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Covid-19: SP aplica terceira dose em idosos a partir de setembro

13:59 | Ago. 25, 2021
Autor Agência Brasil
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Idosos com mais de 60 anos de idade do estado de São Paulo vão tomar a terceira dose da vacina contra a covid-19 a partir do dia 6 de setembro. A informação foi dada hoje (25) pelo governador João Doria.

A medida vale para todos aqueles que já completaram a segunda dose há mais de seis meses. Já os que tomaram a segunda dose há menos de seis meses ainda deverão aguardar para tomar a terceira dose.

“É a partir do sexto mês que há a possibilidade de uma queda na imunidade. Então não teria sentido a dose adicional para as pessoas que ainda estão por completar seis meses da aplicação da segunda dose ou da dose única da Janssen”, explicou João Gabbardo, coordenador executivo do Centro de Contingência.

A terceira dose de vacina para idosos têm sido cobrada por especialistas por causa da queda na proteção para idosos, o que vem provocando aumento no número de internações para essa faixa etária, mesmo entre os  já vacinados, desde o mês passado. Ela também é necessária por causa da variante Delta, que surgiu inicialmente na Índia, e vem provocando aumento de casos de covid-19 em todo o mundo.

“Temos melhoras nos indicadores em São Paulo. Mas também temos uma preocupação importante, principalmente com a presença da variante Delta na nossa população. O que observamos em outros países é que, mesmo com vacinados, a variante Delta se instalou e se tornou dominante. Por isso, entendemos que esse é um passo a mais na segurança da população mais vulnerável”, disse Paulo Menezes, coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo.

Segundo João Gabbardo, coordenador executivo do Centro de Contingência, a dose de reforço será feita com a vacina que estiver disponível no posto de saúde, independentemente de qual vacina foi tomada anteriormente pelo idoso. A dose de reforço vale inclusive para aqueles que tomaram a dose única da Janssen.  A maior parte dos idosos do país tomaram a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac, e que é aplicada em duas doses.

O governo paulista ainda não anunciou como será feito o escalonamento, ou seja, em que dias cada faixa etária acima de 60 anos poderá buscar um posto de saúde. O governo só definiu que vai ser feito em ordem decrescente, começando pelas pessoas acima de 90 anos.

Não será preciso fazer um novo credenciamento no site VacinaJá para fazer o credenciamento para a terceira dose.

Até este momento, 49 milhões de doses de vacinas já foram aplicadas em São Paulo. O estado tem 34,08% de sua população com esquema vacinal completo.  O número de casos, de óbitos e de internações vem caindo e já é o menor índice do ano.

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Proteína encontrada em veneno de cobra pode inibir até 75% da reprodução do coronavírus

Combate a Covid-19
12:41 | Ago. 25, 2021
Autor Levi Aguiar
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Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) de Araraquara revelaram que o veneno da cobra brasileira Jararacuçu contém proteínas capazes de inibir a capacidade do coronavírus. Os cientistas identificaram que a proteína inibiu em 75% a capacidade do vírus de se replicar em células de macaco. O estudo foi publicado na revista científica Molecules, em 12 de agosto.

A molécula isolada da cobra é um peptídeo, um pedaço de proteína, com ação antibacteriana e antiviral. O professor do Instituto de Química, Eduardo Maffud, um dos responsáveis pelo estudo, conta que o grupo de pesquisa já havia identificado toxinas no veneno da cobra com atividade antibacteriana. As informações são do O GLOBO.

“Com o avanço da Covid-19, a gente posicionou vários dos nossos peptídeos para ver se eles apresentavam atividade contra o SARS-CoV-2. Felizmente, obtivemos esse resultado interessante”, disse o pesquisador.

O cientista informa que um possível remédio com o composto descoberto, ao desacelerar a replicação do vírus da Covid-19, daria mais tempo para o organismo agir e criar os anticorpos necessários para resistir à doença.

Mas Eduardo salienta que a pesquisa segue em andamento, e que precisaria de estudos adicionais. “Mas a gente viu que esse peptídeo impede a replicação ou a multiplicação das partículas virais”, acrescenta Maffud.

Os pesquisadores vão avaliar também a eficiência de diferentes dosagens da molécula, e se ela pode exercer funções de proteção na célula, o que poderia evitar até a invasão do vírus ao organismo.

Segundo Maffud, os estudos vão seguir com a identificação de outros alvos em que esse peptídeo pode agir e no melhoramento da atividade dessa molécula para, então, serem feitos testes in vivo em cobaias, como camundongos: “Se o resultado for positivo, vamos desenvolver um tratamento", argumenta.

Além de cientistas da Unesp, o trabalho envolveu pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Esse tipo de cobra pode atingir até dois metros de comprimento e tem coloração dorsal variável entre cinza, rosa, amarelo, marrom ou preto, com manchas triangulares marrom-escuras. Além do Brasil, a serpente pode ser encontrada na Bolívia, Paraguai e Argentina.

Esse réptil é muito temido pela quantidade de veneno que é capaz de injetar, sendo que a pessoa que sofrer uma picada pode ter hemorragia, inchaço e destruição dos tecidos na região da mordida.

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Uso da máscara faz casos de sarampo caírem em São Paulo

Saúde
12:34 | Ago. 25, 2021
Autor Agência Brasil
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As estratégias de imunização contra o sarampo e o uso de máscaras aliado a outras medidas sanitárias preventivas adotadas durante a pandemia de covid-19 contribuíram para a diminuição do número de casos de sarampo, que desde o ano passado caiu 99,5% no estado de São Paulo. Segundo dados do governo estadual, em 2021, até 10 de agosto, foram registrados cinco casos de sarampo nas cidades de São Bernardo do Campo, Campinas, Americana, Altinópolis e São Paulo.

Todos os casos ocorreram em crianças, sendo que dois foram na faixa de 6 a 11 meses, quando a aplicação da vacina tríplice viral deve ocorrer. Os outros três ocorreram com crianças na faixa de 1 a 9 anos, que também podem receber as doses, caso não tenham sido contempladas quando bebês. Nenhum deles tinha esquema vacinal completo e havia histórico de comorbidades.

Os dados também indicam que até 10 de agosto de 2020 foram 772 casos e 1 óbito. No decorrer de todo o ano, houve 883 casos, em todas as regiões do estado. Desse total, 354 casos  foram em crianças menores de 9 anos (40%), e o único óbito registrado foi também nesta faixa etária. Entre o público de 1 a 29 anos a prevalência da doença era de 38% dos casos registrados em 2020, enquanto em 2019, quando a circulação chegou a o pico, era de 80% dos 17.976 contaminados e 61% dos 18 óbitos registrados no período. Foram vacinadas 4,7 milhões de pessoas. Já em 2020, foram 2 milhões.

Contaminação e evolução

Assim como a covid-10, o sarampo é uma doença transmitida pelas gotículas de saliva com partículas do vírus dispersas em aerossol, o que favorece a transmissibilidade - cada infectado pode transmitir para até 18 pessoas. Além disso, o sarampo pode evoluir para casos graves e ocasionar complicações sérias, como pneumonia, encefalite e morte. A pessoa infectada pode apresentar tosse, coriza, olhos inflamados, dor de garganta, febre e manchas avermelhadas na pele.

“Deste modo, o uso de máscaras de proteção facial, obrigatórias emm todo o estado, o isolamento social e o incentivo à higienização das mãos e ambientes contribuiu para a redução também do sarampo", disse a médica de Divisão de Imunização, Helena Sato. A vacina contra a doença está disponível no Brasil desde a década de 1960.

Segundo ela, a cobertura vacinal tem ficado abaixo da meta necessária entre crianças com até um ano de idade: em 2020 a cobertura foi de 85% e em 2019, foi de 91%. A meta é imunizar 95% dessa população. “Assim como ocorre com outras doenças, somente a conclusão do esquema vacinal é capaz de garantir a devida proteção. Por este motivo, pais ou responsáveis devem continuar levando as crianças aos postos de vacinação para proteção contra as doenças prevenidas pelas vacinas, e aqueles que não tomaram todas as doses necessárias na faixa etária adequada, também precisam se vacinar”, explicou a médica.

A vacina tríplice viral (primeira dose) previne contra sarampo, caxumba e rubéola. Já a tetra viral é aplicada em seguida, como uma segunda dose, e também previne a varicela. Ambas fazem parte do calendário de rotina e estão disponíveis nos postos de vacinação durante o ano todo.

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Fortaleza anuncia patrocínio pontual no jogo contra o São Paulo, na Copa do Brasil

Novo Patrocinador
12:34 | Ago. 25, 2021
Autor Horácio Neto
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O Fortaleza anunciou patrocínio pontual para o embate de logo mais, às 21h30 min, contra o São Paulo, no Morumbi, pelas quartas de final da Copa do Brasil. O Leão divulgou por meio de sua assessoria que a Mobiauto, startup do seguimento automotivo, estampará a barra frontal da camisa tricolor.

Com direito a novo patrocinador no uniforme, o Leão fará o confronto de ida contra o São Paulo na Copa do Brasil, fora de casa. Pela Série A, os cearenses quebraram um tabu ao vencerem por 1 a 0, o Soberano, no Morumbi. Foi o primeiro triunfo da história atuando como visitante e a única vitória do Leão no confronto desde 2006.

Buscando repetir o feito do Campeonato Brasileiro, o Tricolor tenta mais um bom resultado fora de casa contra o São Paulo. O Fortaleza quer superar sua melhor campanha do clube na Copa do Brasil, a de 2001, que também chegou nas quartas de final, e uma boa atuação contra os paulistas no Morumbi pode ser crucial para a classificação.

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Covid-19: terceira dose da vacina será aplicada a partir de setembro

Saúde
11:54 | Ago. 25, 2021
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O Ministério da Saúde informou que iniciará, na segunda quinzena de setembro, a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19 a “todos os indivíduos imunossuprimidos após 28 dias da segunda dose e para as pessoas acima de 70 anos vacinados há 6 meses”.

A decisão pela aplicação da terceira dose foi tomada de forma conjunta na noite de ontem, 24, em reunião da pasta com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass),o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems) e a Câmara Técnica Assessora de Imunização Covid-19 (Cetai)

Um estudo britânico mostrou que a proteção contra o coronavírus concedida pelas vacinas Pfizer/BioNtech e Oxford/AstraZeneca registra queda significativa após seis meses. Os autores defendem as doses de reforço.

Um mês depois da segunda dose, a eficácia da vacina da Pfizer é de 88%, mas a proteção contra eventuais contágios cai para 74% entre cinco e seis meses depois da injeção, de acordo com a análise mais recente do estudo Zoe Covid.

Para a vacina da AstraZeneca, a eficácia passa de 77% um mês depois da segunda dose para 67% entre quatro e seis meses após a aplicação.

O estudo foi elaborado a partir de dados de quase um milhão de usuários do aplicativo Zoe, criado por um grupo privado de mesmo nome.

Cientistas do King's College de Londres e da equipe da Zoe analisaram os dados dos contágios ocorridos entre 26 de maio e 31 de julho de 2021 em pessoas vacinadas que fizeram o download do aplicativo entre 8 de dezembro de 2020 e 3 de julho de 2021.

A campanha de vacinação britânica, que já aplicou a segunda dose em 77% das pessoas com mais de 16 anos, priorizou os idosos e pessoas com comorbidades, assim como os profissionais da saúde.

Para os cientistas do King's College, a proteção diminuiu mais nestes grupos.

Vários países estudam administrar uma dose de reforço, incluindo o Reino Unido, que deseja oferecê-la às pessoas com comorbidades a partir de setembro, apesar das reticências da Organização Mundial da Saúde (OMS).

com Redação O POVO e informações da AFP


 

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Proteção de vacinas contra covid diminui após 6 meses, mostra estudo

Internacional
10:54 | Ago. 25, 2021
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A proteção contra a covid-19 oferecida por duas doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e da Oxford/AstraZeneca começa a diminuir dentro de seis meses, o que mostra a necessidade de doses de reforço, informa estudo feito por pesquisadores do Reino Unido.

O estudo britânico ZOE Covid apontou que, no caso da vacina Pfizer/BioNTech, a eficácia um mês após a segunda dose, que é de 88%, cai para 74% passados cinco ou seis meses. Para o imunizante da AstraZeneca, a eficácia caiu de 77%, um mês depois, para 67% após quatro ou cinco meses.

O estudo se baseou em dados de mais de 1 milhão de usuários de um aplicativo, comparando infecções relatadas pelos próprios participantes vacinados com casos em um grupo de controle não vacinado.

Dados de pessoas mais jovens, no entanto, são necessários, porque os participantes vacinados até seis meses atrás tendem a ser idosos, já que essa faixa etária foi priorizada quando as primeiras vacinas foram aprovadas, disseram os autores do estudo.

A ZOE Ltd foi fundada há três anos para oferecer orientações de nutrição personalizadas, com base em conjuntos de exames. O aplicativo ZOE Covid Symptom Study da empresa é uma iniciativa sem fins lucrativos, em colaboração com o King’s College de Londres e financiada pelo Departamento de Saúde e Assistência Social.

Em uma projeção da pior situação futura, a proteção pode cair para menos de 50% para pessoas mais velhas e profissionais de saúde até o inverno, disse Tim Spector, cofundador da ZOE Ltd e principal autor do estudo.

"Ele está chamando a atenção para a necessidade de alguma ação. Não podemos só esperar para ver a proteção diminuir lentamente, enquanto os casos ainda estão altos e a chance de infecção também ainda está alta", disse Spector à BBC.

O Reino Unido e outras nações europeias estão planejando uma campanha de reforço de vacina contra covid-19 no final deste ano, desde que especialistas disseram que pode ser necessário administrar a terceira dose aos idosos e aos mais vulneráveis a partir de setembro.

O governo dos Estados Unidos está se preparando para oferecer terceiras doses de reforço, a partir de meados de setembro, aos norte-americanos que receberam suas doses iniciais há mais de oito meses..

"Isso é um lembrete de que não podemos contar só com as vacinas para evitar a disseminação da covid-19", disse Simon Clarke, professor-associado de Microbiologia Celular da Universidade de Reading, que não se envolveu com o estudo.

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