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Tecnologia

Saiba como proteger os arquivos do seu celular em casos de roubos

Problemas para usuários são ainda maiores se a tela não estiver bloqueada; confira dicas de apps que previnem o problema

20:40 | 18/07/2018


O Uber estava demorando mais do que o esperado. 10 minutos e: nada. Quase uma eternidade para os ansiosos do século XXl. Ele estava na porta do restaurante, receoso pelo risco de um cancelamento do motorista. Desbloquear a tela do celular para dar uma conferida enquanto caminharia para mais perto da rua, não parecia uma atitude capaz de causar nenhum mal, afinal, é normal observar 'todo mundo' enviando mensagens por aplicativos hoje em dia, mesmo que estejam quase pisando os pés no asfalto.

Foi assim que Alberto Santos*, 40, ficou sem nenhum celular para contar história. Um motoqueiro passou em alta velocidade e, em segundos, puxou o celular da sua mão, levando o aparelho desbloqueado. Alberto teve que lidar com sua conta do banco hackeada e um universo de complicações para resolver por dias a fio.

Se todos querem estar a um número de distância e é mais costumeiro do que nunca ter um aparelho móvel em mãos, o costume de utilizar celulares no meio da rua também tem ganhado crescentes por conta de aplicativos de transporte ou de conversação. Em meio a essa nova realidade, o CORREIO conversou com especialistas para entender o que pode e deve ser feito para proteger os dados/arquivos salvos no seu aparelho em caso de roubos e para lidar com um pós-assalto, caso seu celular seja levado.

“A primeira dica de prevenção que deixo, obviamente, é: só utilize o celular em locais fechados e, de preferência, perto de seguranças, a depender do ambiente. Essa onda de aplicativos tem tornado muito natural o destravamento de aparelhos no meio da rua e sempre achamos que a senha é o que nos salvará ou, ao menos, nos dará um ganho de tempo para resolver uma situação dessas. No meu caso, ela nem existiu para o ladrão”, pondera Alberto.

No caso de Alberto, a situação se complicou rapidamente. Ele mal chegou em casa e, ao abrir o e-mail, descobriu que 12 minutos após o furto, o assaltante entrou na sua conta do iCloud (sistema de armazenamento em nuvem desenvolvido pela Apple) e mudou a senha da programa, impedindo a ferramenta Find My iPhone (Encontrar Meu Celular, em tradução livre) de ser utilizada.
 
Confira, mais abaixo, dicas de aplicativos e alertas de especialistas para proteger seus arquivos/dados antes e após um roubo (Foto: Unsplhash)
 
 
Minutos depois, o pesadelo só fez aumentar. Apesar da maior parte dos aplicativos de banco ter senhas para acesso, diversas transferências e outras movimentações estavam ocorrendo em uma das contas de Alberto. Ele desconfia que isso tenha acontecido por usar a mesma senha para tudo.

“Ele pode ter acessado alguma das minhas redes sociais ou ter descoberto a senha do desbloqueio do celular por ter ele já aberto. Não sei. Sei que depois disso, terei uma senha diferente para cada coisa. Vou anotar em um papel e guardar a sete chaves”, pontua Santos, que agora está organizando com o seu banco um ressarcimento, conseguido com mais agilidade apenas por ser um cliente com tudo em dia no local.

Quem também teve o trauma de perder dados importantes foi Henrique Souza, 23, que teve o celular furtado em uma festa, enquanto o guardava o bolso. O estudante de Medicina não fazia backup e perdeu muito mais do que contatos. Já Frida Neziane Costa, 31, que sofreu dois roubos de aparelhos, conta que conseguiu resgatar todos os seus arquivos de um dos celulares por salvar os detalhes no iCloud.

Alberto, que ficou com uma lista de aprendizados em mãos, ainda incrementa:

“Eu ignorei a compra de um dispositivo de rastreamento ao adquirir o aparelho. Seria em torno de nove reais a mais, mas achei que não seria muito necessário. Hoje, me arrependi. O gasto seria ínfimo perto do que perdi e do tempo usado para resolver essas burocracias de agora”, detalha.
 
Confira as dicas dos especialistas: (Foto: Unsplash)
 
 
PREVINA-SE
 
1. CRIPTOGRAFE O CELULAR E CUIDE DO CARTÃO DE MEMÓRIA

Apesar da matemática complexa envolvida, não é difícil de entender a criptografia. Ela trata, simplesmente, do bloqueio de arquivos de um aparelho. Se os dados de um celular ou computador não forem criptografados, qualquer um que os encontre e tenha certas noções tecnológicas, pode chegar aos arquivos de dentro dele com facilidade, mesmo sem a senha do aparelho. Já com a criptografia, acessar os mesmos dados torna-se extremamente dificultoso, visto que ela transforma todas as informações em códigos. 

Logo, a senha de bloqueio é o que impede o uso do celular, mas o que realmente coloca essa proteção em prática para os seus dados é a criptografia do aparelho. Muitos celulares já estão vindo com a criptografia ativada de fábrica, mas alguns modelos exigem que ela seja ativada nas configurações de segurança. Mas, atenção! Quando a criptografia é feita, o cartão de memória não recebe o mesmo cuidado. Isso é um risco, porque, se o seu celular for roubado, o ladrão pode apenas tirar o cartão de memória e ter acesso a muito do que está nele. O bacana é questionar sobre a criptografia prévia dos cartões de memória antes de adquiri-los.

Para entender como criptografar um iPhone, clique aqui. No caso dos Androids, depois de ficarem para trás dos iPhones durante anos, praticamente todos os novos dispositivos estão agora também criptografados por padrão. Se o seu dispositivo Android não for criptografado, mas tiver um sistema mais atual, então você vai encontrar a opção clicando em Segurança, nas Configurações. 

2. SENHAS?

No caso de Alberto, a senha de nada adiantaria. Mas, em muitos roubos, ela ainda é um detalhe que assegura um certo trabalho para o ladrão. Portanto, não a deixe de lado. Prefira, porém, senhas com números e através do reconhecimento digital (de preferência, utilize ambas). Outros formatos de senhas, no entanto, correm riscos de serem descobertas, como ocorre com as que trazem desenhos. Elas deixam marcas dos dedos e, a depender da luz, podem ser descobertas assim, ou podem também ganhar os desvendares através da observação a certa distância.

O reconhecimento facial, assim como o de íria, também tem históricos de derrotas nos últimos anos.
 
Aplicativos para bloquear tudo: (Foto: Unsplash)
 
 
3. APLICATIVOS BLOQUEADOS

É possível colocar diferentes senhas para dificultar o acesso em diversos dos aplicativos. Isso pode ser feito através de outros aplicativos, que servem para criar essas e outras proteções para os arquivos do celular.

Alguns desses apps ainda trazem ferramentas contra roubos, como, por exemplo, a ativação de selfies para quem tentar digitar mais de duas vezes a senha do aparelho. Veja opções:

• App Lock (para Android) / Folder Lock (para iOS)
O aplicativo visa garantir a segurança de dados em seu smartphone. Além do bloqueio via padrão (desenho), ele permite que o usuário configure o a câmera frontal para capturar imagens de invasores que tentarem vencer o bloqueio por senha mais de duas vezes. Essa função é útil para identificar pessoas que furtaram o celular, ou mesmo amigos e familiares curiosos.

Após a instalação, basta selecionar os apps que receberão acesso por senha. Além disso, a ferramenta também permite escolher um pano de fundo personalizado para as telas de bloqueio e pode ser configurada para funcionar em segundo plano.

• WhatsLock (iOS e Android)
O WhatsLock é uma ferramenta paga que traz gerenciamento avançado de segurança de apps no Android. Ele permite que usuários usem um código (senha ou padrão) para bloquear o acesso para mensageiros, apps de redes sociais e configurações do celular.

É possível esconder as imagens e vídeos da galeria, e excluir de forma simplificada conteúdo armazenado em mensageiros, como o WhatsApp. Ele tem acesso gratuito por sete dias. Após o período de testes o usuário precisa pagar uma assinatura mensal (a partir de R$ 13,33) ou comprar a licença definitiva por R$ 260.

• CM Locker (somente Android)
Apesar do nome indicar que o software em questão cria apenas bloqueios de tela, ele vai muito além disso e serve, também, para realizar o bloqueio de aplicativos, fotos, contatos e sua privacidade em geral.

Além destas opções, a ferramenta ainda conta com Proteção Antirroubo, capaz de bloquear, localizar e até mesmo disparar o alarme do seu smartphone para que permita ser facilmente detectado ou, ao menos, para que dê um susto no responsável pelo roubo.

• SafeConnect VPN (iOs e Android)
Antivírus, VPN, AppLock e Booste. O app é bastante multitarefas. Com a SafeConnect VPN, você pode contornar firewalls, facilmente acessar sites sensíveis e assistir a vídeos indisponíveis em seu país de forma anônima, sem ser rastreado.

O aplicativo analisa e detecta todos os vírus e malware e remove os vírus e malware para proteger seu telefone e informações pessoais de malware, spyware e hackers. E, como manda a lista, o app também protege a privacidade de outros apps com o Bloqueio de App. Proteja itens como Bluetooth e Wi-Fi, chamadas, apps, configurações, fotos, WhatsApp e todos os apps. Além disso, notificações de apps/pré-visualizações de conversas podem ser bloqueadas.

Com Bloqueio de App, você pode bloquear com PIN, padrão ou impressão digital. O bloqueio com impressão digital é disponível em telefones Samsung ou Android 6.0+ que possuem sensores de impressão digital. Você também pode personalizar o bloqueio automático de apps após o desligamento da tela.

O Safe também tira uma foto automática do intruso que insere a senha errada do Bloqueio de App e te envia um e-mail de alerta. Um app semelhante é o Security Master (somente Android).

• Kaspersky: Segurança & AppLock (iOS e Android)
Renomado pelo seu bloqueio prático e funcional em aplicativos, agora o Kaspersky vai além e não se limita apenas nessa área, oferecendo não apenas o Bloqueio de Aplicativos, como, também, bloqueio de chamadas e SMS indesejados, bloqueio de links e sites perigosos, entre várias outras ações.

Porém, o principal é que ele Bloqueia os aplicativos, visando proteger e manter suas informações particulares seguras. Para isso, ele atribui um código secreto (chave-mestra) para que acesse os apps confidenciais e as informações cujas quais você indicou como sigilosas.

4. CONFIGURE BACKUPS
 
Além de ser roubado, seu celular pode parar de funcionar a qualquer momento. Por isso, é fundamental configurar uma sincronização em nuvem para arquivos como fotos e vídeos. É possível utilizar o iCloud (no iPhone) e o Google Drive (Android), além de soluções de terceiros como o OneDrive (Microsoft) ou Dropbox. É bom frisar que, caso o aparelho seja criptografado, recuperar os dados quando estiver danificado pode ser difícil e caro. 
 
Aplicativos que valem ouro para ir além (rastrear e muito mais): (Foto: Unsplash)
 
 
5. APLICATIVOS MÁGICOS: PARA DESCOBRIR LADRÕES E RASTREAR

Além dos aplicativos que bloqueiam outros apps e tiram selfies de quem tenta roubar os aparelhos, existem outros aplicativos com ferramentas semelhantes e/ou extras. Confira as dicas a mais:

• Cerberus para Android (a dica de ouro!)
O app mostra a localização do seu celular e ainda tem diversas funções, como tirar uma foto da pessoa que está usando o aparelho, gravar áudio do ambiente e até mesmo ver as redes Wi-Fi nas quais o celular está conectado. Veja aqui como utilizar o aplicativo para encontrar seu aparelho.

Com o Cerberus é possível executar ações automaticamente quando algumas condições forem atendidas. Como, por exemplo, enviar alertas por e-mail ou SMS se o cartão SIM for alterado (veja a opção "Verificador de SIM" nas configurações) e enviará um e-mail com a foto do ladrão quando o código incorreto for inserido (opção "Captura de foto automática").

• Rastreador de Celular GPS (iOS)
Com o rastreador, é possível visualizar a localização do seu celular através de qualquer outro que seja membro do Círculo que você autorizar previamente. Em um mapa visível somente para convidados, você pode escolher quando compartilhar sua localização para cada Círculo e colocar alertas que são acionados quando um membro do Círculo chega a um destino, mas é possível, ainda, rastrear um telefone quando perdido ou roubado.

•  Gotaya (Android)
O GotYa! permite descobrir quando alguém tenta acessar o seu dispositivo. O funcionamento dele ocorre da seguinte forma: ao errar a senha de acesso, o app tira automaticamente uma foto da pessoa (com a câmera frontal) e envia para o seu e-mail ou Facebook com a hora da tentativa de invasão.
 
A aplicação permite o controle remoto por SMS. Com ela, o usuário pode bloquear ou desbloquear o aparelho, solicitar a localização no momento, fazer uma chamada, iniciar o toque de um alarme (mesmo com o dispositivo desligado) e receber a notificação da mudança do cartão SIM.

É possível, ainda, receber a localização da pessoa que está utilizando o dispositivo no momento.

• Trashexif (iOS)
TrashExif é um aplicativo que pode remover os metadados que são adicionados à foto. O usuário pode selecionar metadados para remover e também pode salvá-lo como um pré-ajuste. É possível remover os metadados da foto mais recente instantaneamente pela função "QuickRemove".

Os metadados são marcos ou pontos de referência que permitem circunscrever a informação sob todas as formas. Um exemplo simples do uso deste recurso seria a informação anexada aos arquivos PDF ou DOC contida nos mesmos arquivos e que indicam, entre outras informações, o autor do documento, a data e a hora de sua criação, além do detalhe de sua última modificação.

Semelhante ao Trashexif, o EZ UnEXIF deleta metadados em programas e aplicativos (como Instagram e Picasa) para Android.

• Buttercup (iOS)
Buttercup é um gerenciador de senhas de código aberto, disponível em todas as principais plataformas. Ele ajuda a rastrear e armazenar informações de login - para qualquer serviço - em um arquivo criptografado.

Os arquivos do botão de comando contêm grupos e entradas para que você possa gerenciar facilmente suas credenciais de login. Há também um aplicativo de desktop e uma extensão de navegador disponíveis, para que seja possível acessar os arquivos e credenciais em todas as plataformas.

O Buttercup foi projetado para ser usado com provedores de armazenamento em nuvem gratuitos, como Dropbox, ownCloud, Nextcloud e outros serviços habilitados para WebDAV. Nenhuma informação sobre o usuário é enviada para qualquer outro serviço.
 
Passo a passo para além das prevenções: (Foto: Unsplash)
 
 
O QUE FAZER DEPOIS DO ROUBO
 
1. BOLETIM DE OCORRÊNCIA

Após um assalto que resulte na perda do seu celular, uma das atitudes primordiais é de fazer um boletim de ocorrência, para que as delegacias tenham dados sobre assaltos e furtos – o que pode colaborar em possíveis buscas. O registro pode ser feito virtualmente, ou seja, não é preciso nem sair de casa. Além disso, os boletins colaboram para que bancos e outros locais agilizem processos (caso sejam acessados pelo ladrão), justamente por já terem a comprovação do assalto.

Outro ponto interessante de fazer o boletim é que, muitas vezes, no mesmo momento, já é possível solicitar para que, automaticamente, o celular já fique inativo.

2. LOCALIZE

Uma das atitudes mais urgentes após um roubo é a de localizar o aparelho. No iPhone, é possível fazer isso pelo iCloud. No caso do Android, é por meio da sua conta Google. Para que funcione, é necessário que mantenha a localização ativada no aparelho sempre que for para a rua. Confira os passos para encontrar o seu aparelho: 

Você pode entender os passos necessário para iPhone clicando aqui.
Você pode entender os passos necessário para Android clicando aqui.

3. BLACKOUT!

Além de encontrar o aparelho, também é possível bloquear o aparelho e destruir todos os dados dele remotamente. Nos iOS (iPhone), é só usar o “Buscar Meu iPhone”, que tem a mesma função do Gerenciador do Google. Ou seja, você perde seu celular, mas não permite que ele seja usado e também não deixa que acessem seus dados. 

Confira os passos para deletar tudo o que existe no seu aparelho (lembrando da importância dos backups para que, com essa atitude, você não perca definitivamente os arquivos):

Android: acesse o site google.com/android/devicemanager e faça login com a mesma conta utilizada no dispositivo móvel. Ao concluir o acesso, clique na opção “Apagar”.

iPhone: acesse o site icloud.com/find e faça login com a mesma conta utilizada em seu dispositivo portátil. Lá, clique na opção “Apagar iPhone” e ele estará zerado.

Windows Phone: acesse o site account.microsoft.com/devicest e faça login com a mesma conta utilizada em seu dispositivo móvel. Lá, clique em “Apagar” e siga as instruções para concluir a remoção completa do seu conteúdo.
 
Ladrão sem chances de usar o aparelho depois: (Foto: Unsplash)
 
 
4. BLOQUEANDO O CHIP (IMEI)

Ligar para a operadora e comunicar o roubo é outra etapa essencial. É importante alertar, porém, que se o celular for bloqueado antes do comando para apagar os dados, talvez você não consiga mais contato com o seu celular (e, logo, não consiga mais deletar os dados). Por isso, é importante deletar tudo primeiro.

A primeira ação das operadoras costuma ser o bloqueio do chip do aparelho, para que gastos extras não apareçam na conta. Porém, é possível inutilizar o aparelho, impedindo que ele funcione mesmo com outro chip. Para causar esse bloqueio total (que torna o aparelho totalmente inacessível, mesmo com outro chip), basta encontrar um número de 15 dígitos que identifica o seu celular. Essa sequência numérica é conhecida como IMEI (International Mobile Equipment Identity, ou identidade internacional de equipamento móvel). Para saber qual é o seu IMEI, basta digitar *#06# no celular, o número completo aparecerá automaticamente.

Esse bloqueio, no entanto, não impede o acesso aos dados armazenados, como fotos ou vídeos. Por isso, novamente, é fundamental que delete todos os arquivos antes.

Para entrar em contato com a sua operadora. Os números são os seguintes:

Claro: 1052
Oi: 1057 ou *144
TIM: 1056 ou *144
Vivo: 1058 ou *8486
Nextel: 1050 ou (11) 4004–6611
Porto Seguro Conecta: 10544 ou *333
A operadora poderá solicitar seu documento de identidade, boletim de ocorrência e outras informações relevantes antes de efetuar o bloqueio

5. DESCONECTE AS REDES

Para evitar que suas contas sejam usadas, tanto de redes sociais quanto de bancos, é preciso lembrar de desconectá- las. Trocar as senhas é uma saída importante, mas existem atitudes mais rápidas que podem dar mais tempo para que todo o processo de troca de códigos seja feito após. O Facebook, por exemplo, tem a função de desconectar a rede social do aparelho. Para isso, basta acessar a aba de Segurança. Quanto aos bancos e outros apps, muitos deles permitem sair da sua conta de forma remota. Ou seja, é possível bloquear esses aplicativos para muito além da senha de acesso já colocada.

Para além de cada uma das dicas pontuadas, é importante lembrar que garantir um seguro para o seu aparelho também pode ser uma alternativa que proporcione mais segurança e agilidade para que outro aparelho seja conseguido, por exemplo.

*A fonte não quis se identificar e, portanto, teve o seu nome modificado na matéria.

Via Rede Nordeste