Termo de Uso Política de Privacidade Política de Cookies Conheça O POVO Trabalhe Conosco Fale com a gente Assine Ombudsman
Participamos do

Jeep Renegade atinge a marca de 350 mil unidades vendidas

O modelo foi o primeiro produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE)
00:05 | Ago. 23, 2021
Autor
Foto do autor
Autor
Tipo Notícia

O Jeep Renegade alcançou uma marca relevante para a marca neste mês. O SUV compacto atingiu a quantidade de 350 mil unidades vendidas em quase seis anos de mercado no País. Lançado em abril de 2015, o veículo é produzido no Polo Automotivo de Goiana (PE) e foi o primeiro Jeep criado na nova fábrica.

O Renegade é exportado para outros 12 países da América Latina, como Argentina, Uruguai e Chile.

O modelo, que traz a capacidade 4x4 e o estilo de vida aventureiro pelos quais a Jeep é conhecida, fechou o mês passado com 6.854 unidades comercializadas, o que representa 4,2% de participação na indústria total. Em SUVs compactos segue sendo o líder, com 21,1% do segmento, além de estar no topo do ranking de SUVs em geral.

Até julho foram 47.464 veículos emplacados, o que corresponde a 18% do BSUV. Além disso, o Renegade está presente no pódio dos veículos mais vendidos do País, ocupando a quarta posição em 2021.

“O Renegade é um verdadeiro case de sucesso de vendas da Jeep. A performance do modelo impressiona no desempenho de mercado, detendo a liderança entre os SUVs tanto do mês, quanto do acumulado do ano. Desde o seu lançamento, o modelo vem quebrando recordes e se consolidando cada vez mais. Não é por menos, já que durante seus seis anos de trajetória no Brasil alcançou marcas impressionantes e ainda colaborou para que a Jeep assumisse a liderança geral da categoria de SUVs, conquistada em 2016 e mantida até hoje”, comenta Everton Kurdejak, diretor de Operações Comerciais da Jeep no Brasil.

 

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Land Rover apresenta edição limitada da Range Rover Sport por R$ 1 milhão

mercado de luxo
16:00 | Ago. 22, 2021
Autor
Tipo Notícia

A Land Rover anunciou recentemente a chegada de edição limitada da Range Rover Sport, a SVR Carbon Edition. A versão exclusiva terá unidades limitadas e chega ao Brasil vendida nas concessionárias credenciadas SVR com preços a partir de R$ 1.033.950. (Confira vídeo abaixo.)

Produzida na Inglaterra pela unidade Special Vehicles Operation (SVO), tem tecnologia embarcada e motorização de alta performance. A pré-venda já foi iniciada e estará disponível apenas em concessionárias credenciadas da marca para vender os produtos SVO da Land Rover no país.

O novo Range Rover Sport SVR Carbon Edition apresenta uma série de itens especiais feitos em fibra de carbono, na parte externa e interna do veículo. No capô, uma grande área trabalhada com o material realça as linhas do veículo. Também há detalhes em carbono nas entradas de ar do para-choque, nas capas dos retrovisores externos, nas saídas de ar e na capa do motor.

O motor é um V8 de 575 cv com potência bruta e visceral. Desenvolvido com a tecnologia de carroceria monobloco 100% de alumínio da Land Rover, foi construído sobre uma estrutura forte e robusta, porém de arquitetura leve, garantindo maior desempenho. O veículo alcança de 0 a 100 km/h em apenas 4.5 segundos, tendo sua velocidade máxima em 283 km/h. Controlado, seguro, um veículo que exige ser pilotado.

 

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Entre janeiro e julho, Peugeot vendeu mais do que em 2020 todo

mercado
15:07 | Ago. 22, 2021
Autor
Tipo Notícia

Nos sete primeiros meses de 2021, a Peugeot superou o volume total de vendas do ano passado. Foram 15.040 unidades vendidas de janeiro a julho deste ano. Assim, a marca cresceu 11,6%, em relação aos 13.477 veículos vendidos durante o ano inteiro de 2020.

Quando comparado aos sete primeiros meses do ano, o crescimento foi de 164,6%. O desempenho da Peugeot no mês de julho, também levou a marca a alcançar 1,9% em market share no Brasil, seu melhor resultado em participação desde 2012.

"Esse excelente resultado consolida a assertividade do nosso esforço com a rede de concessionárias, o foco na qualidade dos produtos e atendimento, além do importante trabalho realizado no pós-venda", explica Cristiano Bandeira, Diretor Comercial da Peugeot Brasil.

Peugeot 208

De acordo com a montadora, o novo Peugeot 208 segue como destaque entre os modelos disponíveis no portfólio da marca. Superando os recordes de vendas a cada mês, o veículo atingiu a 5ª posição entre os mais vendidos do segmento B Hatch e alcançou 5,2% de participação de mercado em julho. 

O recém-lançado Novo 3008 também tem apresentado boa aceitação, afirma a fabricante. Entre os meses de junho e julho deste ano, o SUV registrou um crescimento de 159%. “O modelo traduz design, elegância e tecnologia, características marcantes do DNA da Peugeot. Ele tem apresentado aumento constante nas vendas e acima do esperado. Sem dúvida, o SUV está contribuindo para o nosso expressivo crescimento no mercado”, acrescenta Felipe Daemon, head de Brand Peugeot na América do Sul.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Troca do tensor simultânea à da correia dentada é pi-ca-re-ta-gem?

Mecânica
14:53 | Ago. 22, 2021
Autor Boris Feldman
Foto do autor
Boris Feldman Autor
Ver perfil do autor
Tipo

Critiquei as oficinas que defendem a nem sempre necessária troca do rolamento junto com a da correia dentada. A chamada “venda casada”.

Uma controvérsia que surgiu desde que se introduziu a própria correia dentada em substituição à corrente metálica.

Vantagem da correia dentada? É mais barata. Mas os fabricantes alegam ser mais silenciosa. Embora a corrente metálica não seja ruidosa a ponto de incomodar. Mantida na maioria dos carros.

Desvantagem? Ao contrário da metálica, exige trocas frequentes com determinada quilometragem, em geral entre 50 mil e 100 mil km. Pior: se o veículo roda em ambiente contaminado com pó de minério ou outro abrasivo, o desgaste é acentuado e ela se rompe antes mesmo do prazo previsto de substituição. E, em muitos motores, correia rompida é prejuízo na certa, pois as válvulas “atropelam” os pistões.

Fábricas que mudaram para a correia dentada já voltaram a projetar motores com a metálica, tantos foram os questionamentos, principalmente as dificuldades dos frotistas.

A controvérsia? Alguns mecânicos alegam que o rolamento pode pifar logo depois da substituição da correia e o dono do carro arcar com uma nova mão de obra que poderia ser evitada com a troca conjunta. E afirmam estar seguindo uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Mas imagina-se que um rolamento de aço, não submetido a impactos nem esforços axiais (laterais) deve ter vida útil muitas vezes superior à de uma correia de borracha. Tanto que, em motores Ford Ka e Chevrolet Onix, onde são banhadas em óleo, correias e rolamentos duram mais de 200 mil km.

E a ABNT? Ela tinha realmente publicado a norma NBR 15759 (em 2009) recomendando a troca do rolamento. Observamos - na época - para esta associação, que nenhuma fábrica (exceto a Renault) incluía este procedimento em seu manual de serviços. Ela acatou a sugestão e publicou então a NBR 15759-2011 recomendando o procedimento indicado pela fábrica. Ou seja, troca da correia, inspeção do rolamento.

Mas, diante de críticas de alguns mecânicos que defendem a troca simultânea, decidi consultar uma das mais prestigiadas e famosas fábricas de rolamentos do mundo, a Schaeffler. Que os produz no Brasil sob as marcas FAG e INA. Pensei que sua equipe técnica poderia ficar “em cima do muro” pelo interesse da empresa em faturar seus produtos. Mas foi objetiva e de uma ética exemplar.

Afirmou que:
- o padrão de homologação de rolamentos para correias é de 300 mil km. Pode haver, segundo ela, uma variação para mais ou menos de acordo com as condições operacionais. Mas jamais abaixo de 200 mil km;
- estatísticas de campo afirmam que 99% dos problemas de desgaste prematuro dos rolamentos de tensores das correias dentadas são provocados por incompetência dos mecânicos ao ajustá-las;
- só recomenda a troca simultânea do rolamento em motores com alta quilometragem e que não se conhece o histórico. Ou seja, se o carro já rodou, digamos, 200 mil km e a correia deve ser substituída sem que se conheça sua vida útil e a do rolamento, sugere a troca de ambos.

Então:
- a ABNT recomendou em 2009 a troca do rolamento simultaneamente com a da correia, mas alterou esta norma em 2011;
- estes rolamentos são projetados para durar cerca de 300 mil km;
- fadiga prematura dos tensores/rolamentos de correia dentada são provocados, segundo os técnicos da Schaeffler, por ajuste irregular de sua tensão.

Aliás, muitos mecânicos até desconhecem que, se o rolamento estiver no lado tenso da correia, deve-se girar o virabrequim no sentido contrário antes do ajuste.

Mas como explicar o rolamento ter pifado logo depois de a correia ter sido substituída, com prejuízo para o dono do carro?

Está explicado por quem o fabrica: o rolamento dura cerca de 300 mil km e seu desgaste prematuro é provocado pelo próprio mecânico ao ajustar irregularmente a correia.

Então, a venda casada correia/rolamento é ou não uma pi-ca-re-ta-gem?

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Grupo deve produzir SUVs e picapes em nova unidade

ECONOMIA
17:07 | Ago. 19, 2021
Autor Agência Estado
Foto do autor
Agência Estado Autor
Ver perfil do autor
Tipo Notícia
Fundada em 1984, a Great Wall Motors é considerada uma montadora chinesa jovem, embora seja a maior fabricante de capital privado do país. Sua especialidade são os SUVs e picapes, alguns deles muito populares na China. Atualmente, a fabricante reúne quatro marcas de veículos: Great Wall, Haval, WEY e ORA.
Desde 2011, o grupo tentava vir para o Brasil, inicialmente em parceria com o Grupo Caoa. Em 2019, era citada como uma das possíveis parceiras da montadora brasileira na compra da fábrica da Ford no ABC paulista, mas o negócio não deu certo.
O portfólio da companhia está em sintonia com as tendências atuais do mercado brasileiro. Conforme mostrou reportagem do Estadão publicada no domingo, os SUVs (ou utilitários-esportivos) já lideram as vendas de carros no Brasil, com 370,5 mil unidades comercializadas até julho.
Picapes e SUVs. O volume representa 31,7% do total de automóveis e comerciais leves vendidos no País, 1 ponto porcentual à frente dos antigos líderes, os modelos hatch. A expectativa é que, nos próximos quatro anos, essa participação cresça mais 12 pontos porcentuais, chegando a 46%.
Em seu portfólio, a Great Wall Motors tem utilitários de todos os tipos e tamanhos. Só a marca Haval, especializada em SUVs, possui 16 utilitários disponíveis em seu site oficial. Já a marca-mãe tem cinco picapes, algumas com tração 4×4 e, portanto, mais voltadas ao off-road.
Recentemente, a marca registrou o SUV Jolion no Brasil, um dos modelos mais novos da Haval. O modelo tem porte similar ao do Jeep Compass e é um dos cotados a ganhar produção local.
A picape média Série P também é forte candidata a ser feita no País. O modelo foi registrado há um ano e é peça-chave no plano de globalização da Great Wall. Com ela, a marca pretende concorrer com a Toyota Hilux e se tornar uma das maiores fabricantes de picapes do mundo, ao lado da GM e da Ford, líderes da categoria nos EUA.
Nos últimos anos, a Great Wall vem expandindo seus negócios, com planos de se tornar global. Em 2013, a GWM comprou a Haval, marca especializada em SUVs e crossovers. Quatro anos depois lançou a WEY, divisão de veículos de luxo. Na sequência, em 2018, criou a ORA/Euler, marca de carros elétricos - trata-se da fabricante que apresentou o Punk Cat, um clone elétrico do VW Fusca.
O grupo comprou fábricas na Tailândia e na Rússia e tem uma unidade pequena de montagem no Equador, que abastece Uruguai, Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Chile - este último mercado é o maior da empresa fora da China, mas as vendas estão na casa de 2 mil veículos.
A participação dos mercados fora da China nas vendas da marca está ao redor de 10%. De janeiro a junho deste ano, a companhia vendeu 618,2 mil veículos, com crescimento de 56,5% ante igual período 2020. As exportações somaram 61,7 mil unidades, alta de mais de 200% em 12 meses.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags

Fiat lança no Brasil o 500e, seu primeiro carro 100% elétrico

mercado
16:48 | Ago. 10, 2021
Autor
Tipo

A Fiat anunciou a chegada ao Brasil do Fiat 500e, seu primeiro carro 100% elétrico. O preço inicial é a partir de R$ 239,9 mil.

O 500e tem autonomia de 320 quilômetros, de acordo com a fabricante, e pode ser recarregado em tomadas comuns de 110v ou 220v. O elétrico será vendido no Brasil em quatro opções de cores - branco, cinza, preto e verde. Virá com um pacote de equipamentos que inclui teto solar panorâmico, internet a bordo e multimídia com tela de 10,25" como principais equipamentos.

Com motor de 118 cv e 22,4 kgfm de torque, o novo modelo elétrico pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 9 segundos, garante a montadora. A capacidade do porta-malas permanece em 185 litros. 

O modelo terá a versão Icon no mercado brasileiro, que é a topo de linha. 

"O 500 é um carro com relevância na história da mobilidade mundial, que se reinventa a cada geração, para se tornar mais moderno, tecnológico e inovador. Com a sua versão elétrica não é diferente, marcando uma nova era na Fiat. Então, o seu lançamento merecia algo grandioso, como ele é. Por isso, juntamos o raio, um fenômeno eletrizante para mostrar o nosso fenômeno elétrico, o 500e. Tudo isso, em um lugar que também foi pioneiro em receber energia elétrica no Brasil", destaca Malu Antonio, gerente de Marketing e Comunicação da Stellantis para a América do Sul.

Dúvidas, Críticas e Sugestões? Fale com a gente

Tags