura não é uma delas", explica Jenkins.

Gal Gadot diz que trabalhar com cinema é a oportunidade perfeita para "plantar a semente da realidade que desejamos", mas deixar de mostrar a realidade que o mundo atravessa. "Ela é otimista, tem esperança. Ela acredita no amor, na paz, na justiça e em como fazer o mundo um lugar melhor", pontua a protagonista. Gadot diz ainda que o volume de ação em 1984 é "inacreditável".