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Mercado game não sabe o que é crise

Games - o mais pujante setor do entretenimento - ampliam possibilidades de lucro. Acessórios acompanham crescimento.
13:21 | Set. 14, 2021
Autor Hamilton Nogueira
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Hamilton Nogueira Jornal
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 Os videogames já são a maior indústria de entretenimento do mundo e, só em 2020, segundo relatório da SuperData, braço de análise de entretenimento da Nielsen, o mercado dos jogos digitais produziu receita de US$ 126,6 bilhões, cerca de 12% a mais que no ano anterior.

Para 2021, a previsão é que os resultados sejam melhores ainda. De acordo com a Pesquisa Game Brasil (PGB), 73,4% dos brasileiros jogam jogos eletrônicos. Nas lojas da Vivo no Nordeste, a venda de acessórios gamers esse ano já é 80% maior que todo o ano de 2020 e os Fones de Ouvidos e Headsets são os itens mais procurados, seguidos pelos mouses gamers. A marca possui acessórios para os jogadores que vão de R$ 79 a 699.

 

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Serviços estão 3,9% acima do nível pré-pandemia, diz IBGE

ECONOMIA
13:17 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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A alta de 1,1% no volume de serviços prestados no País em julho ante junho fez o setor de serviços operar em nível 3,9% superior ao de fevereiro de 2020, no período pré-pandemia de covid-19. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os serviços estão no patamar mais elevado desde março de 2016.
Em julho, os transportes passaram a operar 6,9% acima do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020, enquanto os serviços prestados às famílias ainda estavam 23,2% abaixo.
Os serviços de informação e comunicação estão 9,6% acima do pré-pandemia, e o segmento de outros serviços está 6,8% além. Os serviços profissionais e administrativos estão 0,5% acima do patamar de fevereiro de 2020.

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Para ministro, 5G resultará em US$ 1,2 trilhão em investimentos

Economia
13:17 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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O ministro das Comunicações, Fábio Faria, estima que a quinta geração de internet (5G) poderá resultar em um total de US$ 1,2 trilhão em investimentos diretos e indiretos no país – motivo pelo qual ele tem buscado dar celeridade ao processo que resultará no leilão das faixas destinadas à nova tecnologia.

Segundo o ministro, um outro fator a ser considerado é o avanço que o 5G proporcionará em termos de inclusão digital e social. “O Brasil não pode ficar para trás [nesse processo]”, disse o ministro destacando que o setor de telecomunicações é prioridade da pasta.

De acordo com Faria, com a internet 5G, “o problema de cobertura será eliminado do Brasil”. As declarações foram feitas durante a abertura do seminário Painel Telebrasil 2021.

Inclusão digital e social

“Precisamos fazer logo o leilão porque temos mais de 40 milhões de pessoas sem internet, que dependem dela para trabalhar, estudar, matar saudades; para receber auxílio emergencial e para se informar. Quanto mais rápido realizarmos o leilão, mais rápido conectaremos essas pessoas, dando condição mínima de inclusão digital e social a elas”, disse o ministro ao estimar que, implantada, a 5G trará, ao país, US$ 1,2 trilhão em investimentos.

Diante dessa expectativa, Faria disse ter colocado uma equipe trabalhando constantemente para responder eventuais demandas e dúvidas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), do Tribunal de Contas da União (TCU) e Congresso Nacional. “5G não é programa de governo, mas de Estado, para fazer nosso país ser respeitado no mundo inteiro”, disse.

O pedido de celeridade foi feito um dia após a Anatel ter adiado a conclusão da análise do edital do leilão do 5G. O adiamento ocorreu após pedido de vista feito pelo conselheiro Moisés Queiroz Moreira. A data para retomada da discussão não foi definida.

O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão segura e estabilidade. Indústria, saúde, agricultura, produção e difusão de conteúdos são áreas que podem ser beneficiadas.

A proposta de leilão tem valor previsto de R$ 44 bilhões e está estruturada com foco em investimentos e oferta da tecnologia a todos os municípios com mais de 600 pessoas, e não na arrecadação de recursos para o governo.

Anatel

Também convidado para falar no Painel Telebrasil, o presidente da Anatel, Leonardo Euler, estima que, ao longo de 20 anos, “os investimentos relacionados à internet 5G vão gerar R$ 160 bilhões [em investimentos]”. Durante sua fala, Euler destacou o papel que as soluções digitais tiveram para o combate à pandemia e para a implantação de políticas públicas.

“Tivemos novos contornos a partir de soluções digitais incorporadas pelas políticas públicas. O Estado ampara os mais vulneráveis [por meio digital]. Com isso, a inclusão digital passa a ser também instrumento de solidariedade”, disse.

Propriedade cruzada

Outro convidado do painel foi o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que defendeu a “criação de uma agência regulamentadora que abranja telecomunicações e radiodifusão, de forma a evitar propriedade cruzada”, conforme recomendado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“A economia digital nos faz sonhar com futuro quase utópico, de crescimento sustentável e ininterrupto. Ela, com uma regulamentação necessária, promoverá o estímulo de boas práticas e a redução da desigualdade mundial nessa área [digital]”, disse Pacheco ao lembrar que a pandemia “expôs com muita clareza a desigualdade digital da nossa sociedade”.

Citando outra recomendação apresentada no relatório da OCDE, o presidente do Senado disse que é preciso enfrentar a questão tributária, uma vez que 40% dos preços de serviços de banda larga móvel são compostos de tributos e taxas.

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BC tem plano de voo no qual olha em um horizonte mais longo, reforça Campos Neto

ECONOMIA
13:03 | Set. 14, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, reforçou, durante perguntas no evento MacroDay 2021, do BTG Pactual, que o Banco Central não tem necessidade de reagir a dados de alta frequência em meio ao processo de alta de juros. "Temos um plano de voo que olhamos em um horizonte mais longo. Significa que o BC não tem necessidade de reagir a dados de alta frequência", disse, em seu último evento antes do período de silêncio do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorre na semana que vem.
Questionado se a comunicação do BC de que fará o necessário para a convergência à meta se refere ao ciclo ou ao ritmo de alta de juros, Campos Neto respondeu que a autarquia entende que pode levar a taxa Selic aonde for preciso para atingir tal objetivo.
"Não significa que o BC vai mudar plano de voo a cada dado de alta frequência", disse ele, reconhecendo dados piores na ponta, com a inflação mais disseminada.
Depois da surpresa negativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto (0,87%), o mercado passou a precificar aumento entre 1,25 ponto porcentual e 1,50 ponto no próximo Copom, neste mês, o que seria uma aceleração do passo ante a última reunião, em que houve alta de 1 ponto.
Prêmio de risco
O presidente do Banco Central reconheceu que há um prêmio de risco em relação ao patamar do câmbio frente ao período anterior à pandemia de covid-19. Campos Neto destacou que há incerteza com o processo eleitoral, mas que, à medida que se mostre equilíbrio do ponto de vista fiscal, isso deve ceder.
"O fiscal está melhor. O Brasil já passou o número de vacinados em vários países e conseguimos passar várias reformas no Congresso. No entanto, isso não se traduziu em uma queda do prêmio de risco. Mas, aos poucos, isso vai se incorporando aos preços", disse Campos Neto.
Em mais uma avaliação sobre o cenário fiscal, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, indicou que o ruído atual está ligado a uma percepção do mercado de que as reformas estruturantes que estão sendo propostas são apenas uma forma de viabilizar a ampliação do Bolsa Família em meio ao ano eleitoral. "O mercado fez uma ligação entre programas que o governo está tentando fazer e necessidade de fazer o Bolsa família como fenômeno das eleições."
Em sua avaliação, é preciso esclarecer o desenho do Bolsa Família e as discussões em torno dos precatórios. "O mercado vai olhar para a próxima coisa. Vai olhar que o balanço de riscos não é tão ruim quanto se esperava. E focar no estoque, no fluxo e convergência fiscal e olhar para frente. É o processo que deve acontecer", disse, referindo-se à melhora dos indicadores fiscais.

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Empresário, esposa e 3 filhos estão entre as vítimas de queda de avião

Geral
12:57 | Set. 14, 2021
Autor Agência Brasil
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O empresário Celso Silveira Mello Filho, a esposa Maria Luiza Meneghel, e seus três filhos (Celso, Fernando e Camila) estão entre as vítimas da queda de um avião de pequeno porte, em Piracicaba, no interior de São Paulo, na manhã de hoje (14). Além deles, também morreram o piloto Celso Elias Carloni e o co-piloto Giovani Gulo. As informações foram confirmadas pela empresa Cosan, da qual Mello Filho era acionista.

A aeronave executiva, modelo King Air 360, caiu em uma área de vegetação em Piracicaba, por volta das 9h e provocou um incêndio no local. De acordo com o Corpo de Bombeiros todas as vítimas morreram carbonizadas.

Além de acionista da Cosa, Mello Filho era irmão do presidente do Conselho de Administração da companhia, Rubens Ometto Silveira Mello. O grupo Cosan atua nos setores de agronegócio, distribuição de combustíveis e de gás natural e de lubrificantes e logística.

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Crise energética: após pressão, Petrobras vai voltar a fornecer gás natural ao Ceará em outubro

ECONOMIA
12:57 | Set. 14, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Desde março que o Ceará está sem o navio de regaseificação no Porto do Pecém que abastecia as térmicas do terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) para geração de energia. Estado já havia tido retorno negativo da Petrobras sobre a retomada da atividade, porém, o presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, disse nesta terça-feira, 14, que o reposicionamento da embarcação será feito em outubro.

"A Termofortaleza voltará em outubro com reposicionamento de navio", disse ele, ao vivo, em audiência na Câmara dos Deputados para esclarecer os preços altos dos combustíveis e a situação do acionamento das térmicas ante a crise energética que o País passa.

Conforme O POVO publicou em agosto deste ano, o Governo do Ceará já havia recebido um retorno negativo sobre o navio regaseificador Golar Winter, da Petrobras, ao pier 2 do Terminal de GNL no Porto do Pecém.

Sem o navio, o Ceará estava desabastecido de gás natural pela Petrobras, que atende especialmente as termelétricas do Estado e também as demandas dos vizinhos Rio Grande do Norte e Piauí. Quem confirmou a situação à época foi o titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Ceará (Sedet), Maia Júnior.

Ainda em agosto, o secretário teve uma reunião com representantes da estatal e questionou sobre o retorno do navio ao Pecém, já que desde março ele zarpou sem que a estatal desse qualquer explicação mais aprofundada do porquê nem de quando seria o retorno.

A resposta, porém, havia sido negativa. Segundo Maia, a explicação que recebeu é que a Petrobras estaria seguindo ordens do Ministério de Minas e Energia, que resolveu suspender o abastecimento no Ceará para incrementar a produção de energia elétrica nas térmicas da Bahia para que elas produzissem energia a ser enviada ao Sudeste.

Maia reclamou, e pontua que isso obriga as empresas a buscarem outras alternativas de abastecimento agravando o risco de desabastecimento energético já que as térmicas são a reserva de emergência do Estado.

"Foi uma escolha (do Ministério de Minas e Energia) que nem foi comunicada ao Estado. O que eu vou dizer para esse investidor que investiu bilhões de dólares nessas termelétricas do Ceará?".

Maia acrescentou que, para o Nordeste, a posição ainda é confortável e não existe risco de desabastecimento: "(Não há risco) Graças aos avanços na produção de energias renováveis no Ceará e nos estados nordestinos - em meio à essa priorização de destinar energia ao Sudeste -, e se não fosse as energias renováveis, mais uma vez nosso Nordeste iria ficar a ver navios."

"Isso é uma insegurança! O que é que eu vou dizer aqui para a Mitsui, que comprou uma parte da empresa do Estado (Cegás) e em outros estados também. "Te vira"?. Porque a minha exigência como Estado é que você precisa garantir abastecimento de gás na indústria, residências. O que eu digo para os investidores que compraram automóveis a gás neste País se não tiver garantia de gás? O que eu digo para os investidores que operam termelétricas no Ceará? A Petrobras retira o seu navio de suprimento de gás do Porto do Pecém sem dizer nada ao Estado", afirmou.

Mas, pelo visto, após a pressão e sessão de debate na Câmara dos Deputados, a Petrobras retomará o fornecimento de gás no Ceará, que é menos poluente em relação ao acionamento das térmicas a carvão.

Antes, a Petrobras havia informado ao O POVO, em nota, que a "disponibilidade de dois navios regaseificadores na frota da Petrobras decorre do processo em curso de arrendamento do Terminal de Regaseificação da Bahia (TRBA), objeto do compromisso assumido pela Petrobras no âmbito do TCC celebrado com o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)".

A companhia dizia ainda que, "conforme previsto no processo, em havendo um vencedor, é esperada a alocação de um novo navio regaseificador pela empresa arrendatária, e a Petrobras poderá deslocar o navio ora posicionado no TRBA de volta para o Terminal do Pecém (TRPECÉM), momento em que os três terminais de regaseificação estarão operacionais".

"Até que haja a assunção de posse do TRBA pela empresa arrendatária e considerando o atual patamar de despacho termelétrico, a manutenção dos navios regaseificadores no terminal da Baía de Guanabara (TRBGUA) e no TRBA assegura uma operação para o sistema com maior disponibilidade total de gás para o sistema brasileiro, o que, juntamente com a operação da UTE Termoceará a diesel (por ser uma usina bicombustível), já oferecida pela Petrobras, provê a máxima oferta total de geração de energia."

"A Petrobras fez com que os estados estruturassem empresas (no Ceará, a Cegás), a estatal concede às empresas operação e distribuição de gás natural e ontem (quinta-feira, 5 de agosto), uma semana após vender seus ativos nessas empresas estaduais tripartite à Cosan - logicamente ainda têm alguns carnavais para serem discutidos, pois há acordos de acionistas e estados e entes privados têm prioridade na aquisição das ações - a Petrobras anuncia ao País que não vai mais garantir gás natural às empresas distribuidoras que ela própria criou", reclamou Maia Júnior.

Solicitação da volta do navio ao Ceará

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) também já havia solicitado à Agência Nacional de Petróleo (ANP) esforços para que a Petrobras colocasse em operação novamente o Terminal GNL do Pecém, no Ceará, até o fim de setembro.

Inaugurado em 2008, o terminal com capacidade de transferir até 7 milhões de m³/dia de gás natural para o Gasoduto Guamaré-Pecém (Gasfor) está parado desde março deste ano.

Nas contas do Ministério de Minas e Energia (MME), a reativação do equipamento viabilizará a operação de importantes usinas no Nordeste e acrescentaria 570 MW de disponibilidade termelétrica ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Essa produção viria do acionamento da Termofortaleza e Termoceará, no Ceará, e da usina Vale do Açu, no Rio Grande do Norte.

Dados do Operador Nacional do Sistema (ONS) mostram que as termelétricas cearenses movidas à gás natural - que tem um custo menor do que aquelas à diesel - acrescentaram ao sistema uma geração de 423 MWmed, em janeiro, e de 211 MWmed, em fevereiro.

O montante representou apenas 8,05% dos mais de 7,8 mil MWmed produzidos pelas termelétricas a gás no Brasil neste ano até o mês de junho.

 

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