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Plataforma agiliza dinâmica de compras para bares e restaurantes

A startup cearense Meu Fornecedor se propõe a facilitar o dia a dia do setor de alimentação, sistematizando diversas áreas do negócio a exemplo das compras.
07:00 | Set. 15, 2021
Autor Hamilton Nogueira
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Hamilton Nogueira Jornal
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A plataforma Meu Fornecedor, desenvolvida por uma startup cearense, se propõe a solucionar desafios logísticos, poupando tempo e dinheiro. A ferramenta atua também na etapa das compras, área sensível do food service. Muitos compradores possuem apenas o WhatsApp como sua ferramenta de trabalho, que não foi feita para este propósito especifico. Na pratica, são horas aguardando respostas sobre preços, ameaçando o resultado das negociações em função de longas trocas de áudios.

Portanto, da mesma forma que apps de delivery promovem restaurantes entre o publico consumidor com o objetivo de trazer novos clientes, a plataforma Meu Fornecedor promove os fornecedores entre os restaurantes com o objetivo de facilitar vendas de produtos e insumos dos mais diversos – como alimentos, bebidas, embalagens, produtos de limpeza e utensílios. Por meio do sistema, que e responsivo em dispositivos moveis, o comprador reduz o tempo de compra, de um dia inteiro para alguns minutos, pois a plataforma reune catálogos numa única interface.

Portanto, encontrar o que se precisa, ver o preço e emitir o pedido fica muito organizado. Alem disso, o comprador mantem uma constante oxigenação de fornecedores, pois cada cotação garante o acionamento de todas as distribuidoras que trabalham com os produtos solicitados. A ferramenta e totalmente grátis, com interface simples, concebida especificamente para atender as necessidades dos bares, restaurantes, padarias e minimercados.

Potencial

Ha apenas dois meses a plataforma foi lançada e ja alcança mais de 8 mil visitas acumuladas, com 70 distribuidores cadastrados, diversas em processo de cadastramento e milhares de produtos a disposição. Atualmente são mais de 100 usuários do sistema que ja opera tanto em Fortaleza como no interior do Ceara.

 

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Petrobras atua para não repassar a volatilidade momentânea de preços

Economia
15:18 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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O presidente da Petrobras, general da reserva Joaquim Silva e Luna, defendeu hoje (14) a atuação na empresa na política de preço de combustíveis. Durante debate no plenário da Câmara dos Deputados, Silva e Luna disse que a empresa atua para não repassar a "volatilidade momentânea" dos preços internacionais do petróleo para o valor dos combustíveis no Brasil.

Segundo o presidente da empresa, durante o processo de reajuste nos combustíveis, a Petrobras verifica se o aumento se deve a questões estruturais, de longo prazo, ou conjunturais, de curto prazo.

"O que é conjuntural, ela absorve e procura entender ao máximo possível essa lógica de mercado", disse Silva e Luna durante comissão geral da Câmara para debater o preço dos combustíveis das usinas termelétricas.

Gás natural

De acordo com Silva e Luna, a empresa tem uma rigorosa governança corporativa, estando submetida a diferentes órgãos reguladores e de mercado. Silva e Luna disse que desde o início da crise energética, a empresa tem atuado para aumentar a oferta de gás natural no país.

O presidente da Petrobras disse que, dos 14,882 gigawatts gerados no país por usinas termelétricas movidas a gás natural, a empresa é responsável, por cerca de 5,6 gigawatts.

“Temos uma rigorosa governança: não tem espaço para aventura na empresa. A Petrobras triplicou a entrega de gás para operação das termoelétricas nos últimos 12 meses e contribui para este momento de crise energética”, afirmou.

Combustíveis

Silva e Luna disse ainda que o interesse da Petrobras é o Brasil e que, parte do preço da gasolina está relacionado à cobertura de custos com produção, investimentos e juros da dívida e outra parte vai pagamento de impostos.

“Petrobras atua para não repassar preço internacional. Faz investimentos selecionados e tem uma forte governança para evitar qualquer desvio".

Silva e Luna disse ainda que do preço médio de R$ 6 reais na gasolina, a Petrobras é responsável por cerca de R$ 2 e que o tributo que mais impacta no preço é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado pelos estados.

O presidente da Comissão de Minas e Energia (CME), Édio Lopes (PL-RR), disse que o colegiado tem acompanhado o desenrolar da crise energética e que não compartilha uma visão “tão otimista” quanto a do governo.

Lopes citou, além da alta dos combustíveis, o baixa no nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas do Centro-Oeste e Sudeste e o aumento na utilização das usinas termelétricas mais caras.

O deputado citou ainda o preço do gás de cozinha, do óleo diesel e da gasolina e disse que é simplista atribuir ao ICMS a culpa pela alta dos combustíveis.

“Seria por demais simplista queremos atribuir o elevado preço de combustíveis no Brasil apenas passando a responsabilidade no ICMS que é tributo de fundamental importância para os estados. Em 2001, a gasolina custava R$ 2,90 e a carga tributária era a mesma dos dias atuais. Que a carga tributária, no caso o ICMS, pesa no resultado final do combustível é verdade, mas é simplista dizer que a causa é só essa”, criticou.

Matéria alterada, às 14h27, no quinto parágrafo para substituir a palavra megawatts por gigawatts.

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Objetivo é fazer com que brasileiro voe mais, diz ministro

Economia
15:18 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse, hoje (14), que o governo federal tem procurado investir em melhorias das instalações aeroportuárias a cargo do Poder Público e simplificar a legislação com o propósito de reduzir os custos da aviação civil e possibilitar que mais brasileiros possam viajar de avião.

“Partimos do pressuposto de que o brasileiro voa pouco e temos o objetivo de fazer com que o brasileiro voe mais, para mais localidades”, disse Freitas ao participar, esta manhã, de uma reunião pública da Comissão de Viação e Transportes, da Câmara dos Deputados.

“Para [atingir o objetivo] era preciso melhorar a infraestrutura [aeroportuária nacional], diminuir carga regulatória e também os preços dos combustíveis”, acrescentou o ministro, garantindo que o governo vem atuando nas três frentes e que, “talvez, já na semana que vem”, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) submeta à Consulta Pública os editais relativos ao processo de concessão dos aeroportos incluídos na sétima rodada.

“Estamos na iminência de soltar a consulta pública da sétima rodada de concessões de aeroportos, que vai contemplar três blocos: o bloco Norte, com os aeroportos de Belém e Macapá; o bloco que contemplará outros aeroportos do Pará, Mato Grosso do Sul e Congonhas [SP] e um terceiro bloco, com aeroportos de Minas Gerais e o Santos Dumont, no Rio de Janeiro”, disse Freitas, acrescentando que espera levar a leilão, no primeiro semestre de 2022, a 16 aeroportos hoje administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

“Além de diminuir o fardo regulatório do setor, estamos investindo recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil [para estimular a] aviação regional, [investindo] em aeroportos de menor capacidade que alimentarão os aeroportos maiores. E estamos tentando eliminar o [problema do] preço dos combustíveis combatendo a concentração de mercado - principalmente nos aeroportos com infraestrutura de tancagem [armazenamento em tanques] que, por algum motivo, oferecem alguma barreira à entrada a novos distribuidores – e ajudando governos estaduais a promoverem a redução do ICMS da querosene de aviação”, finalizou o ministro, apostando em que as ações do ministério contribuirão para atrair novas empresas aéreas e ampliar a oferta de assentos, ocasionando a queda dos preços das passagens.

Consultada sobre a fala do ministro, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) informou que aguarda por novas medidas que simplifiquem as regras do setor. “A agenda do governo federal é bastante convergente com a agenda do setor aéreo, uma vez que nossa prioridade é com o alinhamento regulatório nacional ao internacional, impactando na redução de custos e maior competitividade”, comentou, em nota, o presidente da entidade, Eduardo Sanovicz, destacando que medidas de apoio foram determinantes para que as companhias superassem a crise decorrente da pandemia da covid-19.

“O compromisso do ministério com a agenda foi reafirmado recentemente, com a criação do Programa Voo Simples [iniciativa federal para desburocratizar a aviação civil]. Agora, o setor aguarda com muita expectativa a publicação da Medida Provisória que simplifica e desburocratiza o Código Brasileiro de Aeronáutica e outras legislações que regulamentam a operação das companhias aéreas. Essa revisão regulatória será fundamental para dinamizar o setor no pós-pandemia", complementou Sanovicz.

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WhatsApp libera para todos os usuários opção de acessar um mesmo perfil em até 4 aparelhos

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15:08 | Set. 14, 2021
Autor Redação O POVO
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O aplicativo WhatsApp começou a liberar para todos os usuários a opção de acessar um mesmo perfil em até quatro aparelhos diferentes, de forma simultânea e independente. Ainda em fase de testes, a ferramenta "múltiplos aparelhos" passou a ser utilizada neste ano, mas estava disponível apenas para grupos específicos. Informações são do site de tecnologia Canaltech.

Para ficar por dentro da novidade, é necessário que o usuário atualize o aplicativo para a sua versão mais recente, disponível na Play Store ou na App Store. Logo em seguida, na opção "aparelhos conectados", é disponibilizado um redirecionamento para que se tenha acesso ao recurso múltiplo.

Uma vez aderindo ao serviço, o usuário pode conectar seu perfil em até quatro aparelhos simultaneamente. No caso do WhatsApp Web, o recurso possibilita o acesso à conta de forma independente, sem precisar que o celular esteja conectado à internet.

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Toda sincronização ocorre de forma rápida. Se o usuário estiver utilizando a conta no computador e tiver com o celular desligado, todas as mensagens recebidas chegam ao telefone assim que ele for ligado e estabelecer novamente uma conexão. A novidade havia sido lançada neste ano, mas apenas para pequenos grupos de usuário do WhatsApp Beta.

Usuário pode sair ou entrar na versão beta quando desejar
Usuário pode sair ou entrar na versão beta quando desejar (Foto: WhatsApp/ Print feito pelo Canaltech)

Limitações e segurança

Como ainda está em teste, a modalidade tem limitações. Uma delas, segundo o site Canaltech, é a possibilidade de encaminhar mensagens ou realizar ligações somente para usuário de versões atualizadas da plataforma no celular. O desempenho e a qualidade do aplicativo também sofre uma "redução momentânea" e com isso áudios e vídeos podem ser afetados.

Na versão desktop, também pode haver alguns problemas em ferramentas como o arquivamento de conversa. No entanto, caso o usuário esteja insatisfeito com o recurso, ele pode retornar ao modelo normal. Basta voltar na opção "aparelhos conectados" e optar por sair da versão Beta.

O WhatsApp ainda não realizou um comunicado acerca da disponibilização da função a todos. No entanto, plataforma já havia informado que o usuário vai encontrar segurança também nessa nova modalidade, uma vez que as mensagens trocadas serão protegidas por criptografia. Além disso, o conteúdo será restrito a dispositivos específicos e toda "tentativa de interceptação" será identificada.

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CPI da Covid: Tolentino nega participação em negociações por vacinas Covaxin

Comissão
15:07 | Set. 14, 2021
Autor Filipe Pereira
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O advogado, Marcos Tolentino, negou nesta terça-feira, 14, em depoimento à CPI da Covid, ser um "sócio oculto" do FIB Bank — empresa que atuou como fiadora da negociação de compra da vacina indiana Covaxin pelo Ministério da Saúde. Aos senadores, o dono da Rede Brasil de Televisão negou ter relação com a empresa. “Não existe nenhum ato ou fato de minha parte que possa me ligar [aos objetos de investigação da CPI]”, enfatizou.

"Eu, Marcos Tolentino, afirmo que não possuo qualquer participação na sociedade, não sou sócio da empresa como veiculado por algumas matérias", declarou o depoente logo na abertura das atividades. Tolentino também relatou ter tido alguns "encontros" "meramente casuais" com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas negou ser amigo pessoal do chefe do Executivo. 

"Informo que conheço o presidente desde o período em que era deputado federal, mas não possuo nenhuma amizade pessoal ou qualquer outro tipo de relacionamento", disse o depoente. Logo depois, ele concluiu: "Estive com ele em alguns encontros, meramente casuais. Inclusive, se pegar até as datas em que comecei a voltar para cá, já foi em junho, julho, no marco regulatório das TVs."

Tolentino também afirmou à CPI que não participou do jantar entre representantes da Precisa Medicamentos e do Ministério da Saúde, onde teria sido feito um pedido de propina de US$ 1 por vacina.

O empresário disse que mantém há muitos anos relação de "respeito e amizade" com o líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), e "nada mais que isso". Ele informou também que esteve na CPI em julho passado para acompanhar o depoimento do parlamentar e o fez na condição de amigo, sem a intenção de afrontar a comissão.

Integrantes da CPI já sabiam que o empresário era ligado ao deputado, apontado por senadores como articulador de negociações sob suspeita de irregularidades. O nome de Barros foi apresentado à comissão pelo servidor público Luis Ricardo Miranda e o irmão dele, o deputado Luis Miranda (DEM-DF), quando denunciaram irregularidade e superfaturamento no contrato de compra da vacina indiana Covaxin, da Bharat Biotech. Os irmãos levaram a denúncia ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que então teria mencionado o nome de Ricardo Barros.

  

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Reino Unido aplicará reforço da vacina em pessoas com mais de 50 anos

INTERNACIONAL
15:05 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O Reino Unido anunciou, nesta terça-feira, 14, que oferecerá uma terceira dose das vacinas contra a covid-19 a todas as pessoas com mais de 50 anos e com comorbidades. A decisão ocorre depois de um painel de especialistas dizer que os reforços eram necessários para proteger contra a diminuição da imunidade neste inverno.
O secretário de Saúde, Sajid Javid, disse que o governo havia aceitado a recomendação do Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização (JCVI) e começaria a oferecer doses de reforço na próxima semana, noticiou a Associated Press. A Organização Mundial da Saúde (OMS), contudo, pediu às nações ricas que adiem as doses de reforço até que todos os países tenham vacinado pelo menos 40% de suas populações.
O JCVI disse que as vacinas de reforço são necessárias para garantir que as pessoas estejam protegidas contra a doença, porque estudos mostraram que a imunidade conferida pelas vacinas enfraquece com o tempo.
O painel recomendou que todos com mais de 50 anos, bem como profissionais de saúde, pessoas com problemas de saúde subjacentes e aqueles que vivem com pessoas imunossuprimidas, recebam uma injeção de reforço pelo menos seis meses após terem recebido a segunda dose da vacina.

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