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Novo Hyundai Creta começa a ser produzido no Brasil

A apresentação oficial do SUV compacto deve ocorrer nesta semana, mas a estreia está prevista para o fim do ano
00:06 | Ago. 23, 2021
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O novo Hyundai Creta 2022 tem sua apresentação oficial marcada para o próximo dia 25. A linha de montagem da fábrica, localizada em Piracicaba (SP), já começou a produzir as primeiras unidades da nova geração do SUV, cujas vendas devem começar no fim do ano.

A quantidade inicialmente fabricada atenderá aos eventos de lançamento e a exibição nos showrooms da rede de concessionárias por todo o País. Para celebrar, o presidente e CEO da Hyundai no Brasil e nas Américas Central e do Sul, Ken Ramirez, e o vice-presidente de Operações Industriais, Jae Min Lee, participaram de uma foto com os colaboradores da produção.

De acordo com a fabricante, o Creta Nova Geração 2022 trará diversos itens de segurança, conforto e conectividade que merecem destaque entre os SUV de O Povo sua categoria, como a central multimídia blueNAV com a maior tela disponível, de 10,25 polegadas, e navegação embarcada, freio de estacionamento eletrônico, painel digital colorido de 7 polegadas, borboletas para troca de marcha no volante e câmera para monitoramento de ponto cego.

A conectividade veicular Hyundai Bluelink oferecerá funcionalidades exclusivas para o novo veículo e o também inédito pacote de segurança Hyundai SmartSense reunirá soluções inteligentes como sistema de frenagem autônomo, assistente de permanência em faixa e controle de velocidade adaptativo. Já o interior do veículo contará com acabamento exclusivo para o Brasil, em tons de bege e marrom, e o teto solar panorâmico, que traz uma das maiores áreas envidraçadas do segmento.

A divulgação do início da produção do Creta Nova Geração 2022 começou na rede social LinkedIn, com uma publicação especial do próprio Ken Ramirez, explicando como o veículo estabelece um novo patamar na categoria devido a toda tecnologia embarcada de segurança e comodidade. Ele agradece o esforço e compromisso das equipes da Hyundai que “tornaram este momento possível” e acrescenta que este lançamento “também reflete nossas esperanças e confiança para o futuro”.

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Jeep Renegade atinge a marca de 350 mil unidades vendidas

4x4
00:05 | Ago. 23, 2021
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O Jeep Renegade alcançou uma marca relevante para a marca neste mês. O SUV compacto atingiu a quantidade de 350 mil unidades vendidas em quase seis anos de mercado no País. Lançado em abril de 2015, o veículo é produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE) e foi o primeiro Jeep criado na nova fábrica.

O Renegade é exportado para outros 12 países da América Latina, como Argentina, Uruguai e Chile.

O modelo, que traz a capacidade 4x4 e o estilo de vida aventureiro pelos quais a Jeep é conhecida, fechou o mês passado com 6.854 unidades comercializadas, o que representa 4,2% de participação na indústria total. Em SUVs compactos segue sendo o líder, com 21,1% do segmento, além de estar no topo do ranking de SUVs em geral.

Até julho foram 47.464 veículos emplacados, o que corresponde a 18% do BSUV. Além disso, o Renegade está presente no pódio dos veículos mais vendidos do País, ocupando a quarta posição em 2021.

“O Renegade é um verdadeiro case de sucesso de vendas da Jeep. A performance do modelo impressiona no desempenho de mercado, detendo a liderança entre os SUVs tanto do mês, quanto do acumulado do ano. Desde o seu lançamento, o modelo vem quebrando recordes e se consolidando cada vez mais. Não é por menos, já que durante seus seis anos de trajetória no Brasil alcançou marcas impressionantes e ainda colaborou para que a Jeep assumisse a liderança geral da categoria de SUVs, conquistada em 2016 e mantida até hoje”, comenta Everton Kurdejak, diretor de Operações Comerciais da Jeep no Brasil.

 

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Land Rover apresenta edição limitada da Range Rover Sport por R$ 1 milhão

mercado de luxo
16:00 | Ago. 22, 2021
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A Land Rover anunciou recentemente a chegada de edição limitada da Range Rover Sport, a SVR Carbon Edition. A versão exclusiva terá unidades limitadas e chega ao Brasil vendida nas concessionárias credenciadas SVR com preços a partir de R$ 1.033.950. (Confira vídeo abaixo.)

Produzida na Inglaterra pela unidade Special Vehicles Operation (SVO), tem tecnologia embarcada e motorização de alta performance. A pré-venda já foi iniciada e estará disponível apenas em concessionárias credenciadas da marca para vender os produtos SVO da Land Rover no país.

O novo Range Rover Sport SVR Carbon Edition apresenta uma série de itens especiais feitos em fibra de carbono, na parte externa e interna do veículo. No capô, uma grande área trabalhada com o material realça as linhas do veículo. Também há detalhes em carbono nas entradas de ar do para-choque, nas capas dos retrovisores externos, nas saídas de ar e na capa do motor.

O motor é um V8 de 575 cv com potência bruta e visceral. Desenvolvido com a tecnologia de carroceria monobloco 100% de alumínio da Land Rover, foi construído sobre uma estrutura forte e robusta, porém de arquitetura leve, garantindo maior desempenho. O veículo alcança de 0 a 100 km/h em apenas 4.5 segundos, tendo sua velocidade máxima em 283 km/h. Controlado, seguro, um veículo que exige ser pilotado.

 

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Entre janeiro e julho, Peugeot vendeu mais do que em 2020 todo

mercado
15:07 | Ago. 22, 2021
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Nos sete primeiros meses de 2021, a Peugeot superou o volume total de vendas do ano passado. Foram 15.040 unidades vendidas de janeiro a julho deste ano. Assim, a marca cresceu 11,6%, em relação aos 13.477 veículos vendidos durante o ano inteiro de 2020.

Quando comparado aos sete primeiros meses do ano, o crescimento foi de 164,6%. O desempenho da Peugeot no mês de julho, também levou a marca a alcançar 1,9% em market share no Brasil, seu melhor resultado em participação desde 2012.

"Esse excelente resultado consolida a assertividade do nosso esforço com a rede de concessionárias, o foco na qualidade dos produtos e atendimento, além do importante trabalho realizado no pós-venda", explica Cristiano Bandeira, Diretor Comercial da Peugeot Brasil.

Peugeot 208

De acordo com a montadora, o novo Peugeot 208 segue como destaque entre os modelos disponíveis no portfólio da marca. Superando os recordes de vendas a cada mês, o veículo atingiu a 5ª posição entre os mais vendidos do segmento B Hatch e alcançou 5,2% de participação de mercado em julho. 

O recém-lançado Novo 3008 também tem apresentado boa aceitação, afirma a fabricante. Entre os meses de junho e julho deste ano, o SUV registrou um crescimento de 159%. “O modelo traduz design, elegância e tecnologia, características marcantes do DNA da Peugeot. Ele tem apresentado aumento constante nas vendas e acima do esperado. Sem dúvida, o SUV está contribuindo para o nosso expressivo crescimento no mercado”, acrescenta Felipe Daemon, head de Brand Peugeot na América do Sul.

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Troca do tensor simultânea à da correia dentada é pi-ca-re-ta-gem?

Mecânica
14:53 | Ago. 22, 2021
Autor Boris Feldman
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Critiquei as oficinas que defendem a nem sempre necessária troca do rolamento junto com a da correia dentada. A chamada “venda casada”.

Uma controvérsia que surgiu desde que se introduziu a própria correia dentada em substituição à corrente metálica.

Vantagem da correia dentada? É mais barata. Mas os fabricantes alegam ser mais silenciosa. Embora a corrente metálica não seja ruidosa a ponto de incomodar. Mantida na maioria dos carros.

Desvantagem? Ao contrário da metálica, exige trocas frequentes com determinada quilometragem, em geral entre 50 mil e 100 mil km. Pior: se o veículo roda em ambiente contaminado com pó de minério ou outro abrasivo, o desgaste é acentuado e ela se rompe antes mesmo do prazo previsto de substituição. E, em muitos motores, correia rompida é prejuízo na certa, pois as válvulas “atropelam” os pistões.

Fábricas que mudaram para a correia dentada já voltaram a projetar motores com a metálica, tantos foram os questionamentos, principalmente as dificuldades dos frotistas.

A controvérsia? Alguns mecânicos alegam que o rolamento pode pifar logo depois da substituição da correia e o dono do carro arcar com uma nova mão de obra que poderia ser evitada com a troca conjunta. E afirmam estar seguindo uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Mas imagina-se que um rolamento de aço, não submetido a impactos nem esforços axiais (laterais) deve ter vida útil muitas vezes superior à de uma correia de borracha. Tanto que, em motores Ford Ka e Chevrolet Onix, onde são banhadas em óleo, correias e rolamentos duram mais de 200 mil km.

E a ABNT? Ela tinha realmente publicado a norma NBR 15759 (em 2009) recomendando a troca do rolamento. Observamos - na época - para esta associação, que nenhuma fábrica (exceto a Renault) incluía este procedimento em seu manual de serviços. Ela acatou a sugestão e publicou então a NBR 15759-2011 recomendando o procedimento indicado pela fábrica. Ou seja, troca da correia, inspeção do rolamento.

Mas, diante de críticas de alguns mecânicos que defendem a troca simultânea, decidi consultar uma das mais prestigiadas e famosas fábricas de rolamentos do mundo, a Schaeffler. Que os produz no Brasil sob as marcas FAG e INA. Pensei que sua equipe técnica poderia ficar “em cima do muro” pelo interesse da empresa em faturar seus produtos. Mas foi objetiva e de uma ética exemplar.

Afirmou que:
- o padrão de homologação de rolamentos para correias é de 300 mil km. Pode haver, segundo ela, uma variação para mais ou menos de acordo com as condições operacionais. Mas jamais abaixo de 200 mil km;
- estatísticas de campo afirmam que 99% dos problemas de desgaste prematuro dos rolamentos de tensores das correias dentadas são provocados por incompetência dos mecânicos ao ajustá-las;
- só recomenda a troca simultânea do rolamento em motores com alta quilometragem e que não se conhece o histórico. Ou seja, se o carro já rodou, digamos, 200 mil km e a correia deve ser substituída sem que se conheça sua vida útil e a do rolamento, sugere a troca de ambos.

Então:
- a ABNT recomendou em 2009 a troca do rolamento simultaneamente com a da correia, mas alterou esta norma em 2011;
- estes rolamentos são projetados para durar cerca de 300 mil km;
- fadiga prematura dos tensores/rolamentos de correia dentada são provocados, segundo os técnicos da Schaeffler, por ajuste irregular de sua tensão.

Aliás, muitos mecânicos até desconhecem que, se o rolamento estiver no lado tenso da correia, deve-se girar o virabrequim no sentido contrário antes do ajuste.

Mas como explicar o rolamento ter pifado logo depois de a correia ter sido substituída, com prejuízo para o dono do carro?

Está explicado por quem o fabrica: o rolamento dura cerca de 300 mil km e seu desgaste prematuro é provocado pelo próprio mecânico ao ajustar irregularmente a correia.

Então, a venda casada correia/rolamento é ou não uma pi-ca-re-ta-gem?

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Fundador do grupo Caoa morre e deixa legado para indústria automotiva brasileira

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00:30 | Ago. 15, 2021
Autor Adriano Queiroz
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Morreu na manhã de ontem o empresário e médico Carlos Alberto de Oliveira Andrade, 77 anos, fundador do grupo automobilístico Caoa.

Ele era paraibano e formado em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sendo cirurgião especializado em clínica cirúrgica abdominal. A Caoa informou, em nota, que ele vinha com saúde debilitada em função de tratamento médico e morreu enquanto dormia. O empresário estava ao lado da esposa e dos quatro filhos.

No mesmo comunicado, a Caoa o destacou como um "empreendedor magistral" e um "ícone para a indústria automobilística brasileira" e informou que o grupo seguirá administrado pelos atuais executivos. Também por meio de nota, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), afirmou ter recebido com "profundo pesar a notícia do falecimento do fundador e presidente do conselho da Caoa. Dr. Carlos foi médico e um dos maiores empreendedores do País, tendo atraído importantes marcas".

Carlos Alberto de Oliveira Andrade começou no mundo dos negócios ao comprar uma concessionária falida da Ford em Campina Grande (PB), em 1979. Sobre o episódio, o colunista de mercado automotivo do O POVO e das rádios O POVO CBN e CBN Cariri, Boris Feldman, conta que "ele encomendou um Galaxy na concessionária Ford, deu um sinal e ela quebrou no meio do caminho. Aí, ele foi lá conversou com o proprietário e, para salvar o dinheiro que tinha sido gasto no carro, comprou a concessionária inteira. Daí, em alguns anos, ele já era o maior concessionário Ford da América do Sul e um dos maiores do mundo".

Em 1992, a Caoa se tornou a importadora oficial da marca Renault no Brasil e, seis anos depois, da Subaru. Em 1999, começou uma parceria com a Hyundai e, após oito anos, inaugurou a primeira fábrica da montadora no País, em Anápolis (GO). Há quatro anos, a Caoa fechou parceria com a chinesa para fazer a produção, em fábrica no município de Jacareí (SP) e a distribuição de veículos da marca na América Latina, nascendo daí a Caoa Chery.

Para Fernando Pontes, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores no Ceará (Fenabrave-CE), o empresário "ainda tinha muito a dar ao setor automotivo. Ele foi dinâmico como concessionário, distribuidor, montador e, realmente, deixou um legado. Tinha um estilo muito agressivo, no bom sentido, nas vendas, de forma que deixa uma lacuna muito grande no mercado".

Já Boris Feldman ressalta que Carlos Alberto "foi o único brasileiro a montar uma indústria automotiva de grande porte. A Caoa é hoje uma das dez maiores do seu segmento". Ele conta que a atuação do empresário foi decisiva para o sucesso das operações da Chery no País. "Os chineses tinham uma fábrica em Jacareí, mas não sabiam muito o que fazer com ela e a parceria com a Caoa salvou a marca", explica.

"Além disso, ele teve o bom senso de apostar em governança e convocar para a empresa altos executivos, alguns que já tinham, inclusive, trabalhado com ele na Ford, para poder imprimir um ritmo à Caoa que deve seguir mesmo com sua ausência", concluiu.

 

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