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Covid-19: Rio passa a exigir comprovante de vacina em locais fechados

Além de ser necessário para locais fechados, a comprovação da vacinação será pedida para retirar o cartão Família Carioca e para cirurgias eletivas nas redes pública e privada
09:38 | Set. 15, 2021
Autor Agência Brasil
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A cidade do Rio de Janeiro inicia nesta quarta-feira, 15, a exigência de comprovação da vacina contra a Covid-19 para acessar estabelecimentos como academias de ginástica, piscinas, centros de treinamento, clubes, estádios, vilas olímpicas, cinemas, teatros, circos, salas de concerto, museus, recreação infantil, pontos turísticos e feiras comerciais.

A medida foi anunciada no dia 27 de agosto e deveria começar em 1º de setembro, mas foi adiada por instabilidades no aplicativo ConecteSUS. É por meio dele que os cidadãos podem gerar o comprovante digital da vacinação para apresentarem nos estabelecimentos. 

O decreto 49.335/2021 da prefeitura também definiu a necessidade de comprovar a vacinação contra Covid-19 para receber recursos do Cartão Família Carioca e para cirurgias eletivas nas redes pública e privada.

Segundo o painel de vacinação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), 212 mil pessoas acima de 50 anos estão com a segunda dose em atraso e 166 mil acima de 18 anos, que deveriam ter tomado a primeira, não compareceram aos postos, sendo dez mil acima de 80 anos.

Justiça

A justiça do Rio de Janeiro negou ontem, 14, o pedido de liminar contra o decreto que institui o passaporte da vacina. O mandado de segurança foi impetrado por uma mulher que alegou impedimento de tomar a vacina por um período de 14 dias, por estar em processo de investigação médica sobre uma alergia e a exigência violaria o seu direito à livre circulação.

Na decisão, a desembargadora Teresa de Andrade Castro Neves, da 22ª Câmara Cível, ressaltou que a vacinação e as medidas sanitárias são importantes no combate à disseminação da covid-19 e que a falta de tais ações gera ambiente propício para o surgimento de novas variantes do vírus causador da doença, como a Delta.

“É nesse cenário que a implantação do comumente chamado passaporte da vacina, criado com a edição do decreto nº 49.335/2021, insere-se no instrumental de medidas de segurança sanitária no combate à pandemia adotadas pelo Poder Público. Busca-se, por meio desta medida, a um só tempo, garantir a integridade da população, impedir a propagação do vírus e ampliar a vacinação da população, estimulando a adesão ao programa de imunização, especialmente, se considerada a situação do Rio de Janeiro como epicentro da variante Delta”.

Em seu voto, a magistrada destacou, ainda, a importância da vacinação como medida de saúde coletiva e individual.

“Não apenas a limitação pontual de ingresso em determinado estabelecimento fechado, museu e outras áreas de lazer é incomodo menor, a considerar o direito à vida e à saúde, não apenas da coletividade, mas da própria impetrante que corre mais riscos por não estar vacinada em tais locais, como também é transitório, uma vez que a exigência pode ser facilmente cumprida, uma vez superada a impossibilidade”, disse a desembargadora.

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Rio distribui doses da AstarZeneca e Pfizer aos municípios do estado

Saúde
11:17 | Set. 15, 2021
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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) começou hoje (15) a distribuição para municípios do Rio de Janeiro das 50 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca, que recebeu ontem. Todas são destinadas à segunda aplicação. O município do Rio de Janeiro pôde fazer a retirada do seu lote direto na Coordenação Geral de Armazenagem (CGA), em Niterói.

Para outras regiões do estado, a entrega está sendo feita também nesta quarta-feira por vans e caminhões. Os comboios com escolta da Polícia Militar começaram a sair da CGA às 7h. Já as cidades de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Volta Redonda farão a retirada amanhã (16) também na CGA.

Pfizer

Hoje também a SES, continua a distribuição das 464.490 doses da vacina Pfizer, que chegaram ao estado na noite de segunda-feira (13). Esses lotes são destinados à primeira e à segunda dose do esquema vacinal.

As vacinas ficaram disponíveis para a capital na segunda-feira e no dia seguinte foram distribuídas aos municípios de Niterói, São Gonçalo, Maricá, Itaboraí e de Volta Redonda. As outras cidades estão recebendo hoje junto com a vacina Oxford/AstraZeneca.

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Doença “urina preta” pode estar relacionada a consumo de frutos do mar

Saúde
11:03 | Set. 15, 2021
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou uma nota na qual alerta sobre uma possível relação entre os casos de doença de Half, conhecida como “urina preta”, observados este ano no Brasil, e o consumo de peixes, mariscos e crustáceos sem o selo dos órgãos de inspeção oficiais.

De acordo com a pasta, todos os casos notificados e em investigação estão sendo acompanhados por epidemiologistas do Ministério da Saúde, em cooperação com os Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDA) e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

A doença de Haff apresenta como sintomas rigidez muscular frequentemente associada ao aparecimento de urina escura, que resulta de insuficiência renal. Ela se constitui em um tipo de rabdomiólise, nome dado para designar uma síndrome que gera a destruição de fibras musculares esqueléticas e libera elementos de dentro das fibras - como eletrólitos, mioglobinas e proteínas - no sangue.

A nota do Mapa informa que os primeiros sinais e sintomas podem se manifestar nas 24 horas após o consumo de peixe cozido, lagostim e outros frutos do mar contaminados. “A enfermidade é considerada emergente e, por ter origem desconhecida, enquadra-se como evento de saúde pública (ESP), sendo considerada de notificação compulsória”, diz a nota.

Ainda segundo o ministério, os primeiros casos de doença de Half registrados no Brasil foram em 2008, com origem em espécies de água doce como o Pacu (Mylossoma spp), tambaqui (Colossoma macropomum) e pirapitinga (Piaractus brachypomus), bem como em peixes de água salgada, como a arabaiana/olho-de-boi (Seriola spp) e badejo (Mycteroperca spp).

Foram também registrados casos em 2016 e, agora, em 2021. Diante da situação, o Mapa está orientando a população a ficar atenta na hora de comprar pescados, de forma geral. “Peixes, mariscos e crustáceos comercializados devem conter o selo dos órgãos de inspeção oficiais”, alerta o ministério, ao informar que produtos identificados pelo carimbo de inspeção na rotulagem possibilitam a rastreabilidade de sua origem, o que os torna seguros.

A dificuldade para a identificação do material contaminado está no fato de que a toxina causadora não tem gosto nem cheiro específicos, o que torna mais complexa a sua percepção. Nos relatos registrados ao longo dos anos, pessoas acometidas da doença ingeriram diferentes tipos de peixe, como salmão, pacu-manteiga, pirapitinga, tambaqui, e de diversas famílias como Cambaridae e Parastacidae.

“Pesquisas sobre os possíveis agentes causadores estão sendo realizadas pelo LFDA e o IFSC, a partir das amostras coletadas dos alimentos consumidos, bem como de material biológico dos próprios pacientes acometidos. Por ter sido registrada em diversos biomas (rios, lagos, mares etc) e espécies, não é possível, até o momento, determinar, com base nos casos analisados, os ambientes e animais envolvidos”, informa a nota.

De acordo com o Mapa, foram feitas pesquisas de amostras na busca por “moléculas suspeitas”, especialmente de grupos onde é mais provável encontrar toxinas causadoras da doença de Haff. No caso, “moléculas análogas que podem ser produzidas por microalgas tóxicas”.

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SP aplicará doses de reforço com imunizante da Pfizer

Saúde
09:08 | Set. 15, 2021
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Com a previsão da chegada de 344 mil doses da vacina da Pfizer nesta quarta-feira (15), o município de São Paulo vai imunizar, com a dose extra, os idosos com mais de 85 anos de idade exclusivamente com esse imunizante.

Estão elegíveis para receber a dose de reforço todos os vacinados com segunda dose há mais de seis meses. O objetivo é garantir proteção adicional à população mais vulnerável ao novo coronavírus, em especial à variante Delta, predominante no município.

Intercambialidade

Qualquer pessoa que deveria ter tomado a segunda dose de AstraZeneca e ainda não completou o esquema vacinal também poderá comparecer a um dos postos de vacinação para receber o imunizante da Pfizer.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que essa medida excepcional e emergencial se deve à indisponibilidade momentânea das vacinas de AstraZeneca. O município aguarda a entrega de novos lotes do imunizante pelo Ministério da Saúde. Cabe salientar que é segura e eficaz a combinação dos dois tipos de vacinas.

A pasta recomenda à população que acompanhe a disponibilidade de segundas doses dos imunizantes por meio da plataforma De Olho na Fila.

Toda a rede estará aberta para a imunização do público elegível para primeira dose, segunda dose e dose adicional. Os idosos devem comparecer a um dos postos de vacinação do município com o comprovante de vacinação, documento com foto e comprovante de residência na capital.

A lista completa de postos pode ser encontrada na página Vacina Sampa.

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Rio vacina adolescentes de 14 anos contra covid-19

Saúde
07:53 | Set. 15, 2021
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A cidade do Rio de Janeiro aplica, esta semana, a primeira dose da vacina contra covid-19 em adolescentes de 14 anos de idade. Hoje (15) e amanhã (16) serão imunizadas meninas. Na sexta-feira (17), é a vez dos meninos, segundo calendário divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde.

Hoje também será a aplicada, preferencialmente à tarde, a primeira dose em pessoas com 22 anos ou mais que perderam o seu dia de vacinação no calendário, além de gestantes, puérperas, lactantes e pessoas com deficiência que tenham 12 anos ou mais.

Já a dose de reforço será aplicada hoje em idosos com 93 anos ou mais, além de pessoas com alto grau de imunossupressão que tenham 60 anos ou mais.

 

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Covid-19: DF começa a vacinar adolescentes de 14 e 15 anos

Saúde
06:42 | Set. 15, 2021
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O Distrito Federal (DF) começa a vacinar, nesta quarta-feira (15), adolescentes de 14 e 15 anos. O avanço para novas faixas etárias foi feito após o recebimento de 77,2 mil doses da vacina Pfizer para a primeira dose.

Com o que ainda resta nos postos de vacinação, pouco mais de 20 mil doses, no total serão mais de 100 mil disponíveis a partir de hoje. A estimativa do governo do Distrito Federal é que haja cerca de 90 mil adolescentes nessa faixa etária.

As pessoas com 16 e 17 anos podem continuar indo aos postos para a imunização, bem como faixas de maior idade. Os pontos de vacinação estão disponíveis no site da Secretaria de Saúde do DF.

Para a segunda dose, o DF vai seguir o calendário dos retornos previstos, com adiantamento até o dia 24 de setembro. Em semanas anteriores, a Secretaria de Saúde adiantou a conclusão do ciclo vacinal pela disponibilidade de doses.

Em entrevista coletiva segunda-feira (13), o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero, afirmou que caso a capital receba mais doses poderá ser anunciado novo adiantamento até o fim desta semana.

Também na entrevista, o secretário de Saúde, general Pafiadache, destacou a importância da conclusão do ciclo vacinal e de sensibilização das pessoas que receberam a primeira dose para que tomem a segunda nos casos da Coronavac, Pfizer e Oxford/AstraZeneca.

“A gente sempre pede para que pessoas que têm consciência da importância da vacina levem, incentivem quem está em dúvida. É extremamente importante termos uma cobertura vacinal completa”, destacou Pafiadache.

Segundo Valero, o início da aplicação da dose de reforço pode ocorrer ainda nesta semana, quando está prevista a chegada de uma remessa de doses específica para essa finalidade.

Até o momento, o DF aplicou 2 milhões da primeira dose, o que equivale a 79,4% da população adulta da capital e a 67% do conjunto dos moradores. Quanto à segunda dose, foram aplicadas 964,5 mil, correspondendo a 39,32% das pessoas com mais de 18 anos ou a 33,2% do conjunto da população.

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