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Entre janeiro e julho, Peugeot vendeu mais do que em 2020 todo

A marca vendeu 15.040 veículos de janeiro a julho, um aumento de 11% na comparação com o ano inteiro de 2020
15:07 | Ago. 22, 2021
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Nos sete primeiros meses de 2021, a Peugeot superou o volume total de vendas do ano passado. Foram 15.040 unidades vendidas de janeiro a julho deste ano. Assim, a marca cresceu 11,6%, em relação aos 13.477 veículos vendidos durante o ano inteiro de 2020.

Quando comparado aos sete primeiros meses do ano, o crescimento foi de 164,6%. O desempenho da Peugeot no mês de julho, também levou a marca a alcançar 1,9% em market share no Brasil, seu melhor resultado em participação desde 2012.

"Esse excelente resultado consolida a assertividade do nosso esforço com a rede de concessionárias, o foco na qualidade dos produtos e atendimento, além do importante trabalho realizado no pós-venda", explica Cristiano Bandeira, Diretor Comercial da Peugeot Brasil.

Peugeot 208

De acordo com a montadora, o novo Peugeot 208 segue como destaque entre os modelos disponíveis no portfólio da marca. Superando os recordes de vendas a cada mês, o veículo atingiu a 5ª posição entre os mais vendidos do segmento B Hatch e alcançou 5,2% de participação de mercado em julho. 

O recém-lançado Novo 3008 também tem apresentado boa aceitação, afirma a fabricante. Entre os meses de junho e julho deste ano, o SUV registrou um crescimento de 159%. “O modelo traduz design, elegância e tecnologia, características marcantes do DNA da Peugeot. Ele tem apresentado aumento constante nas vendas e acima do esperado. Sem dúvida, o SUV está contribuindo para o nosso expressivo crescimento no mercado”, acrescenta Felipe Daemon, head de Brand Peugeot na América do Sul.

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PDV exige comunicação mais direta com o consumidor

Economia
00:30 | Ago. 20, 2021
Autor Adriano Queiroz
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Você pode nunca ter ouvido falar em PDV, mas se já observou latas de molho dispostas próximas ao pacote de macarrão, no supermercado, ou se já viu bombons ao lado do caixa na hora de pagar esteve diante desse tipo de estratégia comercial.

A sigla designa um “ponto de venda”, que pode ser compreendido em diferentes aspectos. Por exemplo, qualquer loja física ou mesmo virtual é um PDV. Porém, no universo da comunicação o termo é geralmente utilizado para designar uma das duas coisas.

A primeira é uma estratégia ampla de gestão que visa possibilitar uma melhor relação entre a experiência de compra do cliente e as vendas da empresa. A segunda, com sentido mais restrito, diz respeito a peças publicitárias ou estruturas físicas diversas, tais como gôndolas, estandes, painéis, encartes, sinalizações digitais, entre outros, feitos para chamar a atenção do consumidor sobre determinado produto.

Em quaisquer dos significados que se atribua aos PDVs, com o advento da Covid-19, e a grande expansão nas vendas online, os desafios das empresas e profissionais que lidam com os pontos de venda se tornaram mais complexos. A disputa deixou de acontecer apenas entre concorrentes diretos, mas também com o comércio eletrônico e com os novos hábitos adquiridos ou acelerados pela pandemia.

Para o diretor comercial da Sobral Gráfica, Fernando Hélio Martins Brito, “os consumidores se acostumaram, alguns de forma natural, outros de forma quase obrigatória, a comprar quase tudo pela internet. Então, nesse momento de retorno, o ponto de venda físico está com um desafio muito grande: conseguir transmitir para o cliente que vale a pena ele sair de casa e ir viver aquela experiência dentro da loja”.

Ele observa que isso tem gerado uma “guerra boa” entre os lojistas e aguçado ainda mais a criatividade de quem desenvolve esse tipo de peça ou estratégia comunicativa. “Você chega numa prateleira de supermercado e vê uma embalagem disputando com a outra, um estande querendo ser mais bonito que o outro, e tudo com a preocupação de reduzir o contato com o produto físico”, exemplifica.

Fernando relembra que “antigamente, a ideia era colocar ali na altura dos olhos do consumidor e pronto. Hoje, você tem que estar preparado para se comunicar com ele de forma que consiga transmitir os seus valores, enquanto marca, a qualidade do seu produto e a mensagem que ele traz por meio desses materiais de venda”.

Ainda sobre a mudança no perfil do consumidor e o impacto que isso trouxe na criação de PDVs, o profissional pontua que “hoje, quando um cliente chega numa loja, por exemplo, ele é impactado por uma série de elementos visuais. Então, se você não tem uma coisa muito direta e assertiva não consegue se comunicar com ele”.

O diretor comercial conclui dizendo que uma boa estratégia de PDV exige integração. “Um encarte não funciona sozinho, uma comunicação digital não funciona sozinha, um outdoor não funciona sozinho, toda a comunicação deve estar integrada, ainda mais quando você disputa a atenção dele com tudo, inclusive com o celular”.

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Venda nos shoppings deve crescer 58% ante 2020 e cair 3,5% ante 2019, diz Abrasce

ECONOMIA
16:57 | Ago. 19, 2021
Autor Agência Estado
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O setor de shopping - um dos mais afetados pela pandemia - está passando por uma recuperação gradual, com melhora das vendas à medida em que as restrições para funcionamento do comércio são levantadas. Ainda pairam muitas incertezas no ar, mas o ano de 2021 já deve ser bem melhor que 2020, auge da crise para os lojistas. A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) prevê que as vendas do setor totalizarão R$ 204 bilhões em 2021, segundo dados antecipados ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Se confirmada, a projeção representará um crescimento de 58,3% em relação a 2020, mas, ainda assim, terão uma queda de 3,5% na comparação com 2019.
Os números já são deflacionados. A comparação com 2019 é a mais indicada, pois se trata do último ano antes da chegada da pandemia. Já em 2020 a maioria dos estabelecimentos estavam fechados ou com capacidade de funcionamento muito reduzida.
Ao contrário do que faz normalmente, a Abrasce não soltou projeções para o faturamento logo no começo do ano e fez a divulgação só agora devido ao excesso de incertezas no período.
"Nós percebemos que está melhorando o ambiente. Diminuíram os solavancos, há mais estabilidade. Isso ajuda as vendas do varejo como um todo", afirmou o presidente da Abrasce, Glauco Humai, referindo-se à trégua da pandemia e, consequentemente, fim das ordens de Estados e municípios para fechamento do comércio. "O cenário ainda é volátil devido à pandemia, mas confiamos no avanço da vacinação".
Humai disse que os dados dos últimos meses foram considerados saudáveis. "As vendas estão crescendo semana a semana. Maio, junho, julho, e agora, agosto, têm mostrado resultados muito positivos, até acima do esperado". Ele disse que os consumidores estão voltando a frequentar os shoppings tanto para passeio quanto para compra de produtos e serviços a despeito a popularização do comércio eletrônico. A situação é vista em todas as regiões, de modo generalizado.
Neste mês de agosto, as vendas totais do setor já estão 0,5% acima do verificado no mesmo período de 2019. Segundo o executivo, é a primeira vez desde o começo da crise sanitária que os negócios operam em alta. "Por mais de um ano e meio de pandemia ficamos abaixo dos níveis normais. Voltamos 11 anos em termos de faturamento. Mas estamos reduzindo essas perdas", apontou Humai.
Balanço do Dia dos Pais
As vendas na semana do Dia dos Pais (entre 2 e 8 de agosto) chegaram a R$ 3,8 bilhões no País. O montante ficou 33% acima do evento de 2020, mas permaneceu 2,6% abaixo da mesma data de 2019. Os dados aqui também já são deflacionados.
O tíquete médio das vendas foi de R$ 193 reais em 2021, o que representa uma alta de 12,2% em relação ao ano passado, quando o setor apresentou um tíquete médio de R$ 172 reais.
No segundo trimestre, as vendas foram 160% maiores na comparação com o mesmo intervalo de 2020 e 16,6% menores em relação ao de 2019.
Por fim, os negócios no primeiro semestre de 2021 cresceram 81,5% ante o mesmo período de 2020. A associação não calculou o comparativo com o primeiro semestre de 2019.
Previsões
O presidente da Abrasce espera que a recuperação dos negócios continue. Do ponto de vista macroeconômico, o clima é de "confiança na melhora da economia, porém ainda com cautela". Humai espera maior controle da inflação nos próximos meses com a subida dos juros, e continuidade no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), com redução do desemprego e aumento na confiança dos consumidores.
Pelo lado político, a previsão é que o cenário não fique "mais controverso do que já está". Questionado sobre as falas do presidente Jair Bolsonaro sobre a intenção de não realizar eleições em 2022 caso o voto não seja impresso, o presidente da Abrasce declinou de comentar.
Espaços vagos e inaugurações
O balanço da Abrasce mostrou também que os espaços vagos nos shoppings (vacância) diminuíram de 9,3% no fim de 2020 para 6,9% no começo deste semestre. A Abrasce estima que o indicador termine em 2021 na faixa de 6,5% a 6,0%.
Dois shoppings foram inaugurados neste ano e outros sete estão se preparando para abrir as portas até dezembro. Com essas inaugurações, 2021 vai superar 2020, quando apenas sete unidades foram abertas - o pior ano da história para o setor. "Isso mostra confiança dos investidores no setor. Não só dos proprietários de shoppings, mas também dos lojistas que estão buscando um espaço", afirmou Humai.
O maior projeto da fila é ParkShopping Boulevard, em Curitiba, com 50 mil m2, suficientes para abrigar 250 lojas, praça de alimentação e cinemas. Um dos sócios é o apresentador de TV Carlos Massa, o Ratinho. A inauguração passou de 2019 para 2020 e, com a chegada da pandemia, escorregou para outubro de 2021.
Outro grande empreendimento é o Park Shopping Jacarepaguá, da Multiplan, na zona Oeste do Rio de Janeiro, com 39 mil m2 e abertura prevista para novembro.

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Vendas no varejo nos EUA caem 1,1% em julho ante junho

ECONOMIA
09:57 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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As vendas no varejo dos Estados Unidos tiveram queda de 1,1% em julho na comparação com o mês anterior, a US$ 617,7 bilhões, segundo dados ajustados divulgados nesta terça-feira pelo Departamento do Comércio. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal projetavam recuo menor, de 0,3%. Na comparação anual, as vendas no varejo de julho tiveram crescimento de 13,3%. Excluindo-se automóveis, houve queda de 0,4% no mês, quando a expectativa era de avanço de 0,2%. Já em junho, a alta mensal de 0,6% nos vendas no varejo antes informada foi revisada para um avanço maior ante maio, de 0,7%. (Com informações da Dow Jones Newswires).

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AliExpress abre seus serviços para lojistas brasileiros

Economia
00:00 | Ago. 17, 2021
Autor Laura Beatriz
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O AliExpress, serviço de vendas internacionais do grupo Alibaba, abriu seu marketplace para todos os vendedores brasileiros. Agora, lojistas nacionais poderão se beneficiar, sem nenhum custo mensal, do tráfego e dos milhões de usuários que o AliExpress acumula no Brasil há 11 anos. Inicialmente, só serão autorizadas as entradas de vendedores que possuam um cadastro CNPJ. O ingresso de lojistas na plataforma é sujeito à aprovação da empresa e tendo o cadastro liberado, o vendedor pode registrar produtos em sua loja e iniciar as vendas online imediatamente.

"A missão do Alibaba é tornar mais simples e fácil o jeito de fazer negócios em qualquer parte do mundo. Agora, poderemos não apenas atender os consumidores brasileiros, mas também colaborar com nossa tecnologia para o crescimento de pequenos e médios negócios no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento e a digitalização da economia brasileira", afirma, em nota, Yaman, porta-voz do AliExpress.


Benefícios para lojistas e consumidores

Ao abrir sua plataforma para os lojistas brasileiros, o AliExpress decidiu oferecer, no Brasil, comissões mais baixas e mais competitivas que a média do mercado nacional. Lojistas pagarão valores entre 5% e 8% (os percentuais variam conforme a categoria dos produtos vendidos) de seu faturamento à plataforma, que irá assegurar, além de sua tecnologia e base de usuários, um serviço integrado de logística. A empresa também assegurará aos lojistas brasileiros em sua plataforma um fluxo de repasses financeiros mais rápido e a possibilidade de realizarem saques, sem custos, diariamente.

Vendedores que abrirem sua loja no AliExpress poderão se beneficiar, ainda, de ferramentas de marketing inovadoras criadas pelo grupo Alibaba para melhorar a conversão e performance de suas vendas. Canais como a Universidade AliExpress, por exemplo, já oferecem, em português, cursos técnicos de marketing digital e um serviço de suporte via call center disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, para tirar dúvidas dos novos vendedores que ingressam na plataforma.

O serviço de entregas da empresa, permitirá frete gratuito para todo o território nacional nas vendas de lojistas brasileiros para consumidores localizados no Brasil. O frete não terá custo sempre que o valor da compra for de pelo menos R$ 50 e caso o produto enviado não tenha peso excessivo.

 


Serviço

Um evento virtual, totalmente em português, ocorrerá no dia 1º de setembro, a partir das 9 horas da manhã e permitirá que vendedores brasileiros conversem diretamente com executivos e técnicos do AliExpress no Brasil e no exterior. Chamada de "Sellers Conference", a atividade é aberta a qualquer pessoa que considere explorar mais este canal de venda para seus produtos e serviços. As inscrições para a "Sellers Conference" devem ser feitas no endereço sell.AliExpress.com.

 

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Argentina veta envio de dólar ao exterior para contas de 3ºs em vendas de títulos

ECONOMIA
11:14 | Ago. 13, 2021
Autor Agência Estado
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O Banco Central da República Argentina (BCRA) anunciou, em comunicado na quinta-feira, 12, que a partir desta sexta-feira (13) está proibido o envio de dólares ao exterior para contas de terceiros em operações de compra e venda de títulos. Em sua nota, a instituição diz que a medida almeja impedir a evasão fiscal e a lavagem de ativos e está em sintonia com práticas internacionais, mas a imprensa local também vê nela mais um passo para controlar a fuga de dólares, em quadro delicado das contas locais.
O BCRA sustenta que a medida diz respeito à metodologia de pagamento e crédito em moeda estrangeira de operações com títulos valores. Agora, a liquidação em moeda estrangeira de operações de compra e venda de títulos deve ser feita pela transferência de fundos de e para contas em nome do clientes em entidades financeiras locais ou em contas do cliente em alguma entidade no exterior.
A norma entra em vigor nesta sexta-feira. O BC argumenta que ela dá mais transparência às operações e melhora a fiscalização dos reguladores do sistema de pagamentos, do mercado de capitais e para a prevenção de lavagem de dinheiro.
Para o jornal local Cronista, a medida é a mais recente no país para controlar o mercado cambial. O diário afirma, de qualquer modo, que a novidade pode contribuir para estabilizar a cotação do peso.

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