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Desigualdades agravam pandemias, alertam pesquisadores

16:08 | Set. 11, 2021
Autor Agência Brasil
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O modelo econômico globalizado e marcado por desigualdades de diversos tipos deve provocar pandemias mais frequentes e acirrar diferenças na qualidade de vida e no acesso a direitos, disseram nesta semana especialistas em saúde pública que participaram de debate em comemoração ao centenário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pesquisador e professor da universidade, o epidemiologista Roberto Medronho alertou que a frequência com que as pandemias ocorrem tem aumentado no século 21, quando o mundo já enfrentou surtos internacionais de MERS, SARS, ebola, gripe suína e covid-19.

"A frequência e intensidade das pandemias no mundo vêm se acelerando. Precisamos dar um basta nesse modelo capitalista selvagem e predador e nessa desigualdade social. Isso é insustentável com a vida no planeta. Não é uma questão de se 'teremos outras pandemia, mas de quando teremos".

Medronho classificou o impacto da pandemia no Brasil como "pavoroso" e "dramático", e disse acreditar que o cenário seria muito pior se o país não contasse com um sistema de saúde público universal. "Se não chegamos a 1 milhão de óbitos é porque temos o Sistema Único de Saúde (SUS)", disse o pesquisador, acrescentando que municípios com maior desigualdade tiveram maior incidência de covid-19. "Indíviduos de cor da pele não branca foram mais afetados por óbitos na pandemia. E os de nível superior tiveram maior proteção. Ou seja, essa pandemia tem rosto. Ela é negra e pobre".

O epidemiologista destaca que, além das vítimas diretas, a pandemia deve trazer impactos mais amplos, como fechamento de postos de trabalho causados pelo esvaziamento dos centros urbanos, diagnóstico tardio de doenças, sedentarismo, transtornos psicológicos e aumento da desigualdade. 

"É compreensível o medo de retornar às escolas, porque muitas não têm água, não têm banheiro nem janela adequada para a ventilação. Precisamos de escolas que possam acolher essas crianças, porque estamos afetando toda uma geração. A evasão escolar está aumentando, muitas crianças não voltaram", disse ele, que citou possíveis consequências disso - os abusos sexuais, abusos físicos, a gravidez na adolescência, o analfabetismo funcional. "Esse é um tema que amplificará e muito a desigualdade social". 

O infectologista alerta que a desigualdade e a sustentabilidade são temas que impactam a saúde. "Não teremos paz se não tivermos uma radical mudança na forma de viver, conviver, de produzir e de nos relacionarmos com os animais, com a natureza e principalmente com o outro". 

Pesquisador da Fiocruz Bahia e da Universidade Federal da Bahia, o epidemiologista Maurício Barreto destacou que, ao longo da história, as epidemias e as doenças infecciosas sempre afetaram grupos populacionais de forma diferente, incidindo de acordo com a desigualdade social e gerando mais iniquidades como consequência. 

No caso da pandemia de covid-19, ele lembra que pessoas que vivem em comunidades densamente povoadas como as favelas estão mais expostas ao contágio, ao mesmo tempo em que populações pobres sofrem mais frequentemente com questões de saúde como obesidade, doenças cardiovasculares e diabetes, consideradas comorbidades.

"São vários aspectos que se juntam para expressar esse complexo que genericamente chamamos de desigualdade", diz ele, que aponta a necessidade de se buscar soluções globais para a pandemia e considera que organismos internacionais não conseguiram conduzir uma resposta conjunta. "No mundo, em geral, essa ação da pandemia foi muito nacional. Cada país foi tomando suas ações, e cada governo tomando suas ações, não vendo uma perspectiva global".

O economista e sanitarista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Carlos Gadelha acrescentou que essas respostas nacionais geraram uma concentração das vacinas nos países mais ricos. Segundo o pesquisador, dez países concentram 75% das doses no mundo, e, enquanto nações ricas buscam garantir a aplicação da terceira dose, há países em que a vacinação ainda não começou. 

Especialista no cruzamento entre desenvolvimento, economia e saúde, Gadelha alertou que a concentração de quase 90% das patentes em dez países indica que a desigualdade no acesso às vacinas tende a se perpetuar. "A patente de hoje é a desigualdade de amanhã. É a barreira de acesso de amanhã. Não é entrar em um discurso binário a favor ou contra as patentes. Mas isso se reflete em uma desigualdade estrutural nessa pandemia e nas próximas".

Para ele, o setor da saúde pode se apresentar como importante alternativa para o desenvolvimento sustentável, articulando interesses privados e sociais. O economista cita o que ocorreu com a produção de vacinas no Instituto Butantan e no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz (Bio-Manguinhos), em parcerias com empresas desenvolvedoras dessas tecnologias. 

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UE/Dombrovskis: apoio fiscal aplicado durante pandemia não pode durar para sempre

INTERNACIONAL
15:37 | Set. 11, 2021
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O vice-presidente executivo da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis, indicou hoje que os países do bloco deverão retomar os patamares orçamentários anteriores à crise, uma vez "que o nível de apoio fiscal aplicado durante a pandemia não pode durar para sempre". Em coletiva de imprensa após reunião do Ecofin, grupo que reúne autoridades das Finanças da União Europeia, Dombrovskis afirmou que "no momento certo, devemos começar a reduzir gradativamente os déficits fiscais e a dívida".
O dirigente alertou que os Estados membros, "ao prepararem os seus orçamentos para 2022", devem "ter em conta a desativação da cláusula geral de salvaguarda a partir de 2023". O mecanismo foi aplicado em março de 2020 devido à crise, e permite uma flexibilização fiscal na UE desde então.
O dirigente afirmou que todos os países da UE deverão retomar o nível do PIB de 2019 no próximo ano, e ressaltou que a leitura final do dado para o segundo trimestre, divulgada na terça-feira (7), ficou acima das expectativas. Levando em conta tais parâmetros de recuperação, apontou que "todos os países devem melhorar a qualidade das finanças públicas e também sua composição - tanto as receitas quanto as despesas".
Para Dombrovskis, há uma tarefa dupla, a de reduzir os déficits e reinvestir. Para tal, os fundos de recuperação da UE foram indicados, uma vez que não aumentam os gastos públicos dos Estados-membros, lembrou o dirigente. Os cerca de 650 bilhões de euros que os países do bloco receberão ajudarão os governos a investir "em áreas com potencial para criar crescimento e empregos, como as transições verdes e digitais", afirmou.
A taxação foi indicada como um caminho para o aumento de receitas, e Dombrovskis lembrou o acordo no âmbito da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para um imposto global para multinacionais, que tem até outubro para ser finalizado. "Ainda esperamos conseguir a adesão dos restantes três estados membros", afirmou o dirigente, uma vez que ainda há países reticentes com a proposta dentro do bloco. No entanto, Dombrovskis afirmou que espera mais, e a longo prazo, quer "um sistema tributário corporativo que permita um crescimento e investimento justos e sustentáveis, atenda às necessidades de financiamento público e apoie as transições verdes e digitais".

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Bolsonaro: coisas foram feitas de forma equivocada na pandemia

POLÍTICA
13:53 | Set. 11, 2021
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O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar neste sábado, 11, medidas de restrição à circulação de pessoas implementadas por governadores para conter a disseminação da covid-19. O mandatário afirmou que o governo federal agiu corretamente no manejo da pandemia.
"Algumas coisas foram feitas de forma equivocada, não pelo nosso governo, no tratamento da pandemia", disse Bolsonaro. "Nunca apoiamos lockdown, medidas restritivas, medidas como toque de recolher, entre outros. A população tinha que trabalhar."
Em cerimônia na qual recebeu a Medalha do Mérito Farroupilha, em Esteio (RS), o presidente voltou a criticar a atuação de governadores e prefeitos na pandemia. "Hoje sabemos o que alguns, ao dizerem defender a vida, podem fazer com a nossa população", disse Bolsonaro.
O presidente defendeu respeito à Constituição Federal, com destaque para o artigo 5º, que versa sobre direitos como o de ir e vir e a liberdade de culto. Segundo Bolsonaro, os problemas ocasionados pela pandemia em 2020 fizeram com que parte da população se interessasse por política.
"Vivemos ainda momentos um pouco conturbados, mas tenho certeza que as coisas já começaram a se ajustar. Não é dizer se esse ou aquele Poder saiu vitorioso, a vitória tem que ser do povo brasileiro", disse Bolsonaro.

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SP aplica 67% das doses de reforço contra Covid-19 do Brasil

Saúde
13:53 | Set. 11, 2021
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O Estado de São Paulo já aplicou 67% das doses de reforço contra Covid-19 do país. O vacinômetro do Governo de SP marcou 41,4 mil adicionais aplicadas até esta sexta-feira (10), às 15h35.

Isso significa que quase 42 mil pessoas já receberam a aplicação extra para reforçar a proteção contra a doença. Além de São Paulo, os estados do Mato Grosso do Sul e Espírito Santo já estão realizando a estratégia a partir desta semana. Juntos, os três estados somam cerca de 62 mil doses de reforço administradas no Brasil.

No decorrer de toda a campanha, iniciada em janeiro de 2021, SP já administrou mais de 55,75 milhões de doses. O número soma 35,34 milhões de aplicações de primeira dose, 19,22 milhões de segunda e 1,15 milhão de dose única, além das 41,48 mil de reforço já citadas.

Com a mobilização das 645 cidades, 97,02% da população adulta de SP já recebeu pelo menos uma dose da vacina, e 57,34% das pessoas com idade acima de 18 anos já têm esquema vacinal completo.

Conforme orientação do Plano Estadual de Imunização (PEI) e do Comitê Científico do Estado de São Paulo, os municípios devem aplicar o imunizante que estiver disponível nos postos também para aplicação da dose adicional, pois todas as vacinas em uso no Brasil são seguras e eficazes.

Esta primeira fase dedicada ao reforço na proteção contra a covid-19 começou na segunda-feira (6) visa alcançar todas as pessoas com 60 anos ou mais que tomaram a segunda dose há pelo menos seis meses, ou seja, em fevereiro e março. Além disso, também serão imunizados imunossuprimidos com idade a partir de 18 anos. Os dois públicos desta fase somam um milhão de pessoas.

Para organização da rede, o calendário foi escalonado por faixas etárias e priorização dos mais velhos. Até o dia 12, receberão a dose adicional quem tem 90 anos ou mais. Entre 13 e 19 de setembro, será a faixa etária de 85 a 89 anos. Entre os dias 20 e 26, as doses estarão disponíveis para os que têm de 80 a 84 anos. 

Também estão inclusos neste período os adultos imunossuprimidos, como pacientes em tratamento de hemodiálise, quimioterapia, Aids, transplantados, entre outras pessoas em alto grau de imunossupressão. Neste caso, a dose adicional será aplicada pelo menos 28 dias após a data da conclusão do esquema vacinal, seja pela segunda dose (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer) ou por dose única (Janssen).

A partir do dia 27, até 3 de outubro, serão contempladas pessoas na faixa de 70 a 79 anos. Concluindo esta fase ainda no mês de outubro, serão alcançados os idosos de 60 a 69 anos entre os dias 4 e 10.

No total são 7,2 milhões de pessoas que tomaram suas vacinas em momentos diferentes da campanha, e receberão suas doses adicionais quando completarem os intervalos de tempo mínimos após a segunda dose ou conclusão do esquema vacinal - de pelo menos seis meses para quem tem 60 anos ou mais, e ao menos 28 dias para os adultos com imunossupressão.

A decisão de São Paulo de incluir o grupo de 60 a 69 anos foi embasada em recomendação do Comitê Científico após análise de trabalhos e as experiências ao redor do mundo dos indicadores da pandemia, especialmente entre idosos, que ainda figuram entre as principais vítimas fatais da covid-19.

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Dose de reforço para todos requer mais dados, diz infectologista

Saúde
13:08 | Set. 11, 2021
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A indicação de uma dose de reforço das vacinas contra covid-19 para toda a população ainda requer mais evidências, avaliou hoje (11) o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia e diretor clínico do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, Alberto Chebabo, que afirma não ter dúvidas dessa necessidade no caso dos idosos. O infectologista participou da Jornada Nacional de Imunizações e apresentou estudos sobre o que se sabe até agora sobre a duração da imunidade conferida pelas vacinas contra o SARS-CoV-2.

"Ainda não estou convencido de que uma terceira dose vai ser necessária para toda a população. Neste momento, não tenho dúvida de que vai ser importante para a população com mais de 60 anos e imunossuprimidos. Para os demais, precisa de evidências, precisa de dados, para a gente poder tomar uma decisão melhor", disse Chebabo, que acrescentou que essa dose poderia ser estendida aos profissionais de saúde para reduzir as infecções hospitalares e afastamentos do trabalho. 

O infectologista explica que as vacinas usadas atualmente têm cumprido o papel de reduzir a mortalidade e as internações por covid-19, mas ainda não conseguiram interromper a circulação do vírus, principalmente diante do surgimento de novas variantes. 

Outros países

Chebabo apresentou estudos realizados no Reino Unido e em Israel que indicam que a proteção das vacinas contra casos leves na população em geral tende a diminuir seis meses após a segunda dose, enquanto a proteção contra casos graves e hospitalizações é aparentemente mais duradoura.

Diante disso, o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia argumenta que há dúvidas se uma terceira dose conseguirá produzir imunidade duradoura contra casos leves ou se a queda da proteção contra a covid-19 leve irá se repetir meses depois da aplicação e manter um cenário propício à circulação do vírus. 

"Países importantes para a gente avaliar seriam Israel e Reino Unido, que têm estratégias diferentes", apontou Chebabo, que também destacou o Chile, onde a CoronaVac foi a principal vacina utilizada.

Israel aplicou somente a vacina da Pfizer, com um intervalo de três semanas entre as doses. Quando detectou uma alta nos testes positivos para covid-19, o país decidiu reforçar a imunização de toda a população com mais uma dose de Pfizer - seis meses após a segunda dose.

Já o Reino Unido usou Pfizer e AstraZeneca, ambas com 12 semanas de intervalo entre as doses. Especialistas investigam se a diferença no intervalo entre a primeira e a segunda dose pode explicar disparidades na efetividade das vacinas contra casos leves da variante Delta, já que um dos estudos apontou proteção menor entre os vacinados de Israel, em uma comparação que considera somente quem tomou Pfizer no Reino Unido e no Canadá.  

"A gente vê que, provavelmente, quando a gente estica esse intervalo de avaliação, com 12 semanas a gente consegue uma melhor proteção", comentou o infectologista, que ponderou que o estudo analisado foi publicado em preprint e ainda precisa ser avaliado por outros cientistas. 

Imunidade de rebanho

O infectologista participou de uma mesa de discussão com o professor de infectologia da Escola Paulista de Medicina e diretor clínico do Grupo Fleury Celso Granato, que destacou que o vírus SARS-CoV-2 exigirá um percentual alto de população imunizada para parar de circular.

"Estabelecer imunidade de rebanho para um vírus que sofre mutação em transmissão respiratória é muito complexo", avaliou. "Existe, para qualquer doença infecciosa, uma imunidade de rebanho, mas o nível é muito mais alto do que aquele que a gente imaginava, muito provavelmente 80%,  90%, algo muito mais próximo do sarampo do que de outras doenças menos infecciosas".

Para ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Francieli Fantinato, o trabalho de planejar a campanha de imunização contra a covid-19 deixa lições, como a importância de um grupo assessor forte e disponível para discutir novas evidências e atualizações do Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação contra a Covid-19, que já está em sua nona versão devido às constantes descobertas sobre a doença e as vacinas.

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Covid-19: 70 milhões já receberam duas doses ou dose única da vacina

Saúde
12:23 | Set. 11, 2021
Autor Agência Brasil
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O Brasil já registra 70 milhões de brasileiros imunizados contra a covid-19 com as duas doses da vacina ou a dose única. Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde neste sábado (11), 44% da população maior de 18 anos estão com o ciclo vacinal completo.

Mais 136,9 milhões de aplicações foram realizadas em primeira dose, ou seja, mais de 85% da população adulta vacinável recebeu ao menos uma dose de imunizante contra a covid-19.

No momento, 23 estados já estão com ocupação de leitos de UTI e clínicos abaixo de 50% e dentro dos padrões de normalidade. Ceará, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul ainda estão na zona de alerta, com taxas de ocupações que variam de 51% a 69%.

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As médias móveis de casos e óbitos também estão em queda e registraram, nos últimos dois meses, redução de 61% e 60%, respectivamente.

“Vamos continuar avançando e contando com o apoio de todos. Quando assumi o Ministério da Saúde, o objetivo era vacinar 1 milhão de pessoas por dia, número que estamos atingindo com normalidade. Se continuarmos nesse ritmo será possível vacinar todo o público-alvo do país com as duas doses até o mês de outubro", afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Em agosto, a pasta bateu outro recorde e distribuiu mais de 60,8 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal. Desde o início da campanha, já foram distribuídas mais de 259,4 milhões de doses. 

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