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Fiocruz indica que casos de SRAG podem ter parado de aumentar no Brasil

Grupo de doenças que inclui Covid-19 ainda apresenta tendência de alta considerando os dados de longo prazo, mas registros das últimas três semanas sugerem possibilidade de recuo

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou nessa quarta-feira, 22, mais uma edição do boletim InfoGripe, que monitora o avanço de doenças respiratórias no Brasil. Nesta edição, o documento indica que casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) podem ter parado de crescer no País.

SRAG é o conjunto de doenças do sistema respiratório com sintomas graves e de rápido aparecimento. A nomenclatura é usada tanto para designar grupos de patologias, que incluem a Covid-19, quanto como termo genérico antes que seja fechado um diagnóstico exato para um paciente específico.

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Segundo o boletim, o quadro de curto prazo, que analisa as últimas três semanas, indica a possibilidade de formação de um platô, quando as estatísticas de novos casos param de aumentar repetidamente e passam a se estabilizar. Isto não significa que as infecções deixaram de acontecer, apenas que, no período analisado, os números de novos casos por semana se estabilizaram.

No quadro de longo prazo, porém, que analisa um período de seis semanas, a tendência ainda é de alta. Caso o cenário atual se mantenha, a avaliação de longo prazo também passará a ser de estabilização.

Em relação às doenças específicas, o diagnóstico mais comum entre as SRAG segue sendo o de Covid-19. Entre a população adulta, mais de 80% dos casos são de contaminações pelo coronavírus. Nos óbitos, a taxa sobe a 94% do total.

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