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Estudo sobre proteção da CoronaVac acompanha 5 mil vacinados em Manaus

13:53 | Set. 15, 2021
Autor Agência Brasil
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Após seis meses de acompanhamento, pesquisadores divulgaram resultados de um estudo sobre a CoronaVac que está em andamento em Manaus. Conforme dados divulgados nesta terça-feira (14), entre 5 mil pessoas com comorbidades vacinadas com a CoronaVac em Manaus, 0,1% precisaram ser hospitalizadas devido à covid-19.

A pesquisa, chamada CovacManaus, conta com voluntários de 18 a 49 anos que trabalham na educação e segurança pública.

O estudo aplicou cerca de 10 mil doses doadas pelo Instituto Butantan. Ao todo, 5.087 pessoas receberam a primeira dose, e 5.071, a segunda. Entre os participantes da pesquisa, 72% tinham obesidade, 54% sofriam de diabetes, 36%, de hipertensão arterial e 27% eram imunossuprimidos.

Dados divulgados pela Agência Fiocruz de Notícias mostram que, entre os participantes, 2,6% tiveram infecções sintomáticas por covid-19 depois da imunização. Em 0,1%, o caso evoluiu para hospitalização e, em 0,04%, houve necessidade de leito de terapia intensiva (UTI). No universo de cerca de 5 mil vacinados, 0,02% morreram de covid-19.

A pesquisa indica que 91% dos vacinados apresentaram anticorpos detectáveis após a primeira dose, e 99,8%, após a segunda.

O coordenador do estudo, Marcus Lacerda, pesquisador do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), destaca que o monitoramento é continua e que os participantes  devem comparecer para fazer a coleta de exames em data agendada, o que permitirá, entre outras pontos, avaliar a necessidade de dose de reforço.

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Fortaleza vacina todos os adolescentes cadastrados e inicia repescagem

saúde
13:30 | Set. 15, 2021
Autor Júlia Duarte
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A Prefeitura de Fortaleza anunciou nesta quarta-feira, 15, que finalizou a vacinação contra Covid-19 de todos os adolescentes de 12 a 17 anos cadastrados no município até ontem, terça-feira, 14. Com isso, a gestão inicia já amanhã a chamada dos adolescentes que perderam o primeiro agendamento, além de dar sequência a mesma estratégia para a população adulta, entre 18 e 39 anos. 

Segundo o Integrasus, da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), Fortaleza tinha até ontem 185.707 adolescentes dessa faixa etária cadastrados, com a confirmação de e-mail realizada. O coordenador da Rede de Atenção Primária e Psicossocial, Erlemus Soares, esclareceu que os adolescentes que ainda não se cadastraram vão ser chamados normalmente. Até esta quarta, 15, atualização mostra 186.112 adolescentes cadastrados. 

As novas pessoas cadastradas seguem com agendamento por meio do nome nas listagens diárias, agendamento no Vacine Já e pelo aplicativo Mais Saúde Fortaleza, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). "Não precisa ficar assustado se você fez seu cadastro hoje. Concomitante, a gente estará chamando tanto a repescagem como os novos cadastros. Não precisa se preocupar, vamos estar fazendo essa chamada", ressaltou ele.

De acordo com o coordenador, a repescagem dos adolescentes vai iniciar de forma decrescente, começando com a faixa de 16 e 17 até alcançar o mais novos, de 12 anos. O público com 40 anos ou mais que ainda não se vacinou pode ir a qualquer centro de vacinação contra a Covid-19 sem precisar de agendamento para receber a D1. É preciso realizar apenas o cadastro no Saúde Digital e ter recebido confirmação via e-mail.

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Para quinta-feira, 16, a gestão agendou cerca de 28 mil pessoas, já com a repescagem de adolescentes, bem como da população adulta e a aplicação de segundas doses. Já para a sexta-feira, 17, serão chamadas 29 mil fortalezenses. "Não perca a chance de se imunizar. Não perca a chance de proteger você e sua família", pontuou ainda o titular.  

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Ministro acompanha envio de vacinas contra covid-19 para estados

Saúde
13:18 | Set. 15, 2021
Autor Agência Brasil
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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, elogiou hoje (15), o Programa Nacional de Imunização (PNI), ao acompanhar, no Aeroporto Internacional de Guarulhos,  o envio dos lotes com 1,1 milhão de doses que completam 100% das primeiras remessas da vacina contra covid-19 para toda população adulta brasileira. Segundo ele, a vacinação contra a covid-19 no país está sendo um sucesso, já que campanha de vacinação é algo que o Brasil faz como nenhum país do mundo, já que tem uma tradição extraordinária no tema.

“Hoje nós já atingimos mais 260 milhões de doses de vacina distribuídas. Mais de 210 milhões de brasileiros já receberam a vacina, mais de 90% da população brasileira acima de 18 anos está vacinada com a primeira dose e mais de 50% com as duas doses. Isso porque foi feito todo este trabalho que começou em maio de 2020, quando pedimos a transferência de tecnologia do laboratório AstraZeneca para a Fiocruz e quando adquirimos vacinas por meio da Covax Facility. Hoje o Brasil já tem mais de 550 milhões de vacinas contratadas”, disse Queiroga.

De acordo com o ministro, todos os brasileiros estarão vacinados até o final de 2021. “Como eu disse o PNI é a grande ferramenta para aplicar as vacinas na população e é por isso que todos os estados devem seguir junto com os municípios as recomendações técnicas do programa. É a fórmula para que tenhamos sucesso na campanha. Já estamos tendo sucesso. Já reduzimos de maneira drástica o número de casos e de óbitos.

O ministro explicou que se o país caminhar com base na orientação científica e se as recomendações do PNI forem seguidas à risca por estados e municípios, sem cada um criando seu próprio modelo, o país acabará com o caráter pandêmico da covid-19. “E eu tenho certeza de que nós vamos sair muito mais fortes da pandemia da covid-19”.

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Rio distribui doses da AstraZeneca e Pfizer aos municípios do estado

Saúde
11:28 | Set. 15, 2021
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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) começou hoje (15) a distribuição para municípios do Rio de Janeiro das 50 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca, que recebeu ontem. Todas são destinadas à segunda aplicação. O município do Rio de Janeiro pôde fazer a retirada do seu lote direto na Coordenação Geral de Armazenagem (CGA), em Niterói.

Para outras regiões do estado, a entrega está sendo feita também nesta quarta-feira por vans e caminhões. Os comboios com escolta da Polícia Militar começaram a sair da CGA às 7h. Já as cidades de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Volta Redonda farão a retirada amanhã (16) também na CGA.

Pfizer

Hoje também a SES continua a distribuição das 464.490 doses da vacina Pfizer, que chegaram ao estado na noite de segunda-feira (13). Esses lotes são destinados à primeira e à segunda dose do esquema vacinal.

As vacinas ficaram disponíveis para a capital na segunda-feira e no dia seguinte foram distribuídas aos municípios de Niterói, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí e de Volta Redonda. As outras cidades estão recebendo hoje junto com a vacina Oxford/AstraZeneca.

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Rio distribui doses da AstarZeneca e Pfizer aos municípios do estado

Saúde
11:17 | Set. 15, 2021
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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) começou hoje (15) a distribuição para municípios do Rio de Janeiro das 50 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca, que recebeu ontem. Todas são destinadas à segunda aplicação. O município do Rio de Janeiro pôde fazer a retirada do seu lote direto na Coordenação Geral de Armazenagem (CGA), em Niterói.

Para outras regiões do estado, a entrega está sendo feita também nesta quarta-feira por vans e caminhões. Os comboios com escolta da Polícia Militar começaram a sair da CGA às 7h. Já as cidades de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Volta Redonda farão a retirada amanhã (16) também na CGA.

Pfizer

Hoje também a SES, continua a distribuição das 464.490 doses da vacina Pfizer, que chegaram ao estado na noite de segunda-feira (13). Esses lotes são destinados à primeira e à segunda dose do esquema vacinal.

As vacinas ficaram disponíveis para a capital na segunda-feira e no dia seguinte foram distribuídas aos municípios de Niterói, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí e de Volta Redonda. As outras cidades estão recebendo hoje junto com a vacina Oxford/AstraZeneca.

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Doença “urina preta” pode estar relacionada a consumo de frutos do mar

Saúde
11:03 | Set. 15, 2021
Autor Agência Brasil
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou uma nota na qual alerta sobre uma possível relação entre os casos de doença de Half, conhecida como “urina preta”, observados este ano no Brasil, e o consumo de peixes, mariscos e crustáceos sem o selo dos órgãos de inspeção oficiais.

De acordo com a pasta, todos os casos notificados e em investigação estão sendo acompanhados por epidemiologistas do Ministério da Saúde, em cooperação com os Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

A doença de Haff apresenta como sintomas rigidez muscular frequentemente associada ao aparecimento de urina escura, que resulta de insuficiência renal. Ela se constitui em um tipo de rabdomiólise, nome dado para designar uma síndrome que gera a destruição de fibras musculares esqueléticas e libera elementos de dentro das fibras - como eletrólitos, mioglobinas e proteínas - no sangue.

A nota do Mapa informa que os primeiros sinais e sintomas podem se manifestar nas 24 horas após o consumo de peixe cozido, lagostim e outros frutos do mar contaminados. “A enfermidade é considerada emergente e, por ter origem desconhecida, enquadra-se como evento de saúde pública (ESP), sendo considerada de notificação compulsória”, diz a nota.

Ainda segundo o ministério, os primeiros casos de doença de Half registrados no Brasil foram em 2008, com origem em espécies de água doce como o Pacu (Mylossoma spp), tambaqui (Colossoma macropomum) e pirapitinga (Piaractus brachypomus), bem como em peixes de água salgada, como a arabaiana/olho-de-boi (Seriola spp) e badejo (Mycteroperca spp).

Foram também registrados casos em 2016 e, agora, em 2021. Diante da situação, o Mapa está orientando a população a ficar atenta na hora de comprar pescados, de forma geral. “Peixes, mariscos e crustáceos comercializados devem conter o selo dos órgãos de inspeção oficiais”, alerta o ministério, ao informar que produtos identificados pelo carimbo de inspeção na rotulagem possibilitam a rastreabilidade de sua origem, o que os torna seguros.

A dificuldade para a identificação do material contaminado está no fato de que a toxina causadora não tem gosto nem cheiro específicos, o que torna mais complexa a sua percepção. Nos relatos registrados ao longo dos anos, pessoas acometidas da doença ingeriram diferentes tipos de peixe, como salmão, pacu-manteiga, pirapitinga, tambaqui, e de diversas famílias como Cambaridae e Parastacidae.

“Pesquisas sobre os possíveis agentes causadores estão sendo realizadas pelo LFDA e o IFSC, a partir das amostras coletadas dos alimentos consumidos, bem como de material biológico dos próprios pacientes acometidos. Por ter sido registrada em diversos biomas (rios, lagos, mares etc) e espécies, não é possível, até o momento, determinar, com base nos casos analisados, os ambientes e animais envolvidos”, informa a nota.

De acordo com o Mapa, foram feitas pesquisas de amostras na busca por “moléculas suspeitas”, especialmente de grupos onde é mais provável encontrar toxinas causadoras da doença de Haff. No caso, “moléculas análogas que podem ser produzidas por microalgas tóxicas”.

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