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Land Rover apresenta edição limitada da Range Rover Sport por R$ 1 milhão

A nova versão chega ao mercado brasileiro a partir deste mês com unidades limitadas
16:00 | Ago. 22, 2021
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A Land Rover anunciou recentemente a chegada de edição limitada da Range Rover Sport, a SVR Carbon Edition. A versão exclusiva terá unidades limitadas e chega ao Brasil vendida nas concessionárias credenciadas SVR com preços a partir de R$ 1.033.950. (Confira vídeo abaixo.)

Produzida na Inglaterra pela unidade Special Vehicles Operation (SVO), tem tecnologia embarcada e motorização de alta performance. A pré-venda já foi iniciada e estará disponível apenas em concessionárias credenciadas da marca para vender os produtos SVO da Land Rover no país.

O novo Range Rover Sport SVR Carbon Edition apresenta uma série de itens especiais feitos em fibra de carbono, na parte externa e interna do veículo. No capô, uma grande área trabalhada com o material realça as linhas do veículo. Também há detalhes em carbono nas entradas de ar do para-choque, nas capas dos retrovisores externos, nas saídas de ar e na capa do motor.

O motor é um V8 de 575 cv com potência bruta e visceral. Desenvolvido com a tecnologia de carroceria monobloco 100% de alumínio da Land Rover, foi construído sobre uma estrutura forte e robusta, porém de arquitetura leve, garantindo maior desempenho. O veículo alcança de 0 a 100 km/h em apenas 4.5 segundos, tendo sua velocidade máxima em 283 km/h. Controlado, seguro, um veículo que exige ser pilotado.

 

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Entre janeiro e julho, Peugeot vendeu mais do que em 2020 todo

mercado
15:07 | Ago. 22, 2021
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Nos sete primeiros meses de 2021, a Peugeot superou o volume total de vendas do ano passado. Foram 15.040 unidades vendidas de janeiro a julho deste ano. Assim, a marca cresceu 11,6%, em relação aos 13.477 veículos vendidos durante o ano inteiro de 2020.

Quando comparado aos sete primeiros meses do ano, o crescimento foi de 164,6%. O desempenho da Peugeot no mês de julho, também levou a marca a alcançar 1,9% em market share no Brasil, seu melhor resultado em participação desde 2012.

"Esse excelente resultado consolida a assertividade do nosso esforço com a rede de concessionárias, o foco na qualidade dos produtos e atendimento, além do importante trabalho realizado no pós-venda", explica Cristiano Bandeira, Diretor Comercial da Peugeot Brasil.

Peugeot 208

De acordo com a montadora, o novo Peugeot 208 segue como destaque entre os modelos disponíveis no portfólio da marca. Superando os recordes de vendas a cada mês, o veículo atingiu a 5ª posição entre os mais vendidos do segmento B Hatch e alcançou 5,2% de participação de mercado em julho. 

O recém-lançado Novo 3008 também tem apresentado boa aceitação, afirma a fabricante. Entre os meses de junho e julho deste ano, o SUV registrou um crescimento de 159%. “O modelo traduz design, elegância e tecnologia, características marcantes do DNA da Peugeot. Ele tem apresentado aumento constante nas vendas e acima do esperado. Sem dúvida, o SUV está contribuindo para o nosso expressivo crescimento no mercado”, acrescenta Felipe Daemon, head de Brand Peugeot na América do Sul.

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Troca do tensor simultânea à da correia dentada é pi-ca-re-ta-gem?

Mecânica
14:53 | Ago. 22, 2021
Autor Boris Feldman
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Critiquei as oficinas que defendem a nem sempre necessária troca do rolamento junto com a da correia dentada. A chamada “venda casada”.

Uma controvérsia que surgiu desde que se introduziu a própria correia dentada em substituição à corrente metálica.

Vantagem da correia dentada? É mais barata. Mas os fabricantes alegam ser mais silenciosa. Embora a corrente metálica não seja ruidosa a ponto de incomodar. Mantida na maioria dos carros.

Desvantagem? Ao contrário da metálica, exige trocas frequentes com determinada quilometragem, em geral entre 50 mil e 100 mil km. Pior: se o veículo roda em ambiente contaminado com pó de minério ou outro abrasivo, o desgaste é acentuado e ela se rompe antes mesmo do prazo previsto de substituição. E, em muitos motores, correia rompida é prejuízo na certa, pois as válvulas “atropelam” os pistões.

Fábricas que mudaram para a correia dentada já voltaram a projetar motores com a metálica, tantos foram os questionamentos, principalmente as dificuldades dos frotistas.

A controvérsia? Alguns mecânicos alegam que o rolamento pode pifar logo depois da substituição da correia e o dono do carro arcar com uma nova mão de obra que poderia ser evitada com a troca conjunta. E afirmam estar seguindo uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Mas imagina-se que um rolamento de aço, não submetido a impactos nem esforços axiais (laterais) deve ter vida útil muitas vezes superior à de uma correia de borracha. Tanto que, em motores Ford Ka e Chevrolet Onix, onde são banhadas em óleo, correias e rolamentos duram mais de 200 mil km.

E a ABNT? Ela tinha realmente publicado a norma NBR 15759 (em 2009) recomendando a troca do rolamento. Observamos - na época - para esta associação, que nenhuma fábrica (exceto a Renault) incluía este procedimento em seu manual de serviços. Ela acatou a sugestão e publicou então a NBR 15759-2011 recomendando o procedimento indicado pela fábrica. Ou seja, troca da correia, inspeção do rolamento.

Mas, diante de críticas de alguns mecânicos que defendem a troca simultânea, decidi consultar uma das mais prestigiadas e famosas fábricas de rolamentos do mundo, a Schaeffler. Que os produz no Brasil sob as marcas FAG e INA. Pensei que sua equipe técnica poderia ficar “em cima do muro” pelo interesse da empresa em faturar seus produtos. Mas foi objetiva e de uma ética exemplar.

Afirmou que:
- o padrão de homologação de rolamentos para correias é de 300 mil km. Pode haver, segundo ela, uma variação para mais ou menos de acordo com as condições operacionais. Mas jamais abaixo de 200 mil km;
- estatísticas de campo afirmam que 99% dos problemas de desgaste prematuro dos rolamentos de tensores das correias dentadas são provocados por incompetência dos mecânicos ao ajustá-las;
- só recomenda a troca simultânea do rolamento em motores com alta quilometragem e que não se conhece o histórico. Ou seja, se o carro já rodou, digamos, 200 mil km e a correia deve ser substituída sem que se conheça sua vida útil e a do rolamento, sugere a troca de ambos.

Então:
- a ABNT recomendou em 2009 a troca do rolamento simultaneamente com a da correia, mas alterou esta norma em 2011;
- estes rolamentos são projetados para durar cerca de 300 mil km;
- fadiga prematura dos tensores/rolamentos de correia dentada são provocados, segundo os técnicos da Schaeffler, por ajuste irregular de sua tensão.

Aliás, muitos mecânicos até desconhecem que, se o rolamento estiver no lado tenso da correia, deve-se girar o virabrequim no sentido contrário antes do ajuste.

Mas como explicar o rolamento ter pifado logo depois de a correia ter sido substituída, com prejuízo para o dono do carro?

Está explicado por quem o fabrica: o rolamento dura cerca de 300 mil km e seu desgaste prematuro é provocado pelo próprio mecânico ao ajustar irregularmente a correia.

Então, a venda casada correia/rolamento é ou não uma pi-ca-re-ta-gem?

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PRF passa a usar 7 carros de luxo; melhor seria leiloar

EXTRAVAGÂNCIA
13:20 | Ago. 18, 2021
Autor Jocélio Leal
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Brasília - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) integrou à frota um Range Rover Velar, um Mercedes-Benz E 300, um BMW 320I, um BMW 330I, um Toyota Tundra, um Porsche Cayenne e um Jeep Grande Cherokee. Já havia um Camaro e um Dodge Challenger.

Os veículos foram confiscados de traficantes durante os desdobramentos da Operação Status, do Ministério Público Federal do Mato Grosso do Sul. São automóveis caros e de manutenção também cara, o que leva à pensar em que medida é uma boa ideia incorporá-los à Polícia.

Em 2018, o Blog comentara: "O Ceará não é Dubai. No Emirado, as viaturas superesportivas são até atração turística. Por lá, rodam Bugatti, Ferrari, Bentley, McLaren e outras. Mas a Secretaria da Segurança Pública do Estado incorporou à frota da Polícia Civil um BMW 320i".

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Guardar e levar a leilão parece ser uma atitude mais adequada. Releia clicando aqui

A FROTA

1 RANGE ROVER/VELAR
1 MERCEDES-BENZ/E 300
1 BMW/320I
1 BMW/330I
1 TOYOTA/TUNDRA
1 PORSCHE CAYENNE
1 JEEP GRAND CHEROKEE

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Fiat lança no Brasil o 500e, seu primeiro carro 100% elétrico

mercado
16:48 | Ago. 10, 2021
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A Fiat anunciou a chegada ao Brasil do Fiat 500e, seu primeiro carro 100% elétrico. O preço inicial é a partir de R$ 239,9 mil.

O 500e tem autonomia de 320 quilômetros, de acordo com a fabricante, e pode ser recarregado em tomadas comuns de 110v ou 220v. O elétrico será vendido no Brasil em quatro opções de cores - branco, cinza, preto e verde. Virá com um pacote de equipamentos que inclui teto solar panorâmico, internet a bordo e multimídia com tela de 10,25" como principais equipamentos.

Com motor de 118 cv e 22,4 kgfm de torque, o novo modelo elétrico pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 9 segundos, garante a montadora. A capacidade do porta-malas permanece em 185 litros. 

O modelo terá a versão Icon no mercado brasileiro, que é a topo de linha. 

"O 500 é um carro com relevância na história da mobilidade mundial, que se reinventa a cada geração, para se tornar mais moderno, tecnológico e inovador. Com a sua versão elétrica não é diferente, marcando uma nova era na Fiat. Então, o seu lançamento merecia algo grandioso, como ele é. Por isso, juntamos o raio, um fenômeno eletrizante para mostrar o nosso fenômeno elétrico, o 500e. Tudo isso, em um lugar que também foi pioneiro em receber energia elétrica no Brasil", destaca Malu Antonio, gerente de Marketing e Comunicação da Stellantis para a América do Sul.

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Anfavea apresenta cenários para futuro da motorização de veículos

Economia
15:20 | Ago. 10, 2021
Autor Agência Brasil
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A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apresentou hoje (10), durante seminário em São Paulo, três cenários para o futuro da motorização dos veículos nos próximos 15 anos, com base na realidade brasileira. 

O primeiro, chamado de Inercial, mostra a transformação dos veículos no ritmo atual, sem metas estabelecidas, nem organização dos setores envolvidos tanto no transporte quanto na geração de energia, além da ausência de políticas públicas de incentivo da eletrificação dos automóveis.

O segundo, batizado de Convergência Global, seria o mais acelerado para acompanhar os movimentos já existentes nos países mais desenvolvidos. O terceiro é o Protagonismo de Biocombustíveis, um caminho que privilegiaria combustíveis verdes, mas com um grau de eletrificação semelhante ao do cenário Inercial.

“Ultimamente, temos observado eventos climáticos extremos, como enchentes na Europa e na China, incêndios devastadores no Mediterrâneo e nos Estados Unidos, seca e geadas no Brasil, além de temperaturas aumentando em escala global. O tema ficou ainda mais em pauta com a divulgação, feita ontem pela ONU (Organização das Nações Unidas), do relatório IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), com a estimativa de que o limite de +1,5° C de aquecimento global em relação ao período pré-industrial será alcançado em 2030, dez anos antes do previsto, com efeitos climáticos sem precedentes”, disse o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

Segundo ele, a entidade lidera esse debate, que classificou como fundamental e inadiável, para que a indústria automotiva saiba como direcionar seus investimentos para as próximas gerações de veículos e para inserir o Brasil nas estratégias globais de motorização com foco total na descarbonização.

Grau de eletrificação

De acordo com a Anfavea, é preciso saber quais rotas tecnológicas e energéticas deverão ser seguidas, qual será o grau de eletrificação da frota, o papel dos biocombustíveis e como os setores público e privado precisam agir hoje para garantir a inserção do Brasil no setor automotivo global, tendo em vista os debates e os reflexos da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP-26), que será realizada em novembro em Glasgow, na Escócia.

Durante o seminário O Caminho da Descarbonização do Setor Automotivo, representantes da Anfavea apontaram conclusões para conduzir o debate sobre o tema, que, em sua avaliação, deve ser urgente. A primeira foi a de que mesmo em um cenário mais conservador, o mercado brasileiro demandará milhões de unidades de veículos eletrificados até a metade da próxima década, podendo chegar a 432 mil veículos leves por ano em 2030 e 1,3 milhão ao ano em 2035.

“A indústria precisará entrar em um novo ciclo de investimentos para se manter competitiva, e, ao mesmo tempo, garantir 1,3 milhão de empregos diretos e indiretos na cadeia automotiva. Serão necessários altíssimos investimentos em toda a cadeia para que o Brasil abasteça seu mercado local e se consolide como um polo exportador”, disse o estudo da Anfavea.

Para a entidade é necessário que o poder público brasileiro estabeleça políticas para acelerar os cenários de descarbonização, como já ocorre em outros países, principalmente da Europa. “É possível estimular o consumo de carros mais limpos com medidas como menor tributação, ou imposto verde, descontos ou isenções em recarga, pedágio, zona azul, rodízio e financiamentos com métrica de dados ambientais, sociais e de governança das empresas”.

A Anfavea citou, ainda, os reflexos que uma atualização da frota deve ter nos combustíveis, já que, com a maior parte dos veículos (8)%) ainda flex e os caminhões e ônibus (90%) a diesel em 2035, a demanda por esses combustíveis deverá ser maior, exigindo investimentos altos da indústria produtora de etanol, gasolina, diesel e biodiesel. 

Ainda no item investimentos, a entidade destacou a necessidade de instalação de ao menos 150 mil carregadores para atender os veículos eletrificados, o que implica num investimento de aproximadamente R$ 14 bilhões, além de gastos em geração e distribuição de energia de fontes limpas para suprir a frota de elétricos.

Veículos eletrificados

De acordo com o estudo, feito em conjunto com Boston Consulting Group (BCG), com uma política pública industrial adequada e bem planejada, se poderá promover um novo ciclo de investimentos nos próximos 15 anos superior a R$ 150 bilhões. 

“Outros países já definiram suas metas de descarbonização, bem como os caminhos para se chegar a elas. O Brasil, em seu papel de um dos principais mercados para o setor de transporte no mundo, não pode mais perder tempo”, afirmou Moraes.

Segundo o presidente da Anfavea, o momento é de união de todos os setores envolvidos com a cadeia de transporte terrestre do país e poder público para definir as metas neste sentido.

“É hora de unir esforços, respeitando as vocações de nossa indústria e as particularidades do nosso país continente. Só com essas definições de metas é que os investimentos corretos poderão ser feitos, colocando o Brasil em um caminho global que não tem mais volta, que é o da redução das emissões dos gases de efeito estufa. Temos essa obrigação para com as futuras gerações”, concluiu Moraes.

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