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Fiocruz alerta para falta de dado sobre vacinação em casos de síndrome

15:18 | Set. 15, 2021
Autor Agência Brasil
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Pesquisadores do Instituto de Comunicação e Informação Científica em Saúde (Icict/Fiocruz) publicaram esta semana uma nota técnica em que alertam para o não preenchimento de dados sobre vacinação nas unidades de saúde, em pacientes com síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Segundo o texto, os registros do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) apresentam um número substancial de informações incompletas, "o que compromete seriamente qualquer análise sobre a efetividade das vacinas para impedir a hospitalização e/ou a morte dos pacientes vítimas do [novo] coronavírus". 

A nota técnica avaliou o percentual de casos de SRAG registrados em que a unidade de saúde informou os seguintes dados ao Sivep-Gripe: se o paciente recebeu vacina contra covid-19, quando recebeu cada dose, o lote de cada dose, e se o dado foi digitado manualmente ou recuperado por meio de integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde. Foram considerados os casos notificados entre abril e 25 de agosto deste ano.

Fragilidade

O texto destaca, ainda, que a "enorme incompletude de informação" no sistema torna "extremamente frágil qualquer afirmação sobre efetividade dos imunizantes em casos de hospitalização ou óbitos".

Segundo o estudo, a informação sobre a vacinação foi preenchida como "ignorada" em 35% dos hospitalizados. Em Roraima, Maranhão, Pernambuco, Maranhão, Espírito Santo, Ceará, Bahia e Alagoas, cerca de 60% dos dados de hospitalizados não possuem informação sobre vacinação. 

Diante desse cenário, os pesquisadores afirmam que inferências sobre a efetividade das vacinas com base nos dados de hospitalização do Brasil disponibilizados em bancos públicos exigem extrema cautela em sua análise.

Motivos

Um dos responsáveis pelo estudo, Diego Xavier, especialista em Saúde Pública da Fiocruz, aponta alguns dos motivos que causam a falta de dados. “As equipes de Saúde na linha de frente, tanto no Sistema Único de Saúde (SUS) quanto na rede privada, estão sobrecarregadas, operando no limite há muitos meses, e podem estar enfrentando diferentes dificuldades para o lançamento desses dados, desde a ausência de treinamento até a falta de tempo em meio ao atendimento acima do normal", afirma Xavier, em texto divulgado, no Rio de Janeiro, pela Fiocruz.

Outro obstáculo é o modo de captura dessa informação, que muitas vezes depende de o usuário apresentar o cartão de vacinação na unidade hospitalar. O ideal, aponta a nota técnica, é a integração das bases de dados de vacinação com as bases de dados de hospitalização e notificação de casos, o que tornaria as informações mais confiáveis.

Apesar dos problemas frequentes no preenchimento das informações, a nota técnica indica que algumas unidades de saúde conseguiram implementar um preenchimento de dados mais adequado e podem ser usadas como unidades sentinela no monitoramento da pandemia.

No longo prazo, a Fiocruz recomenda entender como esses bons exemplos se estruturam e quais lições podem auxiliar a criação de protocolos e rotinas que podem ser disseminadas para as demais unidades de saúde de acordo com suas realidades.

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Saiba quais são os principais sinais de alerta sobre a saúde mental de crianças e adolescentes

Setembro Amarelo
15:09 | Set. 15, 2021
Autor Levi Aguiar
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O mês de setembro é escolhido para potencializar um alerta à população sobre a importância da prevenção ao suicídio e valorização da vida. Neste Setembro Amarelo, o Hospital de Saúde Mental (HSM) divulga com mais intensidade os serviços gratuitos de cuidados à saúde mental, desta vez voltada exclusivamente para o público mais jovem. O Núcleo de Atenção à Infância e Adolescência (Naia), vinculado ao HSM, oferece atendimento para o tratamento de transtornos psiquiátricos que acometem crianças e adolescentes.

Atualmente, o Naia atende cerca de 400 pacientes crianças e adolescentes, da Capital e do interior do Estado. Entre os principais casos atendidos, estão: psicose, transtorno de humor, TDAH, autismo e ansiedade. A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) informa que a unidade conta com uma equipe formada por psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais, terapeuta ocupacional, pediatra e nutricionista. 

A psicóloga Juliana Sampaio, que atua no HSM, conta que uma das formas de expressão de alguns transtornos psicológicos é através da autolesão por parte da criança ou do adolescente. Juliana explica que a automutilação é um acontecimento que se define como dano provocado a uma parte do corpo pelo próprio indivíduo, geralmente com a intenção de aliviar uma dor emocional e reduzir a angústia, trazendo um alívio momentâneo dos sentimentos.

“O adolescente pode muitas vezes tentar disfarçar seus sentimentos e emoções quando passa por situações difíceis. Alguns deles encontram dificuldades em pedir ajuda ou falar sobre o problema, o que pode fazer com ele acabe se isolando”, pontua.

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A psicóloga também lista alguns sinais importantes que devem ser considerados como alerta:

  • Geralmente, eles demonstram ansiedade e tristeza com bastante intensidade;
  • Irritação;
  • Agressividade sem motivo aparente;
  • Apatia;
  • Isolamento social;
  • Perda de interesse por atividades que antes costumavam praticar;
  • Falta de interesse pelos estudos e pela escola;
  • Uso de frases como: ‘preferia estar morto’, ‘sou um peso na vida das pessoas’, ‘eu queria dormir para sempre’, entre outras”

A recomendação da profissional é que apesar desses sinais de alerta serem muito importantes como forma de identificar situações de preocupação, a melhor maneira de descobrir se há um sofrimento emocional mais grave é conversando e perguntando diretamente ao adolescente.

A psiquiatra da Infância e Adolescência do HSM, Letícia Cavalcante, orienta a família a observar as mudanças comportamentais dos filhos. “A qualquer sinal de que algo está inadequado no comportamento deles, seja por autolesão ou ideação suicida, há um alerta de que eles estão precisando de ajuda. Neste caso, não deixe o adolescente sozinho. Escute, apoie esse adolescente, levando-o para um acompanhamento médico e psicológico”.

Outra dica importante da especialista é a utilização de estratégias de enfrentamento para lidar com pensamentos negativos. “Incentive essa criança ou adolescente a fazer exercícios físicos, ouvir músicas, utilizar técnicas de respiração para relaxar, ler bons livros, fortalecer vínculos afetivos com a família e amigos, evitar uso de álcool e outras drogas e realizar tratamento adequado para o transtorno mental, sempre que for necessário”.

O Hospital de Saúde Mental possui uma emergência que funciona 24 horas, todos os dias, e atende os casos mais graves. O telefone para informações é: (85) 3101-4342/ 3101-4348. Já o atendimento remoto pode ser feito pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), por meio do número 188 ou pelo site www.cvv.org.br. O atendimento é realizado de segunda a sexta, das 8h às 17h. Para ser atendido, é necessário passar pela Central de Regulação.

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Butantan entrega 5,1 milhões de doses da CoronaVac ao governo

Saúde
14:53 | Set. 15, 2021
Autor Agência Brasil
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O Instituto Butantan enviou hoje (15), ao Ministério da Saúde, mais 5,1 milhões de doses da vacina CoronaVac contra a covid-19, produzida pelo instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Com isso, o governo paulista informa ter cumprido o contrato com o Ministério da Saúde para a entrega de 100 milhões de doses desse imunizante, com uma antecedência de 15 dias.

Pelo contrato, o Ministério da Saúde deve receber 100 milhões de doses da CoronaVac até o dia 30 de setembro. Há meses, o governo paulista informava nas coletivas à imprensa que iria entregar o montante até o final de agosto. Mas não conseguiu cumprir esse prazo de adiantamento.

O problema nessa totalização informada pelo Butantan é que 8 milhões de doses da vacina foram interditadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por terem sido produzidas em uma nova fábrica da Sinovac, que ainda não havia sido inspecionada pelo órgão.

Como essas doses ainda não podem ser aplicadas até que a Sinovac comprove à Anvisa a segurança da produção, o governo de São Paulo decidiu ontem (14) substituir as vacinas. Hoje, o Butantan encaminhou também 1,8 milhão de doses extras para substituir as vacinas que foram interditadas, produzidas a partir de insumo farmacêutico ativo (IFA) enviado pela Sinovac.

Na semana que vem, segundo o instituto, chegará um novo lote de 5 milhões de doses prontas produzidas na fabrica da Sinovac que já foi vistoriada pela Anvisa.

A previsão do Butantan é conseguir substituir todas essas doses interditadas até o dia 29 de setembro.

Meta de vacinação

Em entrevista hoje (15) à imprensa, o governador de São Paulo, João Doria, informou que o estado paulista ultrapassou a meta de vacinação contra a covid-19 em idosos acima de 60 anos, com o esquema de imunização completo. Segundo o governo, mais de 7,3 milhões de pessoas nessa faixa etária estão protegidos contra a doença.

No público acima de 65 anos, foi atingido 100% de cobertura vacinal em todas as estratificações. Já na faixa de 60 a 64 o percentual foi de 93,5%, também acima da meta definida da campanha, que é de ao menos 90% do público-alvo. Agora, o estado começa a vacinar os idosos que concluíram seu esquema vacinal há seis meses com uma dose adicional, já que a proteção tende a cair após esse período.

No decorrer de toda a campanha, iniciada em janeiro de 2021, São Paulo aplicou mais de 57,9 milhões de doses. O número soma 35,92 milhões de aplicações de primeira dose, 20,79 milhões de segunda e 1,15 milhão de dose única, além de 111,6 mil de doses de reforço. O total de pessoas que completou o esquema vacinal no estado é hoje de 47,4%.

Redução de mortes com CoronaVac

O governo de São Paulo apresentou hoje dados, informando que a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e a Sinovac, reduziu em 88% as mortes de pessoas com mais de 70 anos no Brasil.

Os dados do Sivep-Gripe (Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe) do Ministério da Saúde indicam que a média semanal de mortes por covid-19 entre as pessoas com 70 anos ou mais caiu de 1.316 por dia em 28 de março para 164 em 20 de agosto. A queda de 88% considera todo o território nacional.

Se consideradas apenas as estatísticas de São Paulo, o resultado é semelhante, com redução de 86% no número de óbitos. A média semanal de mortes por covid-19, entre pessoas com mais de 70 anos no estado, caiu de 353 por dia em 28 de março, para 51 em 20 de agosto.

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Butantan entrega 5,1 milhões de doses da CoronaVac ao MS

Saúde
14:38 | Set. 15, 2021
Autor Agência Brasil
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O Instituto Butantan enviou hoje (15), ao Ministério da Saúde, mais 5,1 milhões de doses da vacina CoronaVac contra a covid-19, produzida pelo instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Com isso, o governo paulista informa ter cumprido o contrato com o Ministério da Saúde para a entrega de 100 milhões de doses desse imunizante, com uma antecedência de 15 dias.

Pelo contrato, o Ministério da Saúde deve receber 100 milhões de doses da CoronaVac até o dia 30 de setembro. Há meses, o governo paulista informava nas coletivas à imprensa que iria entregar o montante até o final de agosto. Mas não conseguiu cumprir esse prazo de adiantamento.

O problema nessa totalização informada pelo Butantan é que 8 milhões de doses da vacina foram interditadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por terem sido produzidas em uma nova fábrica da Sinovac, que ainda não havia sido inspecionada pelo órgão.

Como essas doses ainda não podem ser aplicadas até que a Sinovac comprove à Anvisa a segurança da produção, o governo de São Paulo decidiu ontem (14) substituir as vacinas. Hoje, o Butantan encaminhou também 1,8 milhão de doses extras para substituir as vacinas que foram interditadas, produzidas a partir de insumo farmacêutico ativo (IFA) enviado pela Sinovac.

Na semana que vem, segundo o instituto, chegará um novo lote de 5 milhões de doses prontas produzidas na fabrica da Sinovac que já foi vistoriada pela Anvisa.

A previsão do Butantan é conseguir substituir todas essas doses interditadas até o dia 29 de setembro.

Meta de vacinação

Em entrevista hoje (15) à imprensa, o governador de São Paulo, João Doria, informou que o estado paulista ultrapassou a meta de vacinação contra a covid-19 em idosos acima de 60 anos, com o esquema de imunização completo. Segundo o governo, mais de 7,3 milhões de pessoas nessa faixa etária estão protegidos contra a doença.

No público acima de 65 anos, foi atingido 100% de cobertura vacinal em todas as estratificações. Já na faixa de 60 a 64 o percentual foi de 93,5%, também acima da meta definida da campanha, que é de ao menos 90% do público-alvo. Agora, o estado começa a vacinar os idosos que concluíram seu esquema vacinal há seis meses com uma dose adicional, já que a proteção tende a cair após esse período.

No decorrer de toda a campanha, iniciada em janeiro de 2021, São Paulo aplicou mais de 57,9 milhões de doses. O número soma 35,92 milhões de aplicações de primeira dose, 20,79 milhões de segunda e 1,15 milhão de dose única, além de 111,6 mil de doses de reforço. O total de pessoas que completou o esquema vacinal no estado é hoje de 47,4%.

Redução de mortes com CoronaVac

O governo de São Paulo apresentou hoje dados, informando que a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e a Sinovac, reduziu em 88% as mortes de pessoas com mais de 70 anos no Brasil.

Os dados do Sivep-Gripe (Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe) do Ministério da Saúde indicam que a média semanal de mortes por covid-19 entre as pessoas com 70 anos ou mais caiu de 1.316 por dia em 28 de março para 164 em 20 de agosto. A queda de 88% considera todo o território nacional.

Se consideradas apenas as estatísticas de São Paulo, o resultado é semelhante, com redução de 86% no número de óbitos. A média semanal de mortes por covid-19, entre pessoas com mais de 70 anos no estado, caiu de 353 por dia em 28 de março, para 51 em 20 de agosto.

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Estudo sobre proteção da CoronaVac acompanha 5 mil vacinados em Manaus

Saúde
13:53 | Set. 15, 2021
Autor Agência Brasil
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Após seis meses de acompanhamento, pesquisadores divulgaram resultados de um estudo sobre a CoronaVac que está em andamento em Manaus. Conforme dados divulgados nesta terça-feira (14), entre 5 mil pessoas com comorbidades vacinadas com a CoronaVac em Manaus, 0,1% precisaram ser hospitalizadas devido à covid-19.

A pesquisa, chamada CovacManaus, conta com voluntários de 18 a 49 anos que trabalham na educação e segurança pública.

O estudo aplicou cerca de 10 mil doses doadas pelo Instituto Butantan. Ao todo, 5.087 pessoas receberam a primeira dose, e 5.071, a segunda. Entre os participantes da pesquisa, 72% tinham obesidade, 54% sofriam de diabetes, 36%, de hipertensão arterial e 27% eram imunossuprimidos.

Dados divulgados pela Agência Fiocruz de Notícias mostram que, entre os participantes, 2,6% tiveram infecções sintomáticas por covid-19 depois da imunização. Em 0,1%, o caso evoluiu para hospitalização e, em 0,04%, houve necessidade de leito de terapia intensiva (UTI). No universo de cerca de 5 mil vacinados, 0,02% morreram de covid-19.

A pesquisa indica que 91% dos vacinados apresentaram anticorpos detectáveis após a primeira dose, e 99,8%, após a segunda.

O coordenador do estudo, Marcus Lacerda, pesquisador do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), destaca que o monitoramento é continua e que os participantes  devem comparecer para fazer a coleta de exames em data agendada, o que permitirá, entre outras pontos, avaliar a necessidade de dose de reforço.

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Fortaleza vacina todos os adolescentes cadastrados e inicia repescagem

saúde
13:30 | Set. 15, 2021
Autor Júlia Duarte
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A Prefeitura de Fortaleza anunciou nesta quarta-feira, 15, que finalizou a vacinação contra Covid-19 de todos os adolescentes de 12 a 17 anos cadastrados no município até ontem, terça-feira, 14. Com isso, a gestão inicia já amanhã a chamada dos adolescentes que perderam o primeiro agendamento, além de dar sequência a mesma estratégia para a população adulta, entre 18 e 39 anos. 

Segundo o Integrasus, da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), Fortaleza tinha até ontem 185.707 adolescentes dessa faixa etária cadastrados, com a confirmação de e-mail realizada. O coordenador da Rede de Atenção Primária e Psicossocial, Erlemus Soares, esclareceu que os adolescentes que ainda não se cadastraram vão ser chamados normalmente. Até esta quarta, 15, atualização mostra 186.112 adolescentes cadastrados. 

As novas pessoas cadastradas seguem com agendamento por meio do nome nas listagens diárias, agendamento no Vacine Já e pelo aplicativo Mais Saúde Fortaleza, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). "Não precisa ficar assustado se você fez seu cadastro hoje. Concomitante, a gente estará chamando tanto a repescagem como os novos cadastros. Não precisa se preocupar, vamos estar fazendo essa chamada", ressaltou ele.

De acordo com o coordenador, a repescagem dos adolescentes vai iniciar de forma decrescente, começando com a faixa de 16 e 17 até alcançar o mais novos, de 12 anos. O público com 40 anos ou mais que ainda não se vacinou pode ir a qualquer centro de vacinação contra a Covid-19 sem precisar de agendamento para receber a D1. É preciso realizar apenas o cadastro no Saúde Digital e ter recebido confirmação via e-mail.

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Para quinta-feira, 16, a gestão agendou cerca de 28 mil pessoas, já com a repescagem de adolescentes, bem como da população adulta e a aplicação de segundas doses. Já para a sexta-feira, 17, serão chamadas 29 mil fortalezenses. "Não perca a chance de se imunizar. Não perca a chance de proteger você e sua família", pontuou ainda o titular.  

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